Miguel Ângelo Quarteto apresenta o seu segundo álbum "A VIDA DE X", constituído por dez composições inspiradas em personagens fictícias ou em histórias imaginárias ou reais a que o quarteto deu vida e espera que cada ouvinte crie a sua própria visão e, desta forma, ganhe uma nova vida.

Miguel Ângelo Contrabaixo e Composição

José Soares Sax

Joaquim Rodrigues Piano

Mário Costa Bateria


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

Foto Miguel Ângelo


Companheiros de longa data e cúmplices na Orquestra Jazz de Matosinhos, estes três músicos juntam-se para explorar as possibilidades e o espaço desta formação, tendo como moldura, temas originais e standards.

Assim como a passagem do cometa Halley,  este encontro acontece uma vez em cada dois ou três anos. Não percam a oportunidade!

Pedro Guedes Piano

Demian Cabaud Contrabaixo

Marcos Cavaleiro Bateria


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

Foto Demian Cabaud Trio

Foto: Carlos Azevedo

Fátima Serro

Portuense de gema, começou o seu percurso no jazz nos anos 90. Ao longo dos últimos 25 anos criou e participou em vários projectos, com os quais actuou e gravou. Ao mesmo tempo, foi sendo professora de meio-mundo na zona norte e centro do país, onde continua a ensinar muitas vozes a cantar o jazz.

De 11 de Outubro a 29 de Novembro, a Porta-Jazz convida oito figuras incontornáveis do Jazz Português, em especifico do Jazz do Porto, para em tom de tertúlia após jantar, partilharem na primeira pessoa, as histórias e memórias vividas ao longo da fundação e desenvolvimento do movimento Jazz do Porto.


Moderação por Leo Pellegrim - Saxofonista Brasileiro, professor no curso de Saxofone da Universidade Federal de Pernambuco - UFPE, pesquisador do Instituto de Etnomusicologia, Centro de Estudos em Música e Dança (INET-MD) e doutorando em música pela Universidade de Aveiro (Portugal).


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

Fátima Serro

Foto: Susana Neves

PELE DE PAPEL, o segundo disco dos pLoo pretende uma convivência multicultural dentro do mesmo espaço, um local onde o jazz, a música do mundo, a música improvisada livremente e a música contemporânea possam coabitar.

Daniel Dias Trombone

João Mortágua Saxofone Alto

Eurico Costa Guitarra

Diogo Dinis Contrabaixo

Paulo Costa Bateria


Crú: Espaço Cultural

Rua Alves Roçadas - Vila Nova de Famalicão

Foto:Ploo

Foto: Pedro Costa


Bison's Big Bang started in 2012 as a graduate thesis project at Philadelphia's University of the Arts. The project continued on into the working band it is today beginning with their first album release, "Pure Imagination," in 2015. Led by saxophonist Brian Blaker, the group consisted mostly of members from other local Philly band staples (Swift Technique, iLL Doots, Killiam Shakespeare, Cold Roses, Hambone Relay, etc.). Each performance is its own unique experience as the band places a heavy emphasis on each member's individuality in improvisation, composition and arranging. This culminates in a melting pot of influences drawing from jazz, rock, hip-hop and funk.

With Blaker's relocation to Portugal, Bison's Big Bang is proud to feature the extraordinary talents of Portuguese musicians. The newest additions to the collective are Antonio "AP" Pedro Neves, Nuno Campos and Ricardo Coelho.

Brian Blaker Saxophone

Antonio "AP" Pedro Neves Guitar

Nuno Campos Bass

Ricardo Coelho Drums


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

Foto Bison's Big Bang

Carlos Azevedo

Nasceu em Vila Real, em 1964. Iniciou os seus estudos musicais no Conservatório de Música do Porto em 1982, concluindo a frequência do Curso Superior  de Piano com a Profª. Arminda Odete. Frequentou ainda o Curso Superior de Composição da Escola Superior de Música do Porto, que finalizou em 1991.

Tem desenvolvido a sua atividade artística quer como compositor quer como pianista de Jazz participando em diferentes projetos.

É professor de Composição na Escola Superior Música e Artes do Espetáculo.

De 11 de Outubro a 29 de Novembro, a Porta-Jazz convida oito figuras incontornáveis do Jazz Português, em especifico do Jazz do Porto, para em tom de tertúlia após jantar, partilharem na primeira pessoa, as histórias e memórias vividas ao longo da fundação e desenvolvimento do movimento Jazz do Porto.


Moderação por Leo Pellegrim - Saxofonista Brasileiro, professor no curso de Saxofone da Universidade Federal de Pernambuco - UFPE, pesquisador do Instituto de Etnomusicologia, Centro de Estudos em Música e Dança (INET-MD) e doutorando em música pela Universidade de Aveiro (Portugal).


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

Carlos Azevedo

Festival Porta-Jazz :: Epicentro local de um movimento internacional

Chris Cheek, Thomas Morgan, Jeff Williams e Eliot Zigmund em parceria com músicos portugueses

Igreja de Cedofeita recebe, pela primeira vez, o Festival Porta-Jazz

Clubedo - concertos pela noite dentro nos clubes de Jazz do Porto

Ponto de encontro de um movimento internacional, o Festival Porta-Jazz assume-se como promotor de intercâmbios inéditos entre músicos de Jazz. De 1 a 9 de Dezembro, o Porto é palco da maior edição do festival cuja programação conta com cerca de 30 concertos, entre estreias e parcerias artísticas inéditas, mas também um encontro de escolas, oficinas e jam sessions.

Da vasta programação da 9ª edição do Festival Porta-Jazz, destacam-se as parcerias inéditas do contrabaixista Thomas Morgan com Marcos Cavaleiro; o saxofonista Chris Cheek com o quarteto MAP, liderado por Paulo Gomes; o baterista Jeff Williams com Demian Cabaud em “Astah”, e o quarteto de Gonçalo Marques; e Eliot Zigmund (baterista que gravou com Bill Evans) com Manel Fortià e Carlos Azevedo.

Concertos únicos e irrepetíveis que fazem do Porto o epicentro do Jazz de 1 a 9 de Dezembro. Uma cidade de portas abertas e envolvida no sucesso do Festival Porta-Jazz. Ao longo de nove dias, o Teatro Rivoli, a Casa da Música, a FEUP (Faculdade de Engenharia da Univ. do Porto), o Passos Manuel, a ESMAE (Escola Superior de música, Artes e Espectáculo), o Hot Five, a Casa de Ló e a Sala Porta-Jazz vão receber mais de uma centena de músicos e dezenas de estudantes de música, portugueses e estrangeiros. Pela primeira vez, a Igreja de Cedofeita torna-se palco do Festival Porta-Jazz. Exceptionalmente, recebe o trio de Susana Santos Silva, Torbjörn Zetterberg e Hampus Lindwall, que vai tocar no órgão de tubos construído por Th. Kuhn. Um concerto imperdível, uma oportunidade única e irrepetível.

