Depois de 12 anos de vida musical, dois discos e muitos concertos de êxito em várias latitudes, o Quarteto de Lúcia Martinez apresenta “Plegaria”, o seu novo trabalho com o tenor galego Enrique Martínez.

“Plegaria” aborda um repertório original escrito por Lúcia Martinez e que funde o jazz com o canto lírico, num cruzamento de caminhos entre a música de câmara e a improvisação. Uma vez mais, perante o repto de interpretar uma música sem fronteiras e optimista.

Lucía Martínez Bateria, Percussão e Composição

João Pedro Brandão Saxofone Alto e Flauta Transversal

Pedro Neves Piano

Carl Minnemann Contrabaixo

Enrique Martínez Voz Tenor


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

Foto Lucia Martinez Quarteto

Foto: Mario Burbano

Esta inovadora banda liderada pelo guitarrista Portuense radicado em Londres está na linha da frente do Jazz contemporâneo Europeu.

Distinguindo-se pelo som único e energético a sua música revela um vasto leque de influências desde riff’s de rock até ao toque minimalista da música clássica contemporânea.

A força das composições e o talento de alguns dos músicos mais proeminentes do jazz Português combinam-se aqui num som sedutor e original capaz de captar a atenção do ouvinte mais relutante. Irão aqui apresentar música do seu mais recente trabalho “Somewhere in the middle”.

José Pedro Coelho Sax Tenor

João Mortágua Sax Alto

Nuno Campos Contrabaixo

Marcos Cavaleiro Bateria

Vitor Pereira Guitarra e Composição


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

Foto Vitor Pereira

Este quarteto dá vida às mais recentes composições de José Pedro Coelho, que se apresenta uma vez mais enquanto líder.

Através de um repertório fortemente orientado para a improvisação, ‘Passarola Voadora’ convida a uma narrativa musical densa e forte, mas ao mesmo tempo leve e romântica.

José Pedro Coelho Saxofones

Xan Campos Piano

Demian Cabaud Contrabaixo

Marcos Cavaleiro Bateria


Crú: Espaço Cultural

Rua Alves Roçadas - Vila Nova de Famalicão

Foto José Pedro Coelho

Foto: Carlos Azevedo


Eventos Passados

Uma guitarra, um piano... Dois solistas inspirados, considerados dos melhores da Bélgica, tocam as suas composições com uma cumplicidade evidente.

Ivan Paduart Piano, Composição

Patrick Deltenre Guitarra, Composição


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

Foto Ivan Paduart & Patrick Deltenre

Ivan Paduart Piano

Depois de um começo na área do jazz de fusão, nos anos 80, como líder do grupo AFTERTOUCH, o pianista e compositor Ivan Paduart vê a sua atividade principal no que pode ser descrito como jazz acústico moderno.

Ivan tornou-se, em poucos anos, um dos músicos de jazz mais proeminentes da Europa.

Com influencias inevitáveis de Bill Evans, Fred Hersch and Herbie Hancock, o pianista-compositor Ivan Paduart moldou o som e estilo individuais que ganharam reconhecimento e apreciação de músicos como Richard Galliano, Tom Harrell, Toots Thielemans, Manu Katché, Philip Catherine, Bert Joris, Richard Bona, Claude Nougaro, Bob Malach, Peter King, Nigel Hitchcock, Tim Armacost, Sylvain Luc, Toon Roos, Rick Margitza, Deborah Brown e com todos com quem fez música ao longo dos anos.

Patrick Deltenre Guitarra

Ao longo dos anos Patrick Deltenre tem participado em vários projetos de jazz e fusão liderados por Ivan Paduart como "Aftertouch", "Illusions sensorielles" e "Folies Douces". Tocou também com Mimi Verderame (bateria), Frédéric Jacquemin (bateria), François Garny (baixo), Frank Deruyter (saxofone tenor), Jean-Louis Rassinfosse (baixo), Michael Blass (piano), Félix Simtaine (bateria), Jean Warland (baixo) e Bruno Castellucci (baetria). Tocou também com Marc Lelangue, com a Calvin Owens Big Band, com o baterista Thierry Gutmann e baixista Michel Hatzigeorgiou


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

Foto Ivan Paduart & Patrick Deltenre

Bode Wilson é um coletivo de improvisação livre, assente em composições originais e formado por três dos mais activos e criativos músicos do Jazz português.

João Pedro Brandão Saxofone e Flauta

Demian Cabaud Contrabaixo

Marcos Cavaleiro Bateria


Crú: Espaço Cultural

Rua Alves Roçadas - Vila Nova de Famalicão

Foto Bode Wilson

Foto: Carlos Azevedo e João Pedro Brandão


As sessões do Clubedo que todas as noites oferecem, em locais do Porto que programam jazz habitualmente, concertos exclusivos, trios de jazz e, ponto importante, jam sessions abertas à comunidade de músicos que do encontro no palco fazem soar a criatividade e a dinâmica do jazz do Porto.

Paulo Gomes Piano

João Paulo Rosado Contrabaixo

Filipe Monteiro Bateria


Festival Porta-Jazz :: Epicentro local de um movimento internacional

Ponto de encontro de um movimento internacional, o Festival Porta-Jazz assume-se como promotor de intercâmbios inéditos entre músicos de Jazz. De 1 a 9 de Dezembro, o Porto é palco da maior edição do festival cuja programação conta com cerca de 30 concertos, entre estreias e parcerias artísticas inéditas, mas também um encontro de escolas, oficinas e jam sessions.


Hot Five Jazz & Blues Club

Largo do Actor Dias 51

Imagem Clubedo

Para celebrar o Festival Porta-Jazz e a nova parceria com o Festival Austríaco Bezau Beatz, músicos dos dois movimentos juntam-se em palco para um concerto espontâneo e inédito.

Festival Porta-Jazz :: Epicentro local de um movimento internacional

Ponto de encontro de um movimento internacional, o Festival Porta-Jazz assume-se como promotor de intercâmbios inéditos entre músicos de Jazz. De 1 a 9 de Dezembro, o Porto é palco da maior edição do festival cuja programação conta com cerca de 30 concertos, entre estreias e parcerias artísticas inéditas, mas também um encontro de escolas, oficinas e jam sessions.


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

Foto Porta/Jazz/Bezau-Neatz Reunion

O nome do quarteto é o do baterista, sendo também de sua autoria os temas de um repertório que já soma três discos, numa contagem começada em 2015. Ao Festival Porta-Jazz vêm apresentar o terceiro álbum, Idiosyncrasies, lançado em 2017 com o Carimbo Porta-Jazz.

Além de Alexandre Coelho, a formação completa-se com João Mortágua (saxofones alto e soprano), Gonçalo Moreira (piano) e João Cação (contrabaixo). Conheceram-se no Porto, onde estudaram jazz na ESMAE, e formaram este quarteto depois de diversos outros projectos individuais.

É, pois, de uma reunião musical e de uma amizade que se está a falar, numa conjugação de factores importantes no momento da composição, onde o contributo de todos se revela fundamental. Como em qualquer formação de jazz que se preze, não falta ainda espaço para a improvisação, forma de abrir clareiras para cada instrumentista registar uma morada temporária. Tudo isto poderá ser verificado nesta actuação especial do Quarteto Alexandre Coelho.

Alexandre Coelho Bateria e Composição

João Mortágua Saxofone Alto

Gonçalo Moreira Piano

João Cação Contrabaixo


Festival Porta-Jazz :: Epicentro local de um movimento internacional

Ponto de encontro de um movimento internacional, o Festival Porta-Jazz assume-se como promotor de intercâmbios inéditos entre músicos de Jazz. De 1 a 9 de Dezembro, o Porto é palco da maior edição do festival cuja programação conta com cerca de 30 concertos, entre estreias e parcerias artísticas inéditas, mas também um encontro de escolas, oficinas e jam sessions.


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

Foto Quarteto Alexandre Coelho

Traduzido para português, o nome deste trio é unidade de terapia intensiva e, de facto, não lhe falta intensidade. Porém, será mais à multiplicação de estímulos do que à agressividade sonora que se deve apontar-lhes essa característica. Os próprios dão uma ajuda nas definições, dizendo que a sua música soa a “Bitches Brew 2000 sem Miles Davis”. Não diz tudo, mas é um ponto de partida.

O projecto é composto por John Schröder (Fender Rhodes, guitarra e bateria), Wolfgang Zwiauer (baixo) e Alfred Vogel (bateria e samples). Em 2012 estrearam-se nas edições discográficas com Vogelperspektive Vol.4 e têm previsto para Janeiro o lançamento do seu segundo álbum, POWWOW!!!, registo que estão a acompanhar com a edição de uma faixa mensal extra no bandcamp, dada a grande quantidade de material que gravaram nos últimos anos..

Esta actuação surge na sequência de uma nova parceria da Porta-Jazz com o festival austríaco Bezau Beatz, fundado em 2013.

John Schröder Fender Rhodes e Guitarra

Wolfgang Zwiauer Baixo

Alfred Vogel Bateria


Festival Porta-Jazz :: Epicentro local de um movimento internacional

Ponto de encontro de um movimento internacional, o Festival Porta-Jazz assume-se como promotor de intercâmbios inéditos entre músicos de Jazz. De 1 a 9 de Dezembro, o Porto é palco da maior edição do festival cuja programação conta com cerca de 30 concertos, entre estreias e parcerias artísticas inéditas, mas também um encontro de escolas, oficinas e jam sessions.


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

Foto Intensivstation

As sessões do Clubedo que todas as noites oferecem, em locais do Porto que programam jazz habitualmente, concertos exclusivos, trios de jazz e, ponto importante, jam sessions abertas à comunidade de músicos que do encontro no palco fazem soar a criatividade e a dinâmica do jazz do Porto.


O ESMAE Jazz Ensemble é o reflexo do trabalho que vamos desenvolvendo na licenciatura em Jazz na ESMAE. Composto por alguns dos nossos melhores alunos, o grupo interpreta temas de Jazz Contemporâneo.

