cartaz Jazz ao Relento 2019

João Mortágua Saxofone Alto e Soprano

José Pedro Coelho Saxofone Tenor

Miguel Moreira Guitarra

José Carlos Barbosa Contrabaixo

José Marrucho Bateria


“Dentro da Janela” é o disco mais recente de João Mortágua, gravado em 2019 com Carimbo Porta-Jazz. Segundo a crítica, este disco vem confirmar a força criativa e originalidade de Mortágua, num disco sólido e cheio de surpresas.  Sobressaem influências como a música improvisada, o novo rock, o jazz europeu ou até a EDM. Depois do Teatro S. Luiz e da Casa da Música, o quinteto apresentou o álbum no CAA (Águeda) e no Liceu Camões (concerto Antena 2).

José Marrucho & João Guimarães DJ set


Dois músicos do Porto que fazem parte do movimento Porta-Jazz e que partilham, nesta noite, algumas das suas referências e novas descobertas na área do jazz.


Jardins do Palácio de Cristal

R. de Dom Manuel II, 4050-346 Porto

foto João Mortágua


Hugo Caldeira Trombone

José Pedro Coelho Saxofone Tenor

João Grilo Piano

Demian Cabaud Contrabaixo

Marcos Cavaleiro Bateria e Bombo Leguero


Tanto na parapsicologia como na música, uma experiência de aparição é uma experiência anómala caracterizada pela aparente perceção de uma entidade sem que haja qualquer estímulo material para tal percepção. Este é o terceiro disco de Demian Cabaud gravado com Carimbo Porta-Jazz, depois de “Astah” em 2017 que recebeu a atenção da revista americana Downbeat, e “A Terra é de Quem a Trabalha” uma co-autoria com o contrabaixista Sueco Torbjörn Zetterberg. Demian é um dos contrabaixistas mais ativos em Portugal, tendo sido destacado como o melhor contrabaixista nacional em 2018, pela Jazz.pt.

Senhor Guimarães DJ set


Nasceu em Guimarães (Portugal) em 1951. Durante 30 anos, estudou, foi à guerra e emigrou; em 81 chegou ao Porto por onde andou a ser professor mas a pensar noutras coisas: 1985 Anikibóbó, 2004  Passos Manuel. É António mas chamam-lhe Becas e como Dj é um «Senhor».


Jardins do Palácio de Cristal

R. de Dom Manuel II, 4050-346 Porto

foto Demian Cabaud

Foto: Adriana Melo - Mínima


Jeffery Davis Vibrafone

Óscar Marcelinho da Graça Piano

José Soares Saxofone Alto e Soprano

Nelson Cascais Contrabaixo

Diogo Alexandre Bateria


Jeffery Davis Quinteto foi concebido, primordialmente, devido à necessidade de Jeffery Davis se exprimir como compositor e com o intuito de demonstrar que o vibrafone pode ser utilizado de forma inovadora num contexto de ensemble e de composição. A sua utiização enquanto instrumento melódico mas, igualmente, como harmónico é aquilo de define, em grande parte, a sonoridade do projeto. Os membros deste quinteto de jazz foram cuidadosamente selecionados devido às suas características sonoras, harmónicas e melódicas.Os temas escritos, por Jeffery Davis, para este ensemble denotam uma profunda influência da música de câmara erudita e do jazz; mesmo dentro do jazz há uma tentativa de usar um estilo harmónico mais moderno e sofisticado com uma base de groove muitas vezes inspirado no swing e em estilos mais tradicionais. A totalidade da música tocada pelo grupo apresenta-se com uma forte componente programática baseada na pintura e, principalmente, na literatura nomeadamente em Hermann Hesse e Ernest Hemingway (alguns dos temas chegam a ser verdadeiros resumos musicais das obras destes escritores, retiradas da imaginação do compositor).

Marcos Cruz DJ set


Embora tenha nascido em 1972, só a partir de meados dos anos 80 é que o Marcos começou a comprar música. Até aí viveu um bocado inibido pela irmã mais velha, que achava azeiteiro praticamente tudo de que ele gostava. E em muitas coisas tinha razão, diz o Marcos. Foi, porém, com a chegada dos anos 90 que abriu o baú da música negra. Um pouco à boleia do acid jazz sentiu a vontade de mergulhar mais a fundo tanto no jazz como na soul, o que depois o levou ao disco, ao hip hop, ao techno, ao house, até ao drum’n’bass, mas sobretudo ao funk, que foi a sua área de especialização durante quase todo o tempo que passou discos, cerca de 12 anos. Entretanto, nasceu a sua filha e há uma década que não se vê nos discos, a não ser os do fogão. O convite da Porta Jazz é, por isso, especial. Espera o Marcos que seja bom para todos.


Jardins do Palácio de Cristal

R. de Dom Manuel II, 4050-346 Porto

foto Jeffery Davis