Entre a geração de artistas emergentes, compositores e intérpretes consagrados, destaca-se o trabalho original realizado por músicos sediados no Porto e suas parcerias com músicos de outros pontos do país e estrangeiro. Encontros organizados mas também improvisados, como é o caso das sessões do Clubedo onde diariamente, após os concertos nos auditórios, o público é convidado a viver o ambiente dos clubes que programam habitualmente Jazz na cidade. Aqui poderão assistir a concertos exclusivos, trios informais de jazz e jam sessions abertas à comunidade de músicos que do encontro no palco fazem soar a criatividade e a dinâmica do jazz do Porto.

Mais informações em breve.

Recorde-se que o Festival Porta-Jazz acontece anualmente desde 2010 e cumpre um papel importante na vida cultural da cidade, tendo-se tornado uma referência incontornável para o jazz em Portugal.

A Associação Porta-Jazz afirma-se, a cada ano, como a maior plataforma de incentivo à criação e divulgação de jazz em Portugal. Resultado do trabalho desenvolvido pela associação e pelo seu braço editorial, o Carimbo Porta-Jazz, este festival é uma oportunidade para ouvir, ver e viver o pulsar de uma comunidade altamente criativa e que muito tem contribuído para a dinâmica cultural de Portugal.

Imagem Festival Porta-Jazz

Eventos Passados

José Nogueira - saxofone alto e soprano

Nasceu no Porto em 1954.

Começou a estudar música aos 8 anos. Primeiro acordeão, depois guitarra e mais tarde piano, que estudou no Conservatório de Música do Porto. Fez o curso de Saxofone e Composição do Conservatório de Música do Porto durante os anos 80. Estudou Composição com Cândido Lima e Análise Musical com Álvaro Salazar.

Dedica-se ao Jazz desde 1971, como pianista, tendo tocado em vários grupos de “Free-Jazz/Rock”. Em 1975 dedicou-se ao saxofone e começou a tocar com António Pinho Vargas, com quem mantém desde então uma colaboração intensa. Tocou nos 6 discos de jazz de António Pinho Vargas, os quais também produziu. Com A.P.V. participou em concertos por todo o país e no estrangeiro (Alemanha, Inglaterra, Holanda, França, Bélgica, Luxemburgo, Espanha, Dinamarca, Itália, Macau, Cabo Verde, África do Sul), muitos deles em dueto.

Tocou com músicos como Arild Andersen, Jon Christensen, Paulo Fresu, Adam Rudolph, e com quase todos os músicos de Jazz portugueses da sua geração. Frequentou Workshops em Portugal e no estrangeiro, com, entre outros, David Liebman, Richard Beirach, Jan Garbarek, Alan Skidmore, Bill Dobbins.

Em 1987 fez parte do Decateto de Mário Laginha que se apresentou numa das primeiras edições do Jazz em Agosto da Fundação Gulbenkian. Também na Fundação Gulbenkian foi solista na obra “Explicit Drama”, de António Pinho Vargas, para trio de Jazz e Orquestra.

Em 1988 formou o “Quarteto de Saxofones do Porto”, grupo que dirigiu até ao seu final, por volta de 1995, e com o qual tocou em vários festivais (Sagres 1989, Almada 1989, Ciclo de Jazz do Porto 1990, Lisboa em Jazz 1990, Festival de Jazz Europeu do Porto, etc.), bem como em concertos por todo o país.

Membro fundador da banda Jafumega, em 1978, foi um dos compositores do grupo e co-produziu, com Mário Barreiros, os quatro discos que o grupo editou, entre 80 e 83.

Tocou ainda com José Mário Branco, Sérgio Godinho, Vitorino, Júlio Pereira, Carlos Zel, entre outros.

Foi responsável pela programação do festival Jazz no Parque da Fundação de Serralves entre 1995 e 2001. Integrou a equipa de programação da Porto 2001 na área do Jazz.

De 11 de Outubro a 29 de Novembro, a Porta-Jazz convida oito figuras incontornáveis do Jazz Português, em especifico do Jazz do Porto, para em tom de tertúlia após jantar, partilharem na primeira pessoa, as histórias e memórias vividas ao longo da fundação e desenvolvimento do movimento Jazz do Porto.


Moderação por Leo Pellegrim - Saxofonista Brasileiro, professor no curso de Saxofone da Universidade Federal de Pernambuco - UFPE, pesquisador do Instituto de Etnomusicologia, Centro de Estudos em Música e Dança (INET-MD) e doutorando em música pela Universidade de Aveiro (Portugal).


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

Fotografia José Nogueira

Foto: Bruno Costa

Galip nasce de uma encomenda feita ao vibrafonista Eduardo Cardinho para o 8º Festival Porta-Jazz, em que teria carta branca para realizar um concerto com músicos que admirasse.

Desta forma Cardinho convidou os músicos Portugueses José Pedro Coelho no saxofone tenor e o contrabaixista André Rosinha, o pianista Catalão Xavi Torres e o baterista Holandês Jamie Peet.

A química entre os elementos do grupo foi evidente e decidem seguir com o projecto, gravando o seu primeiro disco com música original editado com o Carimbo Porta-Jazz com o nome Cale.

Concerto de Lançamento

com Carimbo da Porta-Jazz


José Pedro Coelho Saxofone Tenor

Eduardo Cardinho Vibrafone

João Grilo Piano

André Rosinha Contrabaixo

Jamie Peet Bateria


FEUP

s/n, R. Dr. Roberto Frias, 4200-465 Porto

cartaz lançamento Galip - Cale

O Cesariny uma vez escreveu "Ama como a estrada começa"

Tenho vontade que esta seja a sinopse deste projecto porque no momento em que a escrevo ainda ele é um mistério.

O grupo é também apaixonantemente novo. Juntar-nos-emos quatro músicos, dois noruegueses e dois portugueses e um cineasta português - o que faz querer que isto será uma grande celebração do bacalhau.

Queremos a música e o vídeo num diálogo próximo e horizontal, querendo com isto dizer que ambos se nutrem e complementam.

Vivam os pigmentos raríssimos.

A residência Guimarães Jazz/Porta-Jazz proporciona a jovens músicos convidados, uma oportunidade de “agitar” os seus processos habituais de composição através da colaboração com um artista de outra área criativa – vídeo, dança, artes plásticas, teatro....Durante uma semana de residência artística, um pequeno grupo de músicos nacionais e estrangeiros, e artista convidados testam as suas fronteiras disciplinares e zonas de conforto, explorando novas referências para encontrarem outros caminhos expressivos. O resultado é apresentado e gravado ao vivo no festival Guimarães Jazz e posteriormente editado com Carimbo Porta-Jazz.

A realização da residência Guimarães Jazz/Porta-Jazz é também a oportunidade de viabilizar o intercâmbio entre músicos nacionais e os seus pares estrangeiros, introduzindo ao público jovens músicos que se afirmam como futuras referencias no panorama do Jazz nacional e internacional, assim como jovens artistas de outras áreas criativas.