Pedro Matos Saxofone Tenor

Gil Silva Trombone

Joaquim Festas Guitarra

Afonso Traficante Vibrafone

Gianni Narduzi Contrabaixo

João Cardita Bateria


Festival Porta-Jazz :: Epicentro local de um movimento internacional

Ponto de encontro de um movimento internacional, o Festival Porta-Jazz assume-se como promotor de intercâmbios inéditos entre músicos de Jazz. De 1 a 9 de Dezembro, o Porto é palco da maior edição do festival cuja programação conta com cerca de 30 concertos, entre estreias e parcerias artísticas inéditas, mas também um encontro de escolas, oficinas e jam sessions.


Café Rivoli

R. do Bonjardim 143

Imagem Clubedo
Foto Ohad Talmor + Coreto

Estreia de um encontro musical entre Ohad Talmor e o CORETO. Este importante compositor e saxofonista escreveu e orquestrou temas para o colectivo, dados a ouvir pela primeira vez neste concerto imperdível.

Há algumas características que tornam o encontro especial. A começar pela formação do CORETO, composto por 12 elementos de uma nova geração de músicos ligados ao Porto, todos com carreiras firmadas. O próprio colectivo tem-se destacado como um dos mais interessantes em Portugal, num trabalho já materializado através de quatro discos e colaborações com 15 compositores.

Sendo a criação de repertório original e a experimentação essenciais para o CORETO, este convite a Ohad Talmor torna-se particularmente interessante. Trata-se de um músico com uma carreira longa e reconhecida na composição, num percurso começado com o histórico Lee Konitz, com quem trabalhou enquanto compositor e intérprete. Colabora regularmente com a Orquestra Jazz de Matosinhos e tem ainda sido líder de diversos grupos, como o sexteto NewsReel e o noneto Mass Transformation, havendo ainda bandas sonoras para cinema, no que se conta o premiado Low Down, sobre o pianista Joe Albany.

Ohad Talmor Composição, Saxofone Tenor

João Pedro Brandão Saxofones e Flauta

José Pedro Coelho Saxofones

Hugo Ciríaco Saxofone

Rui Teixeira Saxofone e Clarinete Baixo

Susana Santos Silva Trompete

Ricardo Formoso Trompete

Daniel Dias Trombone

Andreia Santos Trombone

AP Guitarra

Hugo Raro Piano

José Carlos Barbosa Contrabaixo

José Marrucho Bateria


Festival Porta-Jazz :: Epicentro local de um movimento internacional

Ponto de encontro de um movimento internacional, o Festival Porta-Jazz assume-se como promotor de intercâmbios inéditos entre músicos de Jazz. De 1 a 9 de Dezembro, o Porto é palco da maior edição do festival cuja programação conta com cerca de 30 concertos, entre estreias e parcerias artísticas inéditas, mas também um encontro de escolas, oficinas e jam sessions.


Rivoli - Grande Auditório

R. do Bonjardim 143

Foto Ohad Talmor + Coreto

Um dos mais activos músicos portugueses convida um dos contrabaixistas mais importantes da actualidade. O resultado vai ser revelado nesta actuação imperdível.

O projecto andava há algum tempo em incubação. Assenta na reflexão e exploração de ideias compostas especificamente para este colectivo, construindo um repertório com uma identidade marcada e capaz de trazer ao de cima as possibilidades desta reunião de talentos. Assim sendo, o caminho estará livre para cada um acrescentar a sua marca às composições, num concerto que se adivinha especial.

A partir da bateria, Marcos Cavaleiro vai conduzir um grupo que tem no contrabaixista Thomas Morgan a sua outra figura de destaque, ele que se tem destacado nas últimas duas décadas como um dos mais relevantes músicos do jazz actual. A acompanhá-los estão outros dois grandes nomes nacionais: João Guimarães no saxofone alto e André Fernandes na guitarra, formando um quarteto coeso e o suficientemente multifacetado.

Marcos Cavaleiro Bateria

Thomas Morgan Contrabaixo

João Guimarães Saxofone

André Fernandes Guitarra


Festival Porta-Jazz :: Epicentro local de um movimento internacional

Ponto de encontro de um movimento internacional, o Festival Porta-Jazz assume-se como promotor de intercâmbios inéditos entre músicos de Jazz. De 1 a 9 de Dezembro, o Porto é palco da maior edição do festival cuja programação conta com cerca de 30 concertos, entre estreias e parcerias artísticas inéditas, mas também um encontro de escolas, oficinas e jam sessions.


Rivoli - Grande Auditório

R. do Bonjardim 143

Foto Marcos Cavaleiro feat Thomas Morgan

É uma formação pouco vista no panorama geral: um trio com um clarinete baixo, uma bateria e um baixo de duas cordas. O resto é feito com alguma percussão e electrónica, mas o essencial está mesmo na conjugação destes três instrumentos, assim como no som quente e cheio que produzem quando explorados por estes músicos talentosos.

Os Hang Em High foram buscar o nome a um filme protagonizado por Clint Eastwood, em 1968, cujo tema título deu que falar numa versão de Booker T. And The M.G.’s. Andam entre o jazz e o rock, numa rejeição de fronteiras que tanto os põe a circular em ritmo desenfreado como a pairar numa toada cósmica (sendo possível que o nome da banda americana Morphine venha à baila, visto que é uma influência assumida).

Estrearam-se com um álbum homónimo em 2013 e no ano passado lançaram Tres Testosterones, o terceiro registo, num constante refinamento do seu som.

Esta actuação resulta da parceria com o festival austríaco Bezau Beatz.

Lucien Dubuis Clarinete Baixo

Bond Baixo de 2 e 4 Cordas e Electrónica

Alfred Vogel Bateria e “Junk Percussion”


Festival Porta-Jazz :: Epicentro local de um movimento internacional

Ponto de encontro de um movimento internacional, o Festival Porta-Jazz assume-se como promotor de intercâmbios inéditos entre músicos de Jazz. De 1 a 9 de Dezembro, o Porto é palco da maior edição do festival cuja programação conta com cerca de 30 concertos, entre estreias e parcerias artísticas inéditas, mas também um encontro de escolas, oficinas e jam sessions.


Rivoli - Pequeno Auditório

R. do Bonjardim 143

Foto Hang em High

Foto: Lukas Hammerle

Em Fevereiro deste ano José Pedro Coelho lançou o seu segundo álbum, Passarola Voadora, com o Carimbo Porta-Jazz. Inspirou-se nesse insólito fenómeno que tornou possível ao ser humano voar apesar de não ter asas, servindo-se de instrumentos inventados para utilizar a Natureza em seu benefício. Fazendo a ponte com este registo, pode-se dizer que o instrumento escolhido pelo compositor para dar o seu contributo à história da música foi o saxofone, ajudando na reinvenção de uma herança longínqua.

Tal como aconteceu no disco, também para este concerto o saxofonista contará com um naipe invejável de músicos. São eles Xan Campos (piano), Demian Cabaud (contrabaixo) e Marcos Cavaleiro (bateria). Todos de origens distintas, numa viagem que sobrevoa Espanha, Argentina e Suíça, respectivamente, mas tendo o Porto como ponto de encontro.

Será, precisamente, em torno de Passarola Voadora que se vão reunir estes músicos, num concerto especial que servirá, também, para celebrar a carreira de um dos fundadores da Associação Porta-Jazz, com um trajecto pleno de colaborações e projectos relevantes.

José Pedro Coelho Saxofone Tenor e Soprano

Xan Campos Piano

Demian Cabaud Contrabaixo

Marcos Cavaleiro Bateria


Festival Porta-Jazz :: Epicentro local de um movimento internacional

Ponto de encontro de um movimento internacional, o Festival Porta-Jazz assume-se como promotor de intercâmbios inéditos entre músicos de Jazz. De 1 a 9 de Dezembro, o Porto é palco da maior edição do festival cuja programação conta com cerca de 30 concertos, entre estreias e parcerias artísticas inéditas, mas também um encontro de escolas, oficinas e jam sessions.


Rivoli - Pequeno Auditório

R. do Bonjardim 143

Foto José Pedro Coelho

Foto: Carlos Azevedo

As sessões do Clubedo que todas as noites oferecem, em locais do Porto que programam jazz habitualmente, concertos exclusivos, trios de jazz e, ponto importante, jam sessions abertas à comunidade de músicos que do encontro no palco fazem soar a criatividade e a dinâmica do jazz do Porto.

Ricardo Moreira Piano

Nuno Campos Contrabaixo

Ricardo Coelho Bateria


Festival Porta-Jazz :: Epicentro local de um movimento internacional

Ponto de encontro de um movimento internacional, o Festival Porta-Jazz assume-se como promotor de intercâmbios inéditos entre músicos de Jazz. De 1 a 9 de Dezembro, o Porto é palco da maior edição do festival cuja programação conta com cerca de 30 concertos, entre estreias e parcerias artísticas inéditas, mas também um encontro de escolas, oficinas e jam sessions.


Casa de Ló

Tv. de Cedofeita 20A

Imagem Clubedo

O encontro entre os MAP e Chris Cheek tem tudo para ser inesquecível. O saxofonista norte-americano vem ampliar as possibilidades de um grupo já de si versátil, liderado pelo pianista Paulo Gomes e que conta ainda com a guitarra de Miguel Moreira, o contrabaixo de Miguel Ângelo e a bateria de Acácio Salero.

Os elementos do MAP gostam de se descrever como embaixadores do “friamundo”, um estilo que reúne o melhor do free jazz e das músicas do mundo. A partir daqui, tudo é possível e nesse manancial de possibilidades a entrada em cena de Chris Cheek é uma expansão de coordenadas com uma expectável caminhada por novos territórios, aqueles por onde passa a história do saxofonista – de que fazem parte Saint Louis, Boston e Nova Iorque, por exemplo, citando apenas aqueles onde viveu.

O colectivo vem apresentar temas dos seus três discos, todos com o Carimbo Porta-Jazz, assim como novas composições escritas para esta formação e alguma música escrita pelo próprio Chris Cheek.