João Grilo Piano (Líder do Projeto)

José Soares Saxofone

Christian Meaas Svendsen Contrabaixo

Simon Albertsen Bateria

Miguel C. Tavares Video


Black Box da Plataforma das Artes e da Criatividade

Av. Conde de Margaride 175, 4810-535 Guimarães

Foto João Grilo

Foto: Johan Bichel Lindegaard

Miguel Ângelo, João Guimarães e Marcos Cavaleiro partem numa nova aventura, desta vez, em trio e sem instrumento harmónico. Propõem-se a tocar música original, composta especificamente para este trio, onde o objetivo será sempre procurar novos caminhos, já por si diferenciados pelas características do próprio trio.

Miguel Ângelo Contrabaixo

João Guimarães Sax

Marcos Cavaleiro Bateria


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

Foto Miguel Ângelo Trio

Paulo Gomes, pianista, compositor, formador

Na sua actividade de pianista e compositor, teve o privilégio de trabalhar em palcos e/ou estúdios de gravação com: Sheilla Jordan, David Murray, Herb Geller, Henry Lowther, Peter King, Jullian Arguelles, Eric Vloeimans, Montez Coleman, Rolf Delfos, David Chamberlain, Matt Wates, Martin Shaw, Orquestra Metropolitana de Lisboa, e muitos outros.

Desde o início dos anos 90, participou em inúmeros festivais de jazz, em Portugal, Espanha, Alemanha, Bélgica, Holanda, França e Suíça.

Mais de 10 discos gravados como líder ou co-líder.

De 11 de Outubro a 29 de Novembro, a Porta-Jazz convida oito figuras incontornáveis do Jazz Português, em especifico do Jazz do Porto, para em tom de tertúlia após jantar, partilharem na primeira pessoa, as histórias e memórias vividas ao longo da fundação e desenvolvimento do movimento Jazz do Porto.


Moderação por Leo Pellegrim - Saxofonista Brasileiro, professor no curso de Saxofone da Universidade Federal de Pernambuco - UFPE, pesquisador do Instituto de Etnomusicologia, Centro de Estudos em Música e Dança (INET-MD) e doutorando em música pela Universidade de Aveiro (Portugal).


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

Paulo Gomes

Desde 2015 Wako estão em tour pela Escandinávia e Europa Central, e partilharam o palco com artistas ECM como Arve Henriksen e Frode Alnæs, e o vencedor de um Grammy Team Hegdal. Lançaram dois álbuns, ambos aclamados pela imprensa norueguesa: em quarteto "The Good Story"(nov 2015), e o segundo "Modes for All Eternity"(jan 2017) com trio de cordas Oslo Strings.

Individualmente, os membros desta formação fazem parte da nova vaga de músicos noruegueses tanto no pop como no jazz e música improvisada, com participações em numerosos projetos como Megalodon Collective (Norwegian grammy nominee 2016), Espen Berg trio (NTNU ambassadors 2016), e Trondheim Jazz Orchestra & Chick Corea.


Since 2015, Wako has toured in Scandinavia and central Europe, and shared stage with the likes of ECM artists Arve Henriksen and Frode Alnæs, and the Norwegian grammy winning Team Hegdal. They released two albums; one as a quartet called «The Good Story» (nov 2015), and their second one "Modes for All Eternity» (jan 2017) featuring the Oslo Strings. Both records were praised by the Norwegian and international jazz press.

Individually, the members are part of the new wave of Norwegian music through both pop and jazz/impromusic in numerous different bands and projects - such as Megalodon Collective (Norwegian grammy nominee 2016), Espen Berg trio (NTNU ambassadors 2016), and the Trondheim Jazz Orchestra & Chick Corea.

Martin Myhre Olsen Alto-soprano sax

Kjetil André Mulelid Piano

Simon O. Albertsen Drums

Bár›ur Reinert Poulsen Bass


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

Wako

José Menezes

Nasceu em 1957.

Mestrado pela Universidade de Sheffield (Psicologia da Improvisação), Licenciado em Jazz (E.S.M.A.E, Porto).

Entre outros estudou com Jack Walrath, Bill Dobbins, Gerry Niewood, David Liebman, Billy Hart, Jan Garbarek, Joe Lovano, Rick Margitza, Bill McHenry e Butch Morris.

Tocou com quase todos os nomes importantes do Jazz nacional e também com Kelvin Sholar (U.S.A), Butch Morris (U.S.A), Kirk Lightsey (U.S.A), Myra Melford (U.S.A), Chico César, Rogério Botter-Maio (Brasil), e com Rui Veloso, Paulo Gonzo, Herman José, Tito Paris, G.N.R, Pedro Abrunhosa, etc.

Tocou e/ou foi solista convidado de várias Big Bands nacionais.

Fundou ou participou na fundação de várias Escolas (Porto e Torres Vedras) ou Cursos de Jazz.

Atualmente é docente Universidade de Évora e tutor de Saxofone dos alunos de Mestrado em Performance no Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro.

Tem dirigido um grande número de Workshops de Jazz em vários Conservatórios e Academias do País e continua a desenvolver um intenso trabalho pedagógico na área do Saxofone-Jazz.

Para além de dirigir o seu grupo integra os “Michael Lauren All Stars”, a Orquestra de Jorge Costa Pinto e os “Lisbon Underground Music Ensemble- LUME”.

Autor do blog “Oh não! Mais um blog sobre Jazz”

De 11 de Outubro a 29 de Novembro, a Porta-Jazz convida oito figuras incontornáveis do Jazz Português, em especifico do Jazz do Porto, para em tom de tertúlia após jantar, partilharem na primeira pessoa, as histórias e memórias vividas ao longo da fundação e desenvolvimento do movimento Jazz do Porto.


Moderação por Leo Pellegrim - Saxofonista Brasileiro, professor no curso de Saxofone da Universidade Federal de Pernambuco - UFPE, pesquisador do Instituto de Etnomusicologia, Centro de Estudos em Música e Dança (INET-MD) e doutorando em música pela Universidade de Aveiro (Portugal).


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

Foto José Menezes

“Genius (of modern music)”

Sem as fronteiras habituais das linhas de repertório original ou do jazz americano ou da música de qualquer outra raiz, o que mais valorizo e procuro neste trio é o som coletivo e o prazer de fazer música em grupo com muita improvisação. Sem pretensões e na minha formação preferida... o trio!

Paulo Gomes Piano

José Carlos Barbosa Contrabaixo

Filipe Monteiro Bateria


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

Imagem Paulo Gomes

Imagem: Paulo Gomes

“Idiosyncrasies” é o terceiro disco de Alexandre Coelho Quartet. Marca também a estreia do quarteto pelo Carimbo Porta-Jazz. Depois dos discos “Saturday” e “Sunday” (Sintoma Records, 2015 e 2016) terem sido bem acolhidos pela crítica, com “Sunday” a integrar o Top 5 dos melhores discos de jazz português para o ano de 2016 ,na perspectiva da publicação JazzLogical, o quarteto mereceu também o prémio de Grupo Revelação na edição de 2017 da Festa do Jazz do São Luiz em parceria com a RTP.