Chris Cheek Saxofone

Paulo Gomes Piano

Miguel Moreira Guitarra

Miguel Ângelo Contrabaixo

Acácio Salero Bateria


Festival Porta-Jazz :: Epicentro local de um movimento internacional

Ponto de encontro de um movimento internacional, o Festival Porta-Jazz assume-se como promotor de intercâmbios inéditos entre músicos de Jazz. De 1 a 9 de Dezembro, o Porto é palco da maior edição do festival cuja programação conta com cerca de 30 concertos, entre estreias e parcerias artísticas inéditas, mas também um encontro de escolas, oficinas e jam sessions.


Rivoli - Grande Auditório

R. do Bonjardim 143

Foto MAP feat Chris Cheek

Estreia de uma encomenda do Festival Porta-Jazz a José Soares, saxofonista e compositor a viver actualmente na Holanda. Vai apresentar-se com dois nomes proeminentes na cena musical de Amesterdão: o clarinetista Joris Roelofs e o pianista Harmen Fraanje, a quem se juntam Jort Terwijn (baixo) e Giacomo Camilletti (bateria) também eles músicos com quem colabora regularmente.

O desafio aceite por José Soares terá aqui a sua prova de fogo. É um daqueles momentos cujo segredo está na escolha dos seus intérpretes, pedindo-se que construa não só um grande concerto, como seja capaz de estabelecer um diálogo entre dois contextos musicais. A escolha dos nomes não podia ser mais certeira, uma vez que há em todos uma diversidade de influências tão díspar como interessante, somando-se experiências em diferentes registos e geografias.

Esta actuação única vai debruçar-se sobre o repertório de José Soares, posta em acção por um quinteto que irá definir o seu território entre a composição e a improvisação, tendo no silêncio um elemento essencial.

José Soares Saxofone

Joris Roelofs Clarinete

Harmen Fraanje Piano

Jort Terwijn Contrabaixo

Giacomo Camilletti Bateria


Festival Porta-Jazz :: Epicentro local de um movimento internacional

Ponto de encontro de um movimento internacional, o Festival Porta-Jazz assume-se como promotor de intercâmbios inéditos entre músicos de Jazz. De 1 a 9 de Dezembro, o Porto é palco da maior edição do festival cuja programação conta com cerca de 30 concertos, entre estreias e parcerias artísticas inéditas, mas também um encontro de escolas, oficinas e jam sessions.


Rivoli - Grande Auditório

R. do Bonjardim 143

Foto José Soares conida

Oficina com Chris Cheek

Entrada Livre

Festival Porta-Jazz :: Epicentro local de um movimento internacional

Ponto de encontro de um movimento internacional, o Festival Porta-Jazz assume-se como promotor de intercâmbios inéditos entre músicos de Jazz. De 1 a 9 de Dezembro, o Porto é palco da maior edição do festival cuja programação conta com cerca de 30 concertos, entre estreias e parcerias artísticas inéditas, mas também um encontro de escolas, oficinas e jam sessions.


ESMAE

Rua da Alegria 503

As sessões do Clubedo que todas as noites oferecem, em locais do Porto que programam jazz habitualmente, concertos exclusivos, trios de jazz e, ponto importante, jam sessions abertas à comunidade de músicos que do encontro no palco fazem soar a criatividade e a dinâmica do jazz do Porto.


Um concerto a não perder. Eliot Zigmund é um baterista histórico, que integrou o Bill Evans Trio na década de 70, formação com a qual gravou vários álbuns, sem esquecer as colaborações com nomes como Chet Baker, Stan Getz e até as The Pointer Sisters. Estará bem acompanhado por Manel Fortià (contrabaixo) e Carlos Azevedo (piano).

Eliot Zigmund Bateria

Manel Fortià Contrabaixo

Carlos Azevedo Piano


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Ponto de encontro de um movimento internacional, o Festival Porta-Jazz assume-se como promotor de intercâmbios inéditos entre músicos de Jazz. De 1 a 9 de Dezembro, o Porto é palco da maior edição do festival cuja programação conta com cerca de 30 concertos, entre estreias e parcerias artísticas inéditas, mas também um encontro de escolas, oficinas e jam sessions.


Hot Five Jazz & Blues Club

Largo do Actor Dias 51

Imagem Clubedo
Eliot Zigmund

É um espectáculo que nasce da junção de texto e música, ligados por um fio narrativo. Os condutores desta história são o guitarrista e compositor Nuno Trocado, o escritor Jorge Louraço Figueira e a actriz Catarina Lacerda, a quem se juntam os músicos Tom Ward (flauta, saxofone e clarinete), Sérgio Tavares (contrabaixo) e João Martins (bateria).

A génese do projecto esteve na edição de 2017 da residência artística, realizada pela parceria Guimarães Jazz/Porta-Jazz. Tudo se desenrola a partir de uma história criada neste contexto e que serve de base para a evolução do espectáculo. Dá conta de dois casos de ciúmes no século XIX, o primeiro envolvendo três escravos trazidos do Brasil para Portugal, o outro implicando um homem e uma mulher no Palácio Real. A partir daqui, música, voz e palavras interligam-se para conduzir os espectadores através deste enredo de sentimentos exaltados. Este é o concerto de lançamento do disco/vídeo com Carimbo Porta-Jazz e que regista o resultado do projecto.


Apoio

logo GDA

Nuno Trocado Guitarra e Electrónica

Tom Ward Saxofone Alto, Flauta e Clarinete Baixo

Sérgio Tavaresi Contrabaixo

João Martins Bateria

Catarina Lacerda Voz

Jorge Louraço Texto


Festival Porta-Jazz :: Epicentro local de um movimento internacional

Ponto de encontro de um movimento internacional, o Festival Porta-Jazz assume-se como promotor de intercâmbios inéditos entre músicos de Jazz. De 1 a 9 de Dezembro, o Porto é palco da maior edição do festival cuja programação conta com cerca de 30 concertos, entre estreias e parcerias artísticas inéditas, mas também um encontro de escolas, oficinas e jam sessions.


Passos Manuel

R. de Passos Manuel 137

Foto Cotovelo

Foto: Paulo Pacheco

Oficina com Eliot Zigmund

Entrada Livre

Festival Porta-Jazz :: Epicentro local de um movimento internacional

Ponto de encontro de um movimento internacional, o Festival Porta-Jazz assume-se como promotor de intercâmbios inéditos entre músicos de Jazz. De 1 a 9 de Dezembro, o Porto é palco da maior edição do festival cuja programação conta com cerca de 30 concertos, entre estreias e parcerias artísticas inéditas, mas também um encontro de escolas, oficinas e jam sessions.


ESMAE

Rua da Alegria 503

Oficina de composição com Ohad Talmor.

Entrada Livre

Festival Porta-Jazz :: Epicentro local de um movimento internacional

Ponto de encontro de um movimento internacional, o Festival Porta-Jazz assume-se como promotor de intercâmbios inéditos entre músicos de Jazz. De 1 a 9 de Dezembro, o Porto é palco da maior edição do festival cuja programação conta com cerca de 30 concertos, entre estreias e parcerias artísticas inéditas, mas também um encontro de escolas, oficinas e jam sessions.


ESMAE

Rua da Alegria 503

As sessões do Clubedo que todas as noites oferecem, em locais do Porto que programam jazz habitualmente, concertos exclusivos, trios de jazz e, ponto importante, jam sessions abertas à comunidade de músicos que do encontro no palco fazem soar a criatividade e a dinâmica do jazz do Porto.

Eurico Costa Guitarra

Demian Cabaud Contrabaixo

José Marrucho Bateria


Festival Porta-Jazz :: Epicentro local de um movimento internacional

Ponto de encontro de um movimento internacional, o Festival Porta-Jazz assume-se como promotor de intercâmbios inéditos entre músicos de Jazz. De 1 a 9 de Dezembro, o Porto é palco da maior edição do festival cuja programação conta com cerca de 30 concertos, entre estreias e parcerias artísticas inéditas, mas também um encontro de escolas, oficinas e jam sessions.


Casa de Ló

Tv. de Cedofeita 20A

Imagem Clubedo

O que pode alguém dizer quando trabalha com alguns dos seus músicos favoritos? É esse o caso do trompetista Gonçalo Marques, que para o seu mais recente grupo reuniu nada menos do que o pianista Jacob Sacks, o contrabaixista Masa Kamaguchi e o baterista Jeff Williams.

A carreira de Gonçalo Marques é já conhecida de muitos. Integra a Orquestra do Hot Club de Portugal, tem formado vários grupos e tocou com diversos nomes sonantes do circuito jazzístico. Em 2016 fundou, com o contrabaixista Damien Cabaud, a editora Robalo, que este ano serviu de plataforma para um festival em Lisboa, o Robalo Jazz Fest.

Nesta sua visita ao Porto, traz uma série de temas seus, assim como alguns clássicos e momentos de improvisação livre. O facto de vir acompanhado de um colectivo tão prestigiado torna ainda mais apetecível esta actuação. Está-se, afinal de contas, a falar de músicos habituados a ocupar palcos prestigiados e com músicos históricos, como Stan Getz (no caso de Jeff Williams), Mingus Big Band (Jacob Sacks) e Toots Thielemans (Masa Kamaguchi).

Gonçalo Marques Trompete

Jacob Sacks Piano

Masa Kamaguchi Contrabaixo

Jeff Williams Bateria


Festival Porta-Jazz :: Epicentro local de um movimento internacional

Ponto de encontro de um movimento internacional, o Festival Porta-Jazz assume-se como promotor de intercâmbios inéditos entre músicos de Jazz. De 1 a 9 de Dezembro, o Porto é palco da maior edição do festival cuja programação conta com cerca de 30 concertos, entre estreias e parcerias artísticas inéditas, mas também um encontro de escolas, oficinas e jam sessions.


FEUP

s/n, R. Dr. Roberto Frias

Foto Gonçalo Marques

Foto: Inês Pimenta

As sessões do Clubedo que todas as noites oferecem, em locais do Porto que programam jazz habitualmente, concertos exclusivos, trios de jazz e, ponto importante, jam sessions abertas à comunidade de músicos que do encontro no palco fazem soar a criatividade e a dinâmica do jazz do Porto.

Festival Porta-Jazz :: Epicentro local de um movimento internacional

Ponto de encontro de um movimento internacional, o Festival Porta-Jazz assume-se como promotor de intercâmbios inéditos entre músicos de Jazz. De 1 a 9 de Dezembro, o Porto é palco da maior edição do festival cuja programação conta com cerca de 30 concertos, entre estreias e parcerias artísticas inéditas, mas também um encontro de escolas, oficinas e jam sessions.


ESMAE

Rua da Alegria 503

Imagem Clubedo

O nome do colectivo tem um desses grafismos sonoros que põem imagens e sons em conversa aberta. Como numa mancha de Rorshach, cada um vê (e ouve) o que quer a partir desse elemento isolado, mas convém não demorar muito na fase das apresentações porque há música para conhecer.

Os pLoo são liderados pelo baterista e compositor Paulo Costa, numa formação que soma ainda Diogo Dinis (contrabaixo e baixo eléctrico), Eurico Costa (guitarra), Daniel Dias (trombone) e João Mortágua (saxofone alto). O primeiro álbum foi lançado em 2015 e teve por título Estereograma, estando a ser feita a apresentação do seu sucessor, Pele de Papel, editado em Maio deste ano com o Carimbo Porta-Jazz.

O som do quinteto é uma experiência multicultural, onde coabitam o jazz, a música do mundo, a improvisação livre e a música contemporânea, numa harmonia polvilhada de dissonâncias voluntárias. Uma viagem com ponto de partida diferente a cada actuação, desta vez integrada na ESMAE Jam Session, sessão que se realiza há mais de uma década à terça-feira.

Paulo Costa Composição, Bateria e Didgeridoo

Diogo Dinis Contrabaixo e Baixo

Eurico Costa Guitarra

Daniel Dias Trombone

João Mortágua Saxofone Alto


Festival Porta-Jazz :: Epicentro local de um movimento internacional

Ponto de encontro de um movimento internacional, o Festival Porta-Jazz assume-se como promotor de intercâmbios inéditos entre músicos de Jazz. De 1 a 9 de Dezembro, o Porto é palco da maior edição do festival cuja programação conta com cerca de 30 concertos, entre estreias e parcerias artísticas inéditas, mas também um encontro de escolas, oficinas e jam sessions.


ESMAE

Rua da Alegria 503

Foto pLoo

Foto: Pedro Costa

As sessões do Clubedo que todas as noites oferecem, em locais do Porto que programam jazz habitualmente, concertos exclusivos, trios de jazz e, ponto importante, jam sessions abertas à comunidade de músicos que do encontro no palco fazem soar a criatividade e a dinâmica do jazz do Porto.

Miguel Meirinhos Piano

Yudit Almeida Contrabaixo

João Cardita Bateria


Festival Porta-Jazz :: Epicentro local de um movimento internacional

Ponto de encontro de um movimento internacional, o Festival Porta-Jazz assume-se como promotor de intercâmbios inéditos entre músicos de Jazz. De 1 a 9 de Dezembro, o Porto é palco da maior edição do festival cuja programação conta com cerca de 30 concertos, entre estreias e parcerias artísticas inéditas, mas também um encontro de escolas, oficinas e jam sessions.


Casa de Ló

Tv. de Cedofeita 20A

Imagem Clubedo

Um concerto numa igreja ganha uma profundidade específica e este não será excepção. O ponto de partida é o álbum If Nothing Else, que reúne Santos Silva, Zetterberg e Lindwall num registo gravado em 2015 na Église du Saint-Esprit.

Como será fácil de adivinhar, a acústica é quase um quarto elemento deste grupo. Os músicos exploram as capacidades sonoras do espaço numa progressão que assume tanto de atmosférico como de rumoroso. O diálogo com a Igreja de Cedofeita será construído neste balanço, entre o etéreo e o físico, numa actuação a jogar tanto com a agilidade musical dos temas como com os pressupostos simbólicos do lugar.

Fundamental para esta dimensão sonora é o organista Hampus Lindwall. Juntou-se a Susana Santos Silva e Torbjörn Zetterberg depois de estes terem gravado o álbum Almost Tomorrow, em 2013. Foi uma mudança nos locais de gravação e actuação que concedeu uma nova densidade a um som já anteriormente descrito como introspectivo e exploratório.

Susana Santos Silva Trompete

Torbjörn Zetterberg Contrabaixo

Hampus Lindwall Orgão de Tubos (Kuhn)


Festival Porta-Jazz :: Epicentro local de um movimento internacional

Ponto de encontro de um movimento internacional, o Festival Porta-Jazz assume-se como promotor de intercâmbios inéditos entre músicos de Jazz. De 1 a 9 de Dezembro, o Porto é palco da maior edição do festival cuja programação conta com cerca de 30 concertos, entre estreias e parcerias artísticas inéditas, mas também um encontro de escolas, oficinas e jam sessions.


Igreja de Cedofeita

4050-487 Porto

Foto Santos Silva/Zetterberg/Lindwall

Foto: Micke Keysendal

As sessões do Clubedo que todas as noites oferecem, em locais do Porto que programam jazz habitualmente, concertos exclusivos, trios de jazz e, ponto importante, jam sessions abertas à comunidade de músicos que do encontro no palco fazem soar a criatividade e a dinâmica do jazz do Porto.

Pedro Neves Piano

João Paulo Rosado Contrabaixo

Miguel Sampaio Bateria


Festival Porta-Jazz :: Epicentro local de um movimento internacional

Ponto de encontro de um movimento internacional, o Festival Porta-Jazz assume-se como promotor de intercâmbios inéditos entre músicos de Jazz. De 1 a 9 de Dezembro, o Porto é palco da maior edição do festival cuja programação conta com cerca de 30 concertos, entre estreias e parcerias artísticas inéditas, mas também um encontro de escolas, oficinas e jam sessions.


Hot Five Jazz & Blues Club

Largo do Actor Dias 51

Imagem Clubedo

Baterista reconhecido no circuito internacional, Mário Costa traz ao Festival Porta-Jazz o seu álbum de estreia enquanto líder, Oxy Patina, com o qual confirma estar num pico de forma enquanto instrumentista e compositor. Vem acompanhado de dois grandes nomes do panorama jazzístico francês: Manu Codija, um dos guitarristas mais requisitados do momento, e Benoît Delbecq, especialista no piano preparado e nas electrónicas, um dos cúmplices na gravação deste álbum.

Tendo o processo da oxidação como referência conceptual, Mário Costa procurou no seu disco uma mutação sonora que equilibra a composição e a improvisação, numa mescla de elementos capaz de deixar ao acaso alguma margem de progressão. É precisamente nessa fronteira que se fazem as actuações ao vivo deste trio, sabendo-se que a experiência de cada um dos seus elementos será, desde logo, capaz de gerar muitas e irrepetíveis surpresas.

Mário Costa Bateria e Electrónicas

Benoit Delbeq Piano, Electrónicas e Sintetizadores Analógicos

Manu Codjia Guitarra


Festival Porta-Jazz :: Epicentro local de um movimento internacional

Ponto de encontro de um movimento internacional, o Festival Porta-Jazz assume-se como promotor de intercâmbios inéditos entre músicos de Jazz. De 1 a 9 de Dezembro, o Porto é palco da maior edição do festival cuja programação conta com cerca de 30 concertos, entre estreias e parcerias artísticas inéditas, mas também um encontro de escolas, oficinas e jam sessions.


Casa da Música - Sala 2

Av. da Boavista 604-610

Foto Mário Costa

Foto: Rui Bandeira

Demian Cabaud é um contrabaixista argentino, mas bem conhecido dos portugueses. Integra a Orquestra Jazz de Matosinhos e tem aproveitado a sua já longa estadia para agitar a comunidade local, depois de um périplo que o levou de Buenos Aires a Boston. Traz a este festival o sexto álbum, Astah, lançado com o Carimbo Porta-Jazz, um registo onde aborda as suas raízes Argentinas.

Para a gravação dos seus novos temas, Cabaud juntou um colectivo invejável. Fazem parte o saxofonista cubano Ariel Bringuez, a cantora espanhola Angela Cervantes, o pianista espanhol Xan Campos e, facto raro, dois bateristas: o espanhol Iago Fernandez e o lendário Jeff Williams, dos Estados Unidos. Com esta formação, o músico consegue uma abordagem multicultural a um território também ele multicultural, embora numa acepção pouco literal da expressão. Os clichês musicais ficaram ao largo, entrando-se na transmissão das forças sub-reptícias que dominam a Argentina, um país integrado numa região tão forte na sua dimensão física como social. Uma viagem a fazer neste festival.

Ariel Bringuez Saxofone Tenor

Angela Cervantes Voz

Xan Campos Piano

Demian Cabaud Contrabaixo

Jeff Williams Bateria

Iago Fernandez Bateria


Festival Porta-Jazz :: Epicentro local de um movimento internacional

Ponto de encontro de um movimento internacional, o Festival Porta-Jazz assume-se como promotor de intercâmbios inéditos entre músicos de Jazz. De 1 a 9 de Dezembro, o Porto é palco da maior edição do festival cuja programação conta com cerca de 30 concertos, entre estreias e parcerias artísticas inéditas, mas também um encontro de escolas, oficinas e jam sessions.


Casa da Música - Sala 2

Av. da Boavista 604-610

Foto Demian Cabaud

11H00 | Oficinas

Formadores | Xan Campos, Iago Fernández


14H30 | Apresentação combos

Conservatório de Música do Porto

Academia Valentim de Carvalho

Jahas

Conservatório de Música de Coimbra

Conservatório de Música da Jobra

Perante o crescente número de escolas que têm no jazz mais um ramo de ensino, particular, oficial ou profissional, a Porta-Jazz procura incluir e promover a interação entre estes diversos alunos, para que partilhem um dia com formação e a aprendizagem mais aliciante: a que é feita em palco.

A ESMAE irá albergar esta iniciativa, e de Coimbra, Albergaria-a-Velha e Porto contaremos com mais de meia centena de alunos. Ao longo do seu percurso, a Porta-Jazz tem feito acompanhar a sua atividade regular de concertos com oficinas e outras ofertas formativas, como ensaios abertos, assentando no serviço educativo mais uma das suas estratégias para promover e fazer crescer o jazz português.