Gonçalo Moreira Piano

João Cação Contrabaixo

João Mortágua Saxofone alto

Alexandre Coelho Bateria e composição


Crú: Espaço Cultural

Rua Alves Roçadas - Vila Nova de Famalicão

Foto Alexandre Coelho

Foto: Gonçalo Rui


O percurso de Mário Barreiros é, sem dúvida, muito eclético.

Natural do Porto (1961), estudou no Conservatório de Música do Porto e com Billy Hart, Joe Hunt e Kenny Washington.

Tocou entre outros com Lee Konitz, Wayne Shorter, Andy Sheppard, David Liebman, Frank Lacy, John Stubblefield, David Schnitter, Al Grey, António Pinho Vargas, Rao Kyao, José Eduardo, Maria João, Mário Laginha, José Peixoto, Carlos Barretto, Bernardo Sassetti, Carlos Bica, Rui Veloso & Os Optimistas, Pedro Abrunhosa & Os Bandemónio, Sexteto de Jazz de Lisboa, etc…

Como produtor trabalhou com Jafumega, Rui Veloso, Pedro Abrunhosa, Clã, Ornatos Violeta, Silence 4, Xutos & Pontapés, Rão Kyao, Da Weasel, Maria João & Mário Laginha, Carlos Barretto, David Fonseca, Jorge Palma, Sexteto Mário Barreiros, Luisa Sobral, Rui Massena, GNR, entre outros. Trabalhou como co-produtor com Mário Caldato.

Na sua carreira com mais de 4 décadas participou em centenas de concertos em Portugal e um pouco por todo o mundo. É actualmente baterista dos The Gift, Quarteto de Mário Barreiros e guitarrista dos Jafumega.

De 11 de Outubro a 29 de Novembro, a Porta-Jazz convida oito figuras incontornáveis do Jazz Português, em especifico do Jazz do Porto, para em tom de tertúlia após jantar, partilharem na primeira pessoa, as histórias e memórias vividas ao longo da fundação e desenvolvimento do movimento Jazz do Porto.


Moderação por Leo Pellegrim - Saxofonista Brasileiro, professor no curso de Saxofone da Universidade Federal de Pernambuco - UFPE, pesquisador do Instituto de Etnomusicologia, Centro de Estudos em Música e Dança (INET-MD) e doutorando em música pela Universidade de Aveiro (Portugal).


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

Foto Mário Barreiros

Qualquer alma que devote o mínimo de atenção às movimentações jazzísticas portuguesas da última década e meia sabe que, quando se fala de guitarristas, há um nome que se destaca acima de qualquer suspeita: André Fernandes.

Exímio instrumentista e dotadíssimo compositor, já tocou com uma miríade de enormes jazzmen nacionais e estrangeiros que lhe elogiam a originalidade (Lee Konitz, Mário Laginha, Maria João, Bernardo Sassetti, David Binney entre outros), a vitalidade e a versatilidade artística. Incansável obreiro do jazz local - não apenas como músico, mas também como mentor da editora Tone Of A Pitch, André Fernandes tem um novo grupo, depois de “Dream Keeper", projecto internacional que mereceu as melhores críticas dentro e fora de portas. “Centauri” junta Fernandes a dois dos mais talentosos e jovens saxofonistas portugueses, José Pedro Coelho e João Mortágua, e a uma das mais jovens e requisitadas secções rítmicas nacionais em Francisco Brito e João Pereira.

André Fernandes Guitarra e Composição

José Pedro Coelho Saxofone Tenor e Soprano

João Mortágua Saxofone Alto e Soprano

Francisco Brito Contrabaixo

João Pereira Bateria


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

Fotografia Centauri

Foto: Tiago Machado


O duo Interplay de Francois Moutin e Kavita Shah é uma viagem de improvisação sobre temas impregnados de lirismo. Juntos Moutin e Shah demonstram virtuosismo, espontaneidade e lirismo através de um repertório de standards e musica original, adaptada a uma instrumentação acústica única, de contrabaixo e voz. O álbum, gravado nos estúdios Sear Sound em Nova York e no Le Studio de Meudon em Paris, apresenta 11 faixas que vão desde clássicos como "La Vie en Rose" de Edith Piaf até instrumentais como “Blah Blah” de Dafnis Prieto, passando por composições originais de Shah e Moutin.

Kavita Shah Voz

François Moutin Contrabaixo


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

Fotografia François e Kavita

Foto: Serge Sluyts

O duo Interplay de Francois Moutin e Kavita Shah é uma viagem de improvisação sobre temas impregnados de lirismo. Juntos Moutin e Shah demonstram virtuosismo, espontaneidade e lirismo através de um repertório de standards e musica original, adaptada a uma instrumentação acústica única, de contrabaixo e voz. O álbum, gravado nos estúdios Sear Sound em Nova York e no Le Studio de Meudon em Paris, apresenta 11 faixas que vão desde clássicos como "La Vie en Rose" de Edith Piaf até instrumentais como “Blah Blah” de Dafnis Prieto, passando por composições originais de Shah e Moutin.

Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

Fotografia François e Kavita

Foto: Serge Sluyts

O duo Interplay de Francois Moutin e Kavita Shah é uma viagem de improvisação sobre temas impregnados de lirismo. Juntos Moutin e Shah demonstram virtuosismo, espontaneidade e lirismo através de um repertório de standards e musica original, adaptada a uma instrumentação acústica única, de contrabaixo e voz. O álbum, gravado nos estúdios Sear Sound em Nova York e no Le Studio de Meudon em Paris, apresenta 11 faixas que vão desde clássicos como "La Vie en Rose" de Edith Piaf até instrumentais como “Blah Blah” de Dafnis Prieto, passando por composições originais de Shah e Moutin.

Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

Fotografia François e Kavita

Foto: Serge Sluyts

Falar de André Sarbib é falar de um dos mais prestigiados músicos do panorama Português no campo do Jazz e não só. Para fundamentar a evidência seria suficiente aludir aos grupos e bandas que formou. Mas o melhor historial que este pianista autodidata pode exibir é a sua colaboração com músicos como: Joe Lovano, Barry Altschul, Ivan Lins, Carles Benavente, Ruben Dantas, Alice Day, Jorge Rossi, Shaeb Sarbib, Carlos Carli, Jorge Pardo, Javier Colina, Joaquin Chacon, Paulo de Carvalho, Rão Kião, António Serrano, Leonardo Amuedo, entre muitos outros. A esses trabalhos podemos juntar-lhe as suas contribuições em concertos e gravações de músicos e cantores de primeira linha no panorama português e internacional.