Festival Porta-Jazz :: Epicentro local de um movimento internacional

Ponto de encontro de um movimento internacional, o Festival Porta-Jazz assume-se como promotor de intercâmbios inéditos entre músicos de Jazz. De 1 a 9 de Dezembro, o Porto é palco da maior edição do festival cuja programação conta com cerca de 30 concertos, entre estreias e parcerias artísticas inéditas, mas também um encontro de escolas, oficinas e jam sessions.


ESMAE

Rua da Alegria 503

As sessões do Clubedo que todas as noites oferecem, em locais do Porto que programam jazz habitualmente, concertos exclusivos, trios de jazz e, ponto importante, jam sessions abertas à comunidade de músicos que do encontro no palco fazem soar a criatividade e a dinâmica do jazz do Porto.


Um dos momentos mais efusivos do festival vai, com certeza, acontecer com a actuação de Jamie Murray (bateria) e Zhenya Strigalev (saxofone). O seu projeto é recente, mas já conseguiu elogios nas principais publicações, tendo na originalidade um grande trunfo.

Os JZ Replacement são uma plataforma giratória de influências, para não dizer um tornado, onde tudo aquilo de que gostam é transformado noutra coisa qualquer, sempre em velocidade irregular e à beira de um abismo magnético. Porém, e apesar do sentido de humor, têm um domínio técnico e uma intencionalidade difíceis de encontrar, atributos que garantem não se estar perante uma simples brincadeira.

Por tudo isto, não admira que os convites estejam a surgir, tendo eles já actuado no Love Supreme Jazz Festival e no Ronnie Scott’s Jazz Club, seguindo-se o London Jazz Festival, logo a seguir à vinda ao Porto. Há quem diga que o rapper Jay-Z foi substituído por um clone. Pois bem, talvez tenha sido dele a ideia de juntar estes dois talentos.

Zhenya Strigalev Saxofone

Jamie Murray Bateria


Festival Porta-Jazz :: Epicentro local de um movimento internacional

Ponto de encontro de um movimento internacional, o Festival Porta-Jazz assume-se como promotor de intercâmbios inéditos entre músicos de Jazz. De 1 a 9 de Dezembro, o Porto é palco da maior edição do festival cuja programação conta com cerca de 30 concertos, entre estreias e parcerias artísticas inéditas, mas também um encontro de escolas, oficinas e jam sessions.


Casa de Ló

Tv. de Cedofeita 20A

Imagem Clubedo
Foto JZ Replacement

Há bandas que se inspiram em bandas para fazer música e outras que se mudam para outras bandas quando o assunto é encontrar referências. No caso do Shu-Shaz Quintet, a inspiração está mesmo fora do universo musical, assumindo como modelos os escritores Mikhail Bulgakov e Lewis Carrol ou realizador Andrei Tarkovski.

Significa isto que têm na narrativa um fio condutor para os seus temas, numa toada que balança entre o swing e o jazz-rock progressivo, não tendo medo de pôr as palavras “burlesco” e “poético” na mesma frase. Acabam de lançar um álbum, Behemotion, o que dá um bom pretexto para se estrearem agora em palcos nacionais.

O projecto foi fundado em 2017 pelo guitarrista russo Andrei Perikov, na sequência do grupo Anima, a quem se juntam agora os saxofonistas Manuel Gesseney e Yves Cerf, assim como o baterista Paolo Orlandi e o contrabaixista Ninn Langel. Concerto resultante da parceria com a associação Suíça AMR.

Andrei Pervikov Guitarra Eléctrica e Composição

Manuel Gesseney Saxofone Alto

Yves Cerf Saxofone Tenor

Ninn Langel Contrabaixo

Paolo Orlandi Bateria


Festival Porta-Jazz :: Epicentro local de um movimento internacional

Ponto de encontro de um movimento internacional, o Festival Porta-Jazz assume-se como promotor de intercâmbios inéditos entre músicos de Jazz. De 1 a 9 de Dezembro, o Porto é palco da maior edição do festival cuja programação conta com cerca de 30 concertos, entre estreias e parcerias artísticas inéditas, mas também um encontro de escolas, oficinas e jam sessions.


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

Foto ShuShaz

Estreia absoluta deste quarteto liderado por uma das figuras mais promissoras da sua geração. Frederico Heliodoro é um baixista brasileiro com vários prémios no currículo, enquanto instrumentista e compositor. Outro mérito a ter em conta é ser membro do grupo Caipi, o novo projeto do guitarrista norte-americano Kurt Rosenwinkel, com quem tem andado em digressão. Sendo filho do músico Affonsinho, é natural que venha à tona o cliché sobre a passagem do código genético de um peixe para o seu sucessor.

Mas Heliodoro não está sozinho nos louvores. Acompanham-no três outras figuras de destaque, numa ponte atlântica entre Portugal e o Brasil: o vibrafonista Eduardo Cardinho, o baterista Iago Fernández e o guitarrista Mané Fernandes, todos com um currículo assinalável tanto no desempenho em palco como na discografia já lançada.

Nesta sua primeira actuação, o quarteto vem apresentar temas dos cinco álbuns de Frederico Heliodoro, assim como algumas composições de cada um dos outros elementos deste conjunto.

Frederico Heliodoro Baixo

Eduardo Cardinho Vibrafone

Mané Fernandes Guitarra

Iago Fernandez Bateria


Festival Porta-Jazz :: Epicentro local de um movimento internacional

Ponto de encontro de um movimento internacional, o Festival Porta-Jazz assume-se como promotor de intercâmbios inéditos entre músicos de Jazz. De 1 a 9 de Dezembro, o Porto é palco da maior edição do festival cuja programação conta com cerca de 30 concertos, entre estreias e parcerias artísticas inéditas, mas também um encontro de escolas, oficinas e jam sessions.


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

Foto Frederico Heliodoro

Foto: Studio Tertúlia - Anna Lara e Amanda de Mendonça

Carlos Azevedo

Nasceu em Vila Real, em 1964. Iniciou os seus estudos musicais no Conservatório de Música do Porto em 1982, concluindo a frequência do Curso Superior  de Piano com a Profª. Arminda Odete. Frequentou ainda o Curso Superior de Composição da Escola Superior de Música do Porto, que finalizou em 1991.

Tem desenvolvido a sua atividade artística quer como compositor quer como pianista de Jazz participando em diferentes projetos.

É professor de Composição na Escola Superior Música e Artes do Espetáculo.

De 11 de Outubro a 29 de Novembro, a Porta-Jazz convida oito figuras incontornáveis do Jazz Português, em especifico do Jazz do Porto, para em tom de tertúlia após jantar, partilharem na primeira pessoa, as histórias e memórias vividas ao longo da fundação e desenvolvimento do movimento Jazz do Porto.


Moderação por Leo Pellegrim - Saxofonista Brasileiro, professor no curso de Saxofone da Universidade Federal de Pernambuco - UFPE, pesquisador do Instituto de Etnomusicologia, Centro de Estudos em Música e Dança (INET-MD) e doutorando em música pela Universidade de Aveiro (Portugal).


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

Carlos Azevedo

Bison's Big Bang started in 2012 as a graduate thesis project at Philadelphia's University of the Arts. The project continued on into the working band it is today beginning with their first album release, "Pure Imagination," in 2015. Led by saxophonist Brian Blaker, the group consisted mostly of members from other local Philly band staples (Swift Technique, iLL Doots, Killiam Shakespeare, Cold Roses, Hambone Relay, etc.). Each performance is its own unique experience as the band places a heavy emphasis on each member's individuality in improvisation, composition and arranging. This culminates in a melting pot of influences drawing from jazz, rock, hip-hop and funk.

With Blaker's relocation to Portugal, Bison's Big Bang is proud to feature the extraordinary talents of Portuguese musicians. The newest additions to the collective are Antonio "AP" Pedro Neves, Nuno Campos and Ricardo Coelho.

Brian Blaker Saxophone

Antonio "AP" Pedro Neves Guitar

Nuno Campos Bass

Ricardo Coelho Drums


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

Foto Bison's Big Bang

PELE DE PAPEL, o segundo disco dos pLoo pretende uma convivência multicultural dentro do mesmo espaço, um local onde o jazz, a música do mundo, a música improvisada livremente e a música contemporânea possam coabitar.

Daniel Dias Trombone

João Mortágua Saxofone Alto

Eurico Costa Guitarra

Diogo Dinis Contrabaixo

Paulo Costa Bateria


Crú: Espaço Cultural

Rua Alves Roçadas - Vila Nova de Famalicão

Foto:Ploo

Foto: Pedro Costa


Fátima Serro

Portuense de gema, começou o seu percurso no jazz nos anos 90. Ao longo dos últimos 25 anos criou e participou em vários projectos, com os quais actuou e gravou. Ao mesmo tempo, foi sendo professora de meio-mundo na zona norte e centro do país, onde continua a ensinar muitas vozes a cantar o jazz.

De 11 de Outubro a 29 de Novembro, a Porta-Jazz convida oito figuras incontornáveis do Jazz Português, em especifico do Jazz do Porto, para em tom de tertúlia após jantar, partilharem na primeira pessoa, as histórias e memórias vividas ao longo da fundação e desenvolvimento do movimento Jazz do Porto.


Moderação por Leo Pellegrim - Saxofonista Brasileiro, professor no curso de Saxofone da Universidade Federal de Pernambuco - UFPE, pesquisador do Instituto de Etnomusicologia, Centro de Estudos em Música e Dança (INET-MD) e doutorando em música pela Universidade de Aveiro (Portugal).


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

Fátima Serro

Foto: Susana Neves

Companheiros de longa data e cúmplices na Orquestra Jazz de Matosinhos, estes três músicos juntam-se para explorar as possibilidades e o espaço desta formação, tendo como moldura, temas originais e standards.

Assim como a passagem do cometa Halley,  este encontro acontece uma vez em cada dois ou três anos. Não percam a oportunidade!

Pedro Guedes Piano

Demian Cabaud Contrabaixo

Marcos Cavaleiro Bateria


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

Foto Demian Cabaud Trio

Foto: Carlos Azevedo

Miguel Ângelo Quarteto apresenta o seu segundo álbum "A VIDA DE X", constituído por dez composições inspiradas em personagens fictícias ou em histórias imaginárias ou reais a que o quarteto deu vida e espera que cada ouvinte crie a sua própria visão e, desta forma, ganhe uma nova vida.

Miguel Ângelo Contrabaixo e Composição

José Soares Sax

Joaquim Rodrigues Piano

Mário Costa Bateria


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

Foto Miguel Ângelo


José Nogueira - saxofone alto e soprano

Nasceu no Porto em 1954.

Começou a estudar música aos 8 anos. Primeiro acordeão, depois guitarra e mais tarde piano, que estudou no Conservatório de Música do Porto. Fez o curso de Saxofone e Composição do Conservatório de Música do Porto durante os anos 80. Estudou Composição com Cândido Lima e Análise Musical com Álvaro Salazar.

Dedica-se ao Jazz desde 1971, como pianista, tendo tocado em vários grupos de “Free-Jazz/Rock”. Em 1975 dedicou-se ao saxofone e começou a tocar com António Pinho Vargas, com quem mantém desde então uma colaboração intensa. Tocou nos 6 discos de jazz de António Pinho Vargas, os quais também produziu. Com A.P.V. participou em concertos por todo o país e no estrangeiro (Alemanha, Inglaterra, Holanda, França, Bélgica, Luxemburgo, Espanha, Dinamarca, Itália, Macau, Cabo Verde, África do Sul), muitos deles em dueto.

Tocou com músicos como Arild Andersen, Jon Christensen, Paulo Fresu, Adam Rudolph, e com quase todos os músicos de Jazz portugueses da sua geração. Frequentou Workshops em Portugal e no estrangeiro, com, entre outros, David Liebman, Richard Beirach, Jan Garbarek, Alan Skidmore, Bill Dobbins.

Em 1987 fez parte do Decateto de Mário Laginha que se apresentou numa das primeiras edições do Jazz em Agosto da Fundação Gulbenkian. Também na Fundação Gulbenkian foi solista na obra “Explicit Drama”, de António Pinho Vargas, para trio de Jazz e Orquestra.

Em 1988 formou o “Quarteto de Saxofones do Porto”, grupo que dirigiu até ao seu final, por volta de 1995, e com o qual tocou em vários festivais (Sagres 1989, Almada 1989, Ciclo de Jazz do Porto 1990, Lisboa em Jazz 1990, Festival de Jazz Europeu do Porto, etc.), bem como em concertos por todo o país.

Membro fundador da banda Jafumega, em 1978, foi um dos compositores do grupo e co-produziu, com Mário Barreiros, os quatro discos que o grupo editou, entre 80 e 83.

Tocou ainda com José Mário Branco, Sérgio Godinho, Vitorino, Júlio Pereira, Carlos Zel, entre outros.

Foi responsável pela programação do festival Jazz no Parque da Fundação de Serralves entre 1995 e 2001. Integrou a equipa de programação da Porto 2001 na área do Jazz.

De 11 de Outubro a 29 de Novembro, a Porta-Jazz convida oito figuras incontornáveis do Jazz Português, em especifico do Jazz do Porto, para em tom de tertúlia após jantar, partilharem na primeira pessoa, as histórias e memórias vividas ao longo da fundação e desenvolvimento do movimento Jazz do Porto.


Moderação por Leo Pellegrim - Saxofonista Brasileiro, professor no curso de Saxofone da Universidade Federal de Pernambuco - UFPE, pesquisador do Instituto de Etnomusicologia, Centro de Estudos em Música e Dança (INET-MD) e doutorando em música pela Universidade de Aveiro (Portugal).


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

Fotografia José Nogueira

Foto: Bruno Costa

Galip nasce de uma encomenda feita ao vibrafonista Eduardo Cardinho para o 8º Festival Porta-Jazz, em que teria carta branca para realizar um concerto com músicos que admirasse.

Desta forma Cardinho convidou os músicos Portugueses José Pedro Coelho no saxofone tenor e o contrabaixista André Rosinha, o pianista Catalão Xavi Torres e o baterista Holandês Jamie Peet.

A química entre os elementos do grupo foi evidente e decidem seguir com o projecto, gravando o seu primeiro disco com música original editado com o Carimbo Porta-Jazz com o nome Cale.

Concerto de Lançamento

com Carimbo da Porta-Jazz


José Pedro Coelho Saxofone Tenor

Eduardo Cardinho Vibrafone

João Grilo Piano

André Rosinha Contrabaixo

Jamie Peet Bateria


FEUP

s/n, R. Dr. Roberto Frias, 4200-465 Porto

cartaz lançamento Galip - Cale

O Cesariny uma vez escreveu "Ama como a estrada começa"

Tenho vontade que esta seja a sinopse deste projecto porque no momento em que a escrevo ainda ele é um mistério.

O grupo é também apaixonantemente novo. Juntar-nos-emos quatro músicos, dois noruegueses e dois portugueses e um cineasta português - o que faz querer que isto será uma grande celebração do bacalhau.

Queremos a música e o vídeo num diálogo próximo e horizontal, querendo com isto dizer que ambos se nutrem e complementam.

Vivam os pigmentos raríssimos.

A residência Guimarães Jazz/Porta-Jazz proporciona a jovens músicos convidados, uma oportunidade de “agitar” os seus processos habituais de composição através da colaboração com um artista de outra área criativa – vídeo, dança, artes plásticas, teatro....Durante uma semana de residência artística, um pequeno grupo de músicos nacionais e estrangeiros, e artista convidados testam as suas fronteiras disciplinares e zonas de conforto, explorando novas referências para encontrarem outros caminhos expressivos. O resultado é apresentado e gravado ao vivo no festival Guimarães Jazz e posteriormente editado com Carimbo Porta-Jazz.

A realização da residência Guimarães Jazz/Porta-Jazz é também a oportunidade de viabilizar o intercâmbio entre músicos nacionais e os seus pares estrangeiros, introduzindo ao público jovens músicos que se afirmam como futuras referencias no panorama do Jazz nacional e internacional, assim como jovens artistas de outras áreas criativas.


João Grilo Piano (Líder do Projeto)

José Soares Saxofone

Christian Meaas Svendsen Contrabaixo

Simon Albertsen Bateria

Miguel C. Tavares Video


Black Box da Plataforma das Artes e da Criatividade

Av. Conde de Margaride 175, 4810-535 Guimarães

Foto João Grilo

Foto: Johan Bichel Lindegaard

Miguel Ângelo, João Guimarães e Marcos Cavaleiro partem numa nova aventura, desta vez, em trio e sem instrumento harmónico. Propõem-se a tocar música original, composta especificamente para este trio, onde o objetivo será sempre procurar novos caminhos, já por si diferenciados pelas características do próprio trio.

Miguel Ângelo Contrabaixo

João Guimarães Sax

Marcos Cavaleiro Bateria


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

Foto Miguel Ângelo Trio

Paulo Gomes, pianista, compositor, formador

Na sua actividade de pianista e compositor, teve o privilégio de trabalhar em palcos e/ou estúdios de gravação com: Sheilla Jordan, David Murray, Herb Geller, Henry Lowther, Peter King, Jullian Arguelles, Eric Vloeimans, Montez Coleman, Rolf Delfos, David Chamberlain, Matt Wates, Martin Shaw, Orquestra Metropolitana de Lisboa, e muitos outros.

Desde o início dos anos 90, participou em inúmeros festivais de jazz, em Portugal, Espanha, Alemanha, Bélgica, Holanda, França e Suíça.

Mais de 10 discos gravados como líder ou co-líder.

De 11 de Outubro a 29 de Novembro, a Porta-Jazz convida oito figuras incontornáveis do Jazz Português, em especifico do Jazz do Porto, para em tom de tertúlia após jantar, partilharem na primeira pessoa, as histórias e memórias vividas ao longo da fundação e desenvolvimento do movimento Jazz do Porto.


Moderação por Leo Pellegrim - Saxofonista Brasileiro, professor no curso de Saxofone da Universidade Federal de Pernambuco - UFPE, pesquisador do Instituto de Etnomusicologia, Centro de Estudos em Música e Dança (INET-MD) e doutorando em música pela Universidade de Aveiro (Portugal).


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

Paulo Gomes

Desde 2015 Wako estão em tour pela Escandinávia e Europa Central, e partilharam o palco com artistas ECM como Arve Henriksen e Frode Alnæs, e o vencedor de um Grammy Team Hegdal. Lançaram dois álbuns, ambos aclamados pela imprensa norueguesa: em quarteto "The Good Story"(nov 2015), e o segundo "Modes for All Eternity"(jan 2017) com trio de cordas Oslo Strings.

Individualmente, os membros desta formação fazem parte da nova vaga de músicos noruegueses tanto no pop como no jazz e música improvisada, com participações em numerosos projetos como Megalodon Collective (Norwegian grammy nominee 2016), Espen Berg trio (NTNU ambassadors 2016), e Trondheim Jazz Orchestra & Chick Corea.


Since 2015, Wako has toured in Scandinavia and central Europe, and shared stage with the likes of ECM artists Arve Henriksen and Frode Alnæs, and the Norwegian grammy winning Team Hegdal. They released two albums; one as a quartet called «The Good Story» (nov 2015), and their second one "Modes for All Eternity» (jan 2017) featuring the Oslo Strings. Both records were praised by the Norwegian and international jazz press.

Individually, the members are part of the new wave of Norwegian music through both pop and jazz/impromusic in numerous different bands and projects - such as Megalodon Collective (Norwegian grammy nominee 2016), Espen Berg trio (NTNU ambassadors 2016), and the Trondheim Jazz Orchestra & Chick Corea.

Martin Myhre Olsen Alto-soprano sax

Kjetil André Mulelid Piano

Simon O. Albertsen Drums

Bár›ur Reinert Poulsen Bass


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

Wako

José Menezes

Nasceu em 1957.

Mestrado pela Universidade de Sheffield (Psicologia da Improvisação), Licenciado em Jazz (E.S.M.A.E, Porto).

Entre outros estudou com Jack Walrath, Bill Dobbins, Gerry Niewood, David Liebman, Billy Hart, Jan Garbarek, Joe Lovano, Rick Margitza, Bill McHenry e Butch Morris.