De 11 de Outubro a 29 de Novembro, a Porta-Jazz convida oito figuras incontornáveis do Jazz Português, em especifico do Jazz do Porto, para em tom de tertúlia após jantar, partilharem na primeira pessoa, as histórias e memórias vividas ao longo da fundação e desenvolvimento do movimento Jazz do Porto.


Moderação por Leo Pellegrim - Saxofonista Brasileiro, professor no curso de Saxofone da Universidade Federal de Pernambuco - UFPE, pesquisador do Instituto de Etnomusicologia, Centro de Estudos em Música e Dança (INET-MD) e doutorando em música pela Universidade de Aveiro (Portugal).


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

André Sarbib

Neste regresso à Porta-Jazz, Diogo Vida traz na bagagem o seu terceiro disco de originais, EL DUENDE. Editado na Primavera, tem recebido os maiores elogios do público especializado e da imprensa livre e servirá de pretexto para um reencontro com o contrabaixista Filipe Teixeira e o baterista João Cunha, cúmplices de Vida no seu primeiro álbum "Alegria" (2011). Este concerto será uma celebração e um reencontro há muito tempo esperado e seguramente ninguém ficará indiferente.

Diogo Vida Piano e composição

Filipe Teixeira Contrabaixo

João Cunha Bateria


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

Fotografia Diogo Vida

Foto: Pedro S.


AP é um valor seguro no jazz nacional. Licenciado pela ESMAE em guitarra jazz e com um mestrado em Composição, escreve música com uma forte componente rítmica, por forma a criar contrastes sólidos entre os seus arranjos e os momentos de improvisação. Para este registo, AP destaca o contributo individual de cada um dos músicos que o acompanham, e visto que já editou 6e5 (TOAP, 2012) com o seu quinteto, e Mergulho (Carimbo Porta-Jazz, 2014) com o large ensemble Coreto, propõe agora uma nova abordagem em quarteto.

AP Guitarra e composição

Carlos Azevedo Piano

Filipe Teixeira Contrabaixo

José Marrucho Bateria


Crú: Espaço Cultural

Rua Alves Roçadas - Vila Nova de Famalicão

Fotografia AP

Foto: João Saramago


Ao longo do seu percurso musical Alberto Jorge tocou com bandas nascidas no Porto como Psico, Nirvana, Smoog, Quarteto 1111 - banda residente do programa semanal Árvore das Patacas, no programa televisivo Jazz em Portugal - Corleone Big-Band, Jig, entre muitos outras.

Colaborou também com a Orquestra Sinfónica do Porto, a Orquestra de Câmara de Braga, a Orquestra Salão Jardim Passos Manuel e a Orquestra Ligeira do Festival Eurovisão da Canção.

Com a banda de Paulino Garcia acompanhou os maiores nomes da canção portuguesa, e gravou numerosos discos e música para filmes, nomeadamente Táxi na Cidade e O Homem que Matou o Diabo. Participou também na gravação de Primavera de Destroços dos Mão Morta, bem como em Encontros e Segredo Maior do musicólogo João Loio. Alberto Jorge iniciou os seus estudos de contrabaixo de cordas na classe do professor Norberto Nascimento, com quem estudou sete anos. Trabalhou também com o Professor Adriano Aguiar no aperfeiçoamento estilístico e técnico e foi aluno da classe de música de câmara da Academia de Música de Espinho sob direção do professor José Luís Duarte.

Leccionou baixo eléctrico, contrabaixo, improvisação e combo na Escola de Jazz do Porto durante 18 anos. Essa longa colaboração gerou toda uma nova geração de baixistas de excelente qualidade. A sua catividade de professor estende-se também a outras escolas do norte do país, nomeadamente o Centro de Cultura e Recreio do Orfeão da Feira, Oficina de Música de Aveiro e o Hangar do Rock, além de docência privada. É um regular orador convidado em work-shops e seminários de jazz nomeadamente na Universidade católica do Porto, Instituto Piaget, Conservatório de Braga, Academia de Música de Vilar de Paraíso e em diversas escolas privadas.

Presentemente trabalha no seu livro Método de Trabalho para Contrabaixo, Baixo Eléctrico e Improvisação, com o qual pretende passar a sua própria experiência enquanto músico profissional.

De 11 de Outubro a 29 de Novembro, a Porta-Jazz convida oito figuras incontornáveis do Jazz Português, em especifico do Jazz do Porto, para em tom de tertúlia após jantar, partilharem na primeira pessoa, as histórias e memórias vividas ao longo da fundação e desenvolvimento do movimento Jazz do Porto.


Moderação por Leo Pellegrim - Saxofonista Brasileiro, professor no curso de Saxofone da Universidade Federal de Pernambuco - UFPE, pesquisador do Instituto de Etnomusicologia, Centro de Estudos em Música e Dança (INET-MD) e doutorando em música pela Universidade de Aveiro (Portugal).


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

Foto Alberto Jorge

Foto: Joaquim Torres

“Moving” é o título do 5º álbum do saxofonista Desidério Lázaro.

Desidério Lázaro, reconhecido saxofonista e tido como um dos melhores músicos de jazz português, regressa às gravações em nome próprio. Neste disco apresenta-se em quarteto, fazendo-se acompanhar de João Firmino nas guitarras, Francisco Brito nos baixos, e Joel Silva na bateria.

Moving” é um disco de viagens, temporais e físicas, uma soma eclética de géneros e estados emocionais, algo a que o saxofonista algarvio já nos habitou. Assim, desde o enérgico tema homónimo “Moving” ao sereno “Introspective”, passando pelas homenagens a pai (“Hidden Pain”) e filho (“Lullaby”), é impossível não se relacionar com esta música que, embora polvilhada de jazz e rock em doses repartidas, se quer cada vez mais cinematográfica e envolvente.

O 5º álbum de música original do saxofonista Desidério Lázaro, “Moving”, chegou-nos no início deste ano, sob o selo da editora independente Sintoma Records.

Desidério Lázaro Saxofone tenor

João Firmino Guitarra elétrica e acústica

Francisco Brito Contrabaixo e baixo elétrico

Joel Silva Bateria


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

Fotografia de Desidero Lazaro

Foto: João de Barros

Este disco surge de um encontro pouco usual entre dois contrabaixos e do prazer da exploração, da criatividade e da procura da nossa própria visão de beleza. Tentamos ser o mais honestos com a música e connosco, levamos o contrabaixo ao papel de protagonista e trabalhamos a terra cósmica para colher os frutos espirituais.

Concerto de Lançamento

com Carimbo da Porta-Jazz


Demian Cabaud Contrabaixo

Torbjörn Zetterberg Contrabaixo


FEUP

s/n, R. Dr. Roberto Frias, 4200-465 Porto

Cartaz lançamento Demian Cabaud & Torbjörn Zetterberg

Pirâmide quadrangular assente em ripas estridentes.

Fusão entre o erudito e o urbano.

Ode ao pássaro citadino e à geometria pagã.