Tocou com quase todos os nomes importantes do Jazz nacional e também com Kelvin Sholar (U.S.A), Butch Morris (U.S.A), Kirk Lightsey (U.S.A), Myra Melford (U.S.A), Chico César, Rogério Botter-Maio (Brasil), e com Rui Veloso, Paulo Gonzo, Herman José, Tito Paris, G.N.R, Pedro Abrunhosa, etc.

Tocou e/ou foi solista convidado de várias Big Bands nacionais.

Fundou ou participou na fundação de várias Escolas (Porto e Torres Vedras) ou Cursos de Jazz.

Atualmente é docente Universidade de Évora e tutor de Saxofone dos alunos de Mestrado em Performance no Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro.

Tem dirigido um grande número de Workshops de Jazz em vários Conservatórios e Academias do País e continua a desenvolver um intenso trabalho pedagógico na área do Saxofone-Jazz.

Para além de dirigir o seu grupo integra os “Michael Lauren All Stars”, a Orquestra de Jorge Costa Pinto e os “Lisbon Underground Music Ensemble- LUME”.

Autor do blog “Oh não! Mais um blog sobre Jazz”

De 11 de Outubro a 29 de Novembro, a Porta-Jazz convida oito figuras incontornáveis do Jazz Português, em especifico do Jazz do Porto, para em tom de tertúlia após jantar, partilharem na primeira pessoa, as histórias e memórias vividas ao longo da fundação e desenvolvimento do movimento Jazz do Porto.


Moderação por Leo Pellegrim - Saxofonista Brasileiro, professor no curso de Saxofone da Universidade Federal de Pernambuco - UFPE, pesquisador do Instituto de Etnomusicologia, Centro de Estudos em Música e Dança (INET-MD) e doutorando em música pela Universidade de Aveiro (Portugal).


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

Foto José Menezes

“Genius (of modern music)”

Sem as fronteiras habituais das linhas de repertório original ou do jazz americano ou da música de qualquer outra raiz, o que mais valorizo e procuro neste trio é o som coletivo e o prazer de fazer música em grupo com muita improvisação. Sem pretensões e na minha formação preferida... o trio!

Paulo Gomes Piano

José Carlos Barbosa Contrabaixo

Filipe Monteiro Bateria


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

Imagem Paulo Gomes

Imagem: Paulo Gomes

“Idiosyncrasies” é o terceiro disco de Alexandre Coelho Quartet. Marca também a estreia do quarteto pelo Carimbo Porta-Jazz. Depois dos discos “Saturday” e “Sunday” (Sintoma Records, 2015 e 2016) terem sido bem acolhidos pela crítica, com “Sunday” a integrar o Top 5 dos melhores discos de jazz português para o ano de 2016 ,na perspectiva da publicação JazzLogical, o quarteto mereceu também o prémio de Grupo Revelação na edição de 2017 da Festa do Jazz do São Luiz em parceria com a RTP.

Gonçalo Moreira Piano

João Cação Contrabaixo

João Mortágua Saxofone alto

Alexandre Coelho Bateria e composição


Crú: Espaço Cultural

Rua Alves Roçadas - Vila Nova de Famalicão

Foto Alexandre Coelho

Foto: Gonçalo Rui


O percurso de Mário Barreiros é, sem dúvida, muito eclético.

Natural do Porto (1961), estudou no Conservatório de Música do Porto e com Billy Hart, Joe Hunt e Kenny Washington.

Tocou entre outros com Lee Konitz, Wayne Shorter, Andy Sheppard, David Liebman, Frank Lacy, John Stubblefield, David Schnitter, Al Grey, António Pinho Vargas, Rao Kyao, José Eduardo, Maria João, Mário Laginha, José Peixoto, Carlos Barretto, Bernardo Sassetti, Carlos Bica, Rui Veloso & Os Optimistas, Pedro Abrunhosa & Os Bandemónio, Sexteto de Jazz de Lisboa, etc…

Como produtor trabalhou com Jafumega, Rui Veloso, Pedro Abrunhosa, Clã, Ornatos Violeta, Silence 4, Xutos & Pontapés, Rão Kyao, Da Weasel, Maria João & Mário Laginha, Carlos Barretto, David Fonseca, Jorge Palma, Sexteto Mário Barreiros, Luisa Sobral, Rui Massena, GNR, entre outros. Trabalhou como co-produtor com Mário Caldato.

Na sua carreira com mais de 4 décadas participou em centenas de concertos em Portugal e um pouco por todo o mundo. É actualmente baterista dos The Gift, Quarteto de Mário Barreiros e guitarrista dos Jafumega.

De 11 de Outubro a 29 de Novembro, a Porta-Jazz convida oito figuras incontornáveis do Jazz Português, em especifico do Jazz do Porto, para em tom de tertúlia após jantar, partilharem na primeira pessoa, as histórias e memórias vividas ao longo da fundação e desenvolvimento do movimento Jazz do Porto.


Moderação por Leo Pellegrim - Saxofonista Brasileiro, professor no curso de Saxofone da Universidade Federal de Pernambuco - UFPE, pesquisador do Instituto de Etnomusicologia, Centro de Estudos em Música e Dança (INET-MD) e doutorando em música pela Universidade de Aveiro (Portugal).


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

Foto Mário Barreiros

Qualquer alma que devote o mínimo de atenção às movimentações jazzísticas portuguesas da última década e meia sabe que, quando se fala de guitarristas, há um nome que se destaca acima de qualquer suspeita: André Fernandes.

Exímio instrumentista e dotadíssimo compositor, já tocou com uma miríade de enormes jazzmen nacionais e estrangeiros que lhe elogiam a originalidade (Lee Konitz, Mário Laginha, Maria João, Bernardo Sassetti, David Binney entre outros), a vitalidade e a versatilidade artística. Incansável obreiro do jazz local - não apenas como músico, mas também como mentor da editora Tone Of A Pitch, André Fernandes tem um novo grupo, depois de “Dream Keeper", projecto internacional que mereceu as melhores críticas dentro e fora de portas. “Centauri” junta Fernandes a dois dos mais talentosos e jovens saxofonistas portugueses, José Pedro Coelho e João Mortágua, e a uma das mais jovens e requisitadas secções rítmicas nacionais em Francisco Brito e João Pereira.

André Fernandes Guitarra e Composição

José Pedro Coelho Saxofone Tenor e Soprano

João Mortágua Saxofone Alto e Soprano

Francisco Brito Contrabaixo

João Pereira Bateria


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

Fotografia Centauri

Foto: Tiago Machado


O duo Interplay de Francois Moutin e Kavita Shah é uma viagem de improvisação sobre temas impregnados de lirismo. Juntos Moutin e Shah demonstram virtuosismo, espontaneidade e lirismo através de um repertório de standards e musica original, adaptada a uma instrumentação acústica única, de contrabaixo e voz. O álbum, gravado nos estúdios Sear Sound em Nova York e no Le Studio de Meudon em Paris, apresenta 11 faixas que vão desde clássicos como "La Vie en Rose" de Edith Piaf até instrumentais como “Blah Blah” de Dafnis Prieto, passando por composições originais de Shah e Moutin.

Kavita Shah Voz

François Moutin Contrabaixo


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

Fotografia François e Kavita

Foto: Serge Sluyts

O duo Interplay de Francois Moutin e Kavita Shah é uma viagem de improvisação sobre temas impregnados de lirismo. Juntos Moutin e Shah demonstram virtuosismo, espontaneidade e lirismo através de um repertório de standards e musica original, adaptada a uma instrumentação acústica única, de contrabaixo e voz. O álbum, gravado nos estúdios Sear Sound em Nova York e no Le Studio de Meudon em Paris, apresenta 11 faixas que vão desde clássicos como "La Vie en Rose" de Edith Piaf até instrumentais como “Blah Blah” de Dafnis Prieto, passando por composições originais de Shah e Moutin.

Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

Fotografia François e Kavita

Foto: Serge Sluyts

O duo Interplay de Francois Moutin e Kavita Shah é uma viagem de improvisação sobre temas impregnados de lirismo. Juntos Moutin e Shah demonstram virtuosismo, espontaneidade e lirismo através de um repertório de standards e musica original, adaptada a uma instrumentação acústica única, de contrabaixo e voz. O álbum, gravado nos estúdios Sear Sound em Nova York e no Le Studio de Meudon em Paris, apresenta 11 faixas que vão desde clássicos como "La Vie en Rose" de Edith Piaf até instrumentais como “Blah Blah” de Dafnis Prieto, passando por composições originais de Shah e Moutin.

Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

Fotografia François e Kavita

Foto: Serge Sluyts

Falar de André Sarbib é falar de um dos mais prestigiados músicos do panorama Português no campo do Jazz e não só. Para fundamentar a evidência seria suficiente aludir aos grupos e bandas que formou. Mas o melhor historial que este pianista autodidata pode exibir é a sua colaboração com músicos como: Joe Lovano, Barry Altschul, Ivan Lins, Carles Benavente, Ruben Dantas, Alice Day, Jorge Rossi, Shaeb Sarbib, Carlos Carli, Jorge Pardo, Javier Colina, Joaquin Chacon, Paulo de Carvalho, Rão Kião, António Serrano, Leonardo Amuedo, entre muitos outros. A esses trabalhos podemos juntar-lhe as suas contribuições em concertos e gravações de músicos e cantores de primeira linha no panorama português e internacional.

De 11 de Outubro a 29 de Novembro, a Porta-Jazz convida oito figuras incontornáveis do Jazz Português, em especifico do Jazz do Porto, para em tom de tertúlia após jantar, partilharem na primeira pessoa, as histórias e memórias vividas ao longo da fundação e desenvolvimento do movimento Jazz do Porto.


Moderação por Leo Pellegrim - Saxofonista Brasileiro, professor no curso de Saxofone da Universidade Federal de Pernambuco - UFPE, pesquisador do Instituto de Etnomusicologia, Centro de Estudos em Música e Dança (INET-MD) e doutorando em música pela Universidade de Aveiro (Portugal).