João Mortágua Saxofone alto e soprano

José Soares Saxofone alto

Hugo Ciríaco Saxofone tenor

Rui Teixeira Saxofone barítono

Alex Rodriguez-Lázaro Bateria

Pedro Vasconcelos Bateria e percussões


Jardins do Palácio de Cristal

R. de Dom Manuel II 282, 4050-378 Porto

Fotografia Axes

Foto: Miguel Estima


AP é um valor seguro no jazz nacional. Licenciado pela ESMAE em guitarra jazz e com um mestrado em Composição, escreve música com uma forte componente rítmica, por forma a criar contrastes sólidos entre os seus arranjos e os momentos de improvisação. Para este registo, AP destaca o contributo individual de cada um dos músicos que o acompanham, e visto que já editou 6e5 (TOAP, 2012) com o seu quinteto, e Mergulho (Carimbo Porta-Jazz, 2014) com o large ensemble Coreto, propõe agora uma nova abordagem em quarteto.

AP Guitarra e composição

Carlos Azevedo Piano

Filipe Teixeira Contrabaixo

Acácio Salero Bateria


Jardins do Palácio de Cristal

R. de Dom Manuel II 282, 4050-378 Porto

fotografia AP

Foto: João Saramago

Um épico blend de Jazz, pop e stoner

Com um toque de

Espelhos e contra

Tempos e pontos.

Pontes.

"Mirrors" é o projeto liderado por João Mortágua, resultante da residência Guimarães Jazz/Porta-Jazz 2016.

João Mortágua Saxofones e composição

Ricardo Formoso Trompete e flugelhorn

Virxilio da Silva Guitarra

José Carlos Barbosa Baixo elétrico

Iago Fernandez Bateria


Jardins do Palácio de Cristal

R. de Dom Manuel II 282, 4050-378 Porto

fotografia Mirrors

Foto: Paulo Pacheco


“Origens” reúne uma serie de composições originais que descrevem o percurso desde a minha chegada a Portugal. Este trabalho é o resultado da fusão do meu background musical e pessoal com as influências dos diversos projetos em que participei ao longo destes últimos anos, principalmente no circuito de Jazz da cidade do Porto.

Ricardo Formoso Trompete e composição

Carlos Azevedo Piano

José Carlos Barbosa Contrabaixo

Marcos Cavaleiro Bateria


Jardins do Palácio de Cristal

R. de Dom Manuel II 282, 4050-378 Porto

fotografia Ricardo Formoso

Foto: Isabel González


“Idiosyncrasies” é o terceiro disco de Alexandre Coelho Quartet. Marca também a estreia do quarteto pelo Carimbo Porta-Jazz. Depois dos discos “Saturday” e “Sunday” (Sintoma Records, 2015 e 2016) terem sido bem acolhidos pela crítica, com “Sunday” a integrar o Top 5 dos melhores discos de jazz português para o ano de 2016 ,na perspectiva da publicação JazzLogical, o quarteto mereceu também o prémio de Grupo Revelação na edição de 2017 da Festa do Jazz do São Luiz em parceria com a RTP.

Gonçalo Moreira Piano

João Cação Contrabaixo

João Mortágua Saxofone alto

Alexandre Coelho Bateria e composição


Jardins do Palácio de Cristal

R. de Dom Manuel II 282, 4050-378 Porto

Fotografia Alexandre Coelho

Foto: Gonçalo Rui


“Passada uma década, regresso com um novo disco, em trio e com dois grandes músicos e amigos. Gosto de escrever música que tire todo o potencial dos seus intérpretes. Máximo de liberdade para um máximo de musicalidade. Com Luís Lapa na guitarra e composição, Filipe Teixeira no contrabaixo e Acácio Salero na bateria, o nome do trio “Pé de Cabra” não é mais do que uma “alusão àquilo que o grupo pretende: abrir portas e fronteiras entre variadíssimos géneros musicais, que é afinal a minha melhor definição”,

conforme refere Luís Lapa.

Luís Lapa Guitarra e Composição

Filipe Teixeira Contrabaixo

Acácio Salero Bateria


Palácio de Cristal

R. de Dom Manuel II 282, 4050-378 Porto

Fotografia Luis Lapa

Foto: Milene Vale


Houve certamente entre os Homens a ideia de que tivéssemos nós sido feitos para voar, nasceriamos com asas. A Passarola Voadora simboliza a ideia tornada realidade. Alude à capacidade em decifrar e utilizar a Natureza na criação de instrumentos que nos ajudam a contornar os nossos limites naturais, transformando a consciência de nós próprios. Ainda não nascemos com asas, e no entanto voamos.

José Pedro Coelho Saxofones

Xan Campos Piano

Demian Cabaud Contrabaixo

Marcos Cavaleiro Bateria


Jardins do Palácio de Cristal

R. de Dom Manuel II 282, 4050-378 Porto

Fotografia José Pedro Coelho

Este projecto é o sexto e mais recente álbum do Cabaud, “Astah”. É uma experiência intensa e fresca, já que as duas baterias trazem uma grande quantidade de possibilidades tanto em dinâmicas quanto em direções musicais, liderados pela experiência de uma verdadeira lenda do jazz, Jeff Williams. As composições tem sempre aquele fator de abertura que caracteriza a música do Cabaud, deixando espaço para que cada elemento expresse o seu ponto de vista e deixe impressa a sua própria personalidade. O resultado é sempre fresco e nunca se repete.

A essência da música está enraizada no jazz tradicional, com muitos momentos livres / improvisados e um “cheirinho” de música tradicional da Argentina .

João Pedro Brandão Sax e Flauta

João Grilo Piano

Demian Cabaud Contrabaixo

Marcos Cavaleiro Bateria

João Sousa Bateria

Inês Pereira Voz


Jardins do Palácio de Cristal

R. de Dom Manuel II 282, 4050-378 Porto

Fotografia Demian Cabaud

O novo disco de Paulo Gomes estende firmemente as suas asas numa arcada de estéticas opostas. De um lado surge meio corpo de uma picassiana pomba da paz, com traços essenciais e limpos. Acariciam momentos cristalinos onde o quarteto usa o espaço com amplitude serena. A delicadeza chega a ser um quinto membro da banda, para a interação. Do outro lado temos meio avião de combate, pronto a um ataque devastador. Este caos programado, ruidoso e violento em geral, deixa por vezes tensos silêncios; os silêncios com a memória da destruição. Guerra e Paz consegue fazer voar até às alturas emocionais mais elevadas um sugestivo híbrido de polos contrários.

Abe Rábade, fevereiro 2017

O concerto dos MAP no dia 11 Agosto, conta a participação especial de Eduardo Cardinho.

Paulo Gomes Piano

Eduardo Cardinho Vibrafone

João Paulo Rosado Contrabaixo

Acácio Salero Bateria


Jardins do Palácio de Cristal

R. de Dom Manuel II 282, 4050-378 Porto

Fotografia MAP

Pele de Papel, o segundo disco dos pLoo pretende uma convivência multicultural dentro do mesmo espaço, um local onde o jazz, a música do mundo, a música improvisada livremente e a música contemporânea possam coabitar.

Daniel Dias Trombone

José Soares Sax

Eurico Costa Guitarra

Diogo Dinis Contrabaixo

Paulo Costa Bateria


Jardins do Palácio de Cristal

R. de Dom Manuel II 282, 4050-378 Porto

Fotografia pLoo

A música, sobretudo a improvisada, reflecte a essência dos próprios músicos que a interpretam. Para isso contribuem fatores por vezes tão subtis como aqueles que originam os próprios sonhos, que apesar de tantas vezes distantes da razão, são sempre o perfeito reflexo dum estado d’alma.

A música deste grupo pretende despertar em todos os intervenientes um conjunto de sensações que estão para além da razão e da consciência transformando-se assim numa experiência única para cada ouvinte..

Rui Teixeira Saxofones

Vasco Agostinho Guitarra

José Carlos Barbosa Contrabaixo

Marcos Cavaleiro Bateria


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

Fotografia Quarteto Vasco Agostinho

Na música, como na vida, a impermanência das coisas é a única verdade que alimenta o desenvolvimento e a criatividade da nossa existência. Da existência de tudo afinal. Quando nos apercebemos daquilo que uma coisa é, esta já não o é da mesma forma. Ou somos nós que olhamos para ela de outra maneira. Esta é então a razão pela qual esta música se recria e se transforma a cada momento e nunca se repete.

Com raízes na tradição jazzística e fortemente ligada à improvisação livre e experimental, os sons que daí resultam fazem parte de uma história musical impermanente e em constante evolução. A trompetista, improvisadora e compositora Susana Santos Silva, já um nome de referência do jazz contemporâneo e música improvisada dentro e fora de Portugal, reúne neste projecto João Pedro Brandão, Hugo Raro e Marcos Cavaleiro (músicos do Porto e seus colaboradores de longa data, todos parte da Associação Porta-Jazz) Torbjörn Zetterberg, contrabaixista sueco com quem tem trabalhado assiduamente nos últimos quatro anos, particularmente no seu projecto em duo e Ana Carvalho, artista multimédia, que irá realizar video em tempo real.

Susana Santos Silva Composições / Trompete

João Pedro Brandão Saxofone alto / Flauta

Hugo Raro Piano

Filipe Louro Contrabaixo

José Marrucho Bateria


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

Fotografia Susana Santos Silva

Natural de Lisboa, Sara Serpa é uma cantora, compositor e improvisadora que através da sua práctica e performance explora uma abordagem única instrumental no seu estilo vocal. Reconhecida internacionalmente pelo seu canto sem palavras, desde que se estabeleceu em Nova York, em 2008, Serpa tem desenvolvido e apresentado o seu trabalho nos campos do jazz, música improvisada e experimental.

Descrita pela revista JazzTimes como “uma virtuosa nas paisagens vocais sem palavras” e pelo New York Times como “uma cantora de pose elegante e visão cosmopolita” Serpa começou a sua carreira gravando e actuando com expoentes da cena jazzística como o pianista nomeado para Grammy’s Awards Danilo Perez e o recipiente dos prémios Guggenheim e MacArthur Fellow Ran Blake.

A sua música requintada inspira-se em variadas formas de literatura, cinema, artes visuais, natureza, e história. Como líder, Sara Serpa produziu e editou oito álbums, o último sendo Close Up (2018), destacado pelo Público como “testemunho maior da sua afirmação na cena jazzística de hoje” . Serpa tem colaborado com um número extenso de músicos, entre eles André Matos, John Zorn, Mycale Vocal 4tet, Guillermo Klein, Andreia Pinto-Correia, Derek Bermel, Kris Davis, Aya Nishina, Nicole Mitchell.

Para além deste trio, Serpa lidera um trio com Mark Turner e Zeena Parkins, numa performance interdisciplinar que combina imagem e música ao vivo intitulada Recognition,e o City Fragments Ensemble (3 vozes + 3 instrumentos) com Sofia Rei, Aubrey Johnson, André Matos, Erik Friedlander e Tyshawn Sorey.

17H00 - Masterclass

21H30 - Concerto

Inscrição para a masterclass através do email producao.portajazz@gmail.com


Sara Serpa Voz/Composição

Ingrid Laubrock Caxofones

Demian Cabaud Contrabaixo


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

Fotografia Sara Serpa

Este projecto é o sexto e mais recente álbum do Cabaud, “Astah”.

É uma experiência intensa e fresca, já que as duas baterias trazem uma grande quantidade de possibilidades, tanto em dinâmicas quanto em direções musicais.

As composições têm sempre aquele fator de abertura que caracteriza a música do Cabaud, deixando espaço para que cada elemento expresse o seu ponto de vista e deixe impressa a sua própria personalidade. O resultado é sempre fresco e nunca se repete.

A essência da música está enraizada no jazz tradicional , com muitos momentos livres / improvisados e um “cheirinho” de música tradicional da Argentina.

João Pedro Brandão Sax e Flauta

Xan Campos Piano

Demian Cabaud Contrabaixo

Iago Fernandez Bateria

Marcos Cavaleiro Bateria


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

Fotografia Demian Cabaud

Este projecto tem a sua génese na assunção de claras empatias musicais entre os seus membros, tendo sido a vinda de Simon Jermyn a Portugal um factor decisivo para a sua consolidação.

Sendo o jazz o universo comum entre os seus membros, a premissa de “the Nada” é, desde o início, a da procura de novos cenários e influências de onde a improvisação também possa brotar, bem como da aplicação de conceitos composicionais provenientes de outras correntes musicais. A exploração sonora com recurso a efeitos electrónicos e a sua coexistência com sons acústicos alavanca, muitas vezes, o potencial pictórico e amplia a diversidade paisagística deste grupo.

Assim, sente-se a presença de elementos característicos da música electrónica, da música tradicional, do rock, da música improvisada e da composição erudita contemporânea, bem como do jazz.

Em suma, o projecto pretende-se uma plataforma onde possam co-existir um “beat” de influência electrónica com uma melodia de índole tradicional, ou onde de uma explosão “rockeira” desponte um solo subsidiário do “freejazz”. A improvisação e a expressão artística de carácter vincado são elementos agregadores fortes.

João Guimarães Sax e Teclado

Eurico Costa Guitarra eléctrica

Filipe Louro Baixo eléctrico

José Marrucho Bateria


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

Fotografia The Nada

Num círculo de tambores não há “cabeça nem cauda”, apenas um pulso como motor da exploração dos sons!

Este núcleo de amigos propõe-se a arrastar consigo todos aqueles que se deixarem apanhar pelo ideia de unidade…

Ricardo Coelho Tambor#1

Mané Fernandes Tambor#2

Filipe Louro Tambor#3


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

Fotografia Ricardo Coelho Circle

O trompetista norte-americano reside há alguns anos em Paris onde é um músico activo. Vem apresentar o seu disco a Portugal, Bleu, que conta com excelentes músicos e cada vez mais atenção por parte da crítica.

Hermon Mehari Trompete

João Guimarães Saxofone

Peter Schlamb Vibrafone/Piano

Demian Cabaud Contrabaixo

Ryan Lee Bateria


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

fotografia hermon mehari

Depois do lançamento, em Maio de 2015, do seu disco de estreia “Páginas” com Carimbo da Porta-Jazz ter sido calorosamente acolhido pela crítica e pelo público, o trio, por vezes em formação mais alargada, teve oportunidade de se apresentar em várias salas e festivais do pais como por exemplo: Casa da Música, Palácio de Cristal, RampaJazz e Festival de Jazz de Viseu, entre outros.

Depois de viradas as “Páginas”, o trio procura agora desenvolver novos temas e refrescar o seu repertório, sempre movido pelo intuito inicial de explorar as suas possibilidades sonoras, sem instrumento harmónico.

João Mortágua Sax Alto

Filipe Teixeira Contrabaixo

Acácio “Salero” Cardoso Bateria


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

fotografia filipe teixeira trio

“Passada uma década, regresso com um novo disco, em trio e com dois grandes músicos e amigos. Gosto de escrever música que tire todo o potencial dos seus intérpretes. Máximo de liberdade para um máximo de musicalidade”.

Com Luís Lapa na guitarra e composição, Filipe Teixeira no contrabaixo e Acácio Salero na bateria, o nome do trio “Pé de Cabra” não é mais do que uma “alusão àquilo que o grupo pretende: abrir portas e fronteiras entre variadíssimos géneros musicais, que é afinal a minha melhor definição”.

Luis Lapa Guitarra, Composição

Filipe Teixeira Contrabaixo

Acácio Salero Bateria


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

fotografia álbum luís lapa & pé de cabra

Hernán Merlo é um conceituado e célebre contrabaixista/compositor de jazz argentino, que estará de passagem por Portugal para dois concertos únicos. Aluno em tempos, de Charlie Haden e Mark Helias, acompanhou grande nomes do jazz, entre eles: Dave Kikoski, Joe Pass, Barry Altschul, Chris Cheek, Conrad Herwig, Ingrid Jensen, entre outros

Para interpretar os seus temas, fará acompanhar-se de três músicos portugueses, que em conjunto irão propor uma música livre, intimista e de total procura.

Hernán Merlo Contrabaixo e composição

José Pedro Coelho Saxofone Tenor

Eurico Costa Guitarra

Marcos Cavaleiro Bateria


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

fotografia hernán merlo

Concerto de Lançamento

pLoo “Pele de Papel”


Paulo Costa Bateria

Diogo Dinis Contrabaixo, Baixo

Eurico Costa Guitarra

Daniel Dias Trombone

João Mortágua Sax Alto


FEUP

s/n, R. Dr. Roberto Frias, 4200-465 Porto

cartaz lançamento pLoo Pele de Papel

“O novo disco de Paulo Gomes estende firmemente as suas asas numa arcada de estéticas opostas. De um lado surge meio corpo de uma picassiana pomba da paz, com traços essenciais e limpos. Acariciam momentos cristalinos onde o quarteto usa o espaço com amplitude serena. A delicadeza chega a ser um quinto membro da banda, para a interação.

Do outro lado temos meio avião de combate, pronto a um ataque devastador. Este caos programado, ruidoso e violento em geral, deixa por vezes tensos silêncios; os silêncios com a memória da destruição.

Guerra e Paz consegue fazer voar até às alturas emocionais mais elevadas um sugestivo híbrido de polos contrários.”

Abe Rábade, fevereiro 2017

Paulo Gomes Piano

Miguel Moreira Guitarra

Miguel Ângelo Contrabaixo

Acácio Salero Bateria


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

Fotografia MAP

Este projecto é o sexto e mais recente álbum do Cabaud, “Astah”.

É uma experiência intensa e fresca, já que as duas baterias trazem uma grande quantidade de possibilidades tanto em dinâmicas quanto em direções musicais, liderados pela experiência de uma verdadeira lenda do jazz, Jeff Williams.

As composições tem sempre aquel fator de abertura que caracteriza a música do Cabaud, deixando espaço para que cada elemento expresse o seu ponto de vista e deixe impressa a sua própria personalidade, o resultado é sempre fresco e nunca se repete.

A essência da música está enraizada no jazz tradicional, com muitos momentos livres/improvisados e um “cheirinho” de música tradicional da Argentina.

Concerto de Lançamento

Demian Cabaud “Astah”


Gonçalo Marques Trompete

João Pedro Brandão Saxofone e Flauta

Xan Campos Piano

Demian Cabaud Contrabaixo

Jeff Williams Bateria

Iago Fernandez Bateria


FEUP

s/n, R. Dr. Roberto Frias, 4200-465 Porto

poster Astah FEUP

Pele de Papel, o segundo disco dos pLoo pretende uma convivência multicultural dentro do mesmo espaço, um local onde o jazz, a música do mundo, a música improvisada livremente e a música contemporânea possam coabitar.

João Guimarães Saxofone

Joaquim Rodrigues Piano

Miguel Ângelo Contrabaixo

Marcos Cavaleiro Bateria


Auditório CILV

Luis Lapa Guitarra

Filipe Teixeira Contrabaixo

Acácio Salero Bateria


Quinta do Caminho

Caminho de Santiago, Nº 2417, Pedreira, 4930-107 Cerdal

Este quarteto dá vida às mais recentes composições de José Pedro Coelho, que se apresenta uma vez mais enquanto líder.

Através de um repertório fortemente orientado para a improvisação, ‘Passarola Voadora’ convida a uma narrativa musical densa e forte, mas ao mesmo tempo leve e romântica.

Concerto de Lançamento

José Pedro Coelho "Passarola Voadora"


José Pedro Coelho Saxofones

Xan Campos Piano

Demian Cabaud Contrabaixo

Marcos Cavaleiro Bateria


FEUP

s/n, R. Dr. Roberto Frias, 4200-465 Porto

poster lançamento passarola voadora - josé pedro coelho

Paulo Gomes Piano

Miguel Moreira Guitarra

Miguel Ângelo Contrabaixo

Acácio Salero Bateria


Quinta do Caminho

Caminho de Santiago, Nº 2417, Pedreira, 4930-107 Cerdal

Renato Dias Guitarra

Filipe Teixeira Contrabaixo

Filipe Monteiro Bateria


Quinta do Caminho

Caminho de Santiago, Nº 2417, Pedreira, 4930-107 Cerdal

Mariana Vergueiro Voz

Pedro Neves Piano

Nuno Campos Contrabaixo

Nuno Oliveira Bateria


Auditório CILV

João Mortágua Saxofone

Gonçalo Moreira Piano

João Cação – Contrabaixo

Alexande Coelho – Bateria


Quinta do Caminho

Caminho de Santiago, Nº 2417, Pedreira, 4930-107 Cerdal