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

André Sarbib

Neste regresso à Porta-Jazz, Diogo Vida traz na bagagem o seu terceiro disco de originais, EL DUENDE. Editado na Primavera, tem recebido os maiores elogios do público especializado e da imprensa livre e servirá de pretexto para um reencontro com o contrabaixista Filipe Teixeira e o baterista João Cunha, cúmplices de Vida no seu primeiro álbum "Alegria" (2011). Este concerto será uma celebração e um reencontro há muito tempo esperado e seguramente ninguém ficará indiferente.

Diogo Vida Piano e composição

Filipe Teixeira Contrabaixo

João Cunha Bateria


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

Fotografia Diogo Vida

Foto: Pedro S.


AP é um valor seguro no jazz nacional. Licenciado pela ESMAE em guitarra jazz e com um mestrado em Composição, escreve música com uma forte componente rítmica, por forma a criar contrastes sólidos entre os seus arranjos e os momentos de improvisação. Para este registo, AP destaca o contributo individual de cada um dos músicos que o acompanham, e visto que já editou 6e5 (TOAP, 2012) com o seu quinteto, e Mergulho (Carimbo Porta-Jazz, 2014) com o large ensemble Coreto, propõe agora uma nova abordagem em quarteto.

AP Guitarra e composição

Carlos Azevedo Piano

Filipe Teixeira Contrabaixo

José Marrucho Bateria


Crú: Espaço Cultural

Rua Alves Roçadas - Vila Nova de Famalicão

Fotografia AP

Foto: João Saramago


Ao longo do seu percurso musical Alberto Jorge tocou com bandas nascidas no Porto como Psico, Nirvana, Smoog, Quarteto 1111 - banda residente do programa semanal Árvore das Patacas, no programa televisivo Jazz em Portugal - Corleone Big-Band, Jig, entre muitos outras.

Colaborou também com a Orquestra Sinfónica do Porto, a Orquestra de Câmara de Braga, a Orquestra Salão Jardim Passos Manuel e a Orquestra Ligeira do Festival Eurovisão da Canção.

Com a banda de Paulino Garcia acompanhou os maiores nomes da canção portuguesa, e gravou numerosos discos e música para filmes, nomeadamente Táxi na Cidade e O Homem que Matou o Diabo. Participou também na gravação de Primavera de Destroços dos Mão Morta, bem como em Encontros e Segredo Maior do musicólogo João Loio. Alberto Jorge iniciou os seus estudos de contrabaixo de cordas na classe do professor Norberto Nascimento, com quem estudou sete anos. Trabalhou também com o Professor Adriano Aguiar no aperfeiçoamento estilístico e técnico e foi aluno da classe de música de câmara da Academia de Música de Espinho sob direção do professor José Luís Duarte.

Leccionou baixo eléctrico, contrabaixo, improvisação e combo na Escola de Jazz do Porto durante 18 anos. Essa longa colaboração gerou toda uma nova geração de baixistas de excelente qualidade. A sua catividade de professor estende-se também a outras escolas do norte do país, nomeadamente o Centro de Cultura e Recreio do Orfeão da Feira, Oficina de Música de Aveiro e o Hangar do Rock, além de docência privada. É um regular orador convidado em work-shops e seminários de jazz nomeadamente na Universidade católica do Porto, Instituto Piaget, Conservatório de Braga, Academia de Música de Vilar de Paraíso e em diversas escolas privadas.

Presentemente trabalha no seu livro Método de Trabalho para Contrabaixo, Baixo Eléctrico e Improvisação, com o qual pretende passar a sua própria experiência enquanto músico profissional.

De 11 de Outubro a 29 de Novembro, a Porta-Jazz convida oito figuras incontornáveis do Jazz Português, em especifico do Jazz do Porto, para em tom de tertúlia após jantar, partilharem na primeira pessoa, as histórias e memórias vividas ao longo da fundação e desenvolvimento do movimento Jazz do Porto.


Moderação por Leo Pellegrim - Saxofonista Brasileiro, professor no curso de Saxofone da Universidade Federal de Pernambuco - UFPE, pesquisador do Instituto de Etnomusicologia, Centro de Estudos em Música e Dança (INET-MD) e doutorando em música pela Universidade de Aveiro (Portugal).


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

Foto Alberto Jorge

Foto: Joaquim Torres

“Moving” é o título do 5º álbum do saxofonista Desidério Lázaro.

Desidério Lázaro, reconhecido saxofonista e tido como um dos melhores músicos de jazz português, regressa às gravações em nome próprio. Neste disco apresenta-se em quarteto, fazendo-se acompanhar de João Firmino nas guitarras, Francisco Brito nos baixos, e Joel Silva na bateria.

Moving” é um disco de viagens, temporais e físicas, uma soma eclética de géneros e estados emocionais, algo a que o saxofonista algarvio já nos habitou. Assim, desde o enérgico tema homónimo “Moving” ao sereno “Introspective”, passando pelas homenagens a pai (“Hidden Pain”) e filho (“Lullaby”), é impossível não se relacionar com esta música que, embora polvilhada de jazz e rock em doses repartidas, se quer cada vez mais cinematográfica e envolvente.

O 5º álbum de música original do saxofonista Desidério Lázaro, “Moving”, chegou-nos no início deste ano, sob o selo da editora independente Sintoma Records.

Desidério Lázaro Saxofone tenor

João Firmino Guitarra elétrica e acústica

Francisco Brito Contrabaixo e baixo elétrico

Joel Silva Bateria


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

Fotografia de Desidero Lazaro

Foto: João de Barros

Este disco surge de um encontro pouco usual entre dois contrabaixos e do prazer da exploração, da criatividade e da procura da nossa própria visão de beleza. Tentamos ser o mais honestos com a música e connosco, levamos o contrabaixo ao papel de protagonista e trabalhamos a terra cósmica para colher os frutos espirituais.

Concerto de Lançamento

com Carimbo da Porta-Jazz


Demian Cabaud Contrabaixo

Torbjörn Zetterberg Contrabaixo


FEUP

s/n, R. Dr. Roberto Frias, 4200-465 Porto

Cartaz lançamento Demian Cabaud & Torbjörn Zetterberg

Pirâmide quadrangular assente em ripas estridentes.

Fusão entre o erudito e o urbano.

Ode ao pássaro citadino e à geometria pagã.

João Mortágua Saxofone alto e soprano

José Soares Saxofone alto

Hugo Ciríaco Saxofone tenor

Rui Teixeira Saxofone barítono

Alex Rodriguez-Lázaro Bateria

Pedro Vasconcelos Bateria e percussões


Jardins do Palácio de Cristal

R. de Dom Manuel II 282, 4050-378 Porto

Fotografia Axes

Foto: Miguel Estima


AP é um valor seguro no jazz nacional. Licenciado pela ESMAE em guitarra jazz e com um mestrado em Composição, escreve música com uma forte componente rítmica, por forma a criar contrastes sólidos entre os seus arranjos e os momentos de improvisação. Para este registo, AP destaca o contributo individual de cada um dos músicos que o acompanham, e visto que já editou 6e5 (TOAP, 2012) com o seu quinteto, e Mergulho (Carimbo Porta-Jazz, 2014) com o large ensemble Coreto, propõe agora uma nova abordagem em quarteto.

AP Guitarra e composição

Carlos Azevedo Piano

Filipe Teixeira Contrabaixo

Acácio Salero Bateria


Jardins do Palácio de Cristal

R. de Dom Manuel II 282, 4050-378 Porto

fotografia AP

Foto: João Saramago

Um épico blend de Jazz, pop e stoner

Com um toque de

Espelhos e contra

Tempos e pontos.

Pontes.

"Mirrors" é o projeto liderado por João Mortágua, resultante da residência Guimarães Jazz/Porta-Jazz 2016.

João Mortágua Saxofones e composição

Ricardo Formoso Trompete e flugelhorn

Virxilio da Silva Guitarra

José Carlos Barbosa Baixo elétrico

Iago Fernandez Bateria


Jardins do Palácio de Cristal

R. de Dom Manuel II 282, 4050-378 Porto

fotografia Mirrors

Foto: Paulo Pacheco


“Origens” reúne uma serie de composições originais que descrevem o percurso desde a minha chegada a Portugal. Este trabalho é o resultado da fusão do meu background musical e pessoal com as influências dos diversos projetos em que participei ao longo destes últimos anos, principalmente no circuito de Jazz da cidade do Porto.

Ricardo Formoso Trompete e composição

Carlos Azevedo Piano

José Carlos Barbosa Contrabaixo

Marcos Cavaleiro Bateria


Jardins do Palácio de Cristal

R. de Dom Manuel II 282, 4050-378 Porto

fotografia Ricardo Formoso

Foto: Isabel González


“Idiosyncrasies” é o terceiro disco de Alexandre Coelho Quartet. Marca também a estreia do quarteto pelo Carimbo Porta-Jazz. Depois dos discos “Saturday” e “Sunday” (Sintoma Records, 2015 e 2016) terem sido bem acolhidos pela crítica, com “Sunday” a integrar o Top 5 dos melhores discos de jazz português para o ano de 2016 ,na perspectiva da publicação JazzLogical, o quarteto mereceu também o prémio de Grupo Revelação na edição de 2017 da Festa do Jazz do São Luiz em parceria com a RTP.

Gonçalo Moreira Piano

João Cação Contrabaixo

João Mortágua Saxofone alto

Alexandre Coelho Bateria e composição


Jardins do Palácio de Cristal

R. de Dom Manuel II 282, 4050-378 Porto

Fotografia Alexandre Coelho

Foto: Gonçalo Rui


“Passada uma década, regresso com um novo disco, em trio e com dois grandes músicos e amigos. Gosto de escrever música que tire todo o potencial dos seus intérpretes. Máximo de liberdade para um máximo de musicalidade. Com Luís Lapa na guitarra e composição, Filipe Teixeira no contrabaixo e Acácio Salero na bateria, o nome do trio “Pé de Cabra” não é mais do que uma “alusão àquilo que o grupo pretende: abrir portas e fronteiras entre variadíssimos géneros musicais, que é afinal a minha melhor definição”,

conforme refere Luís Lapa.

Luís Lapa Guitarra e Composição

Filipe Teixeira Contrabaixo

Acácio Salero Bateria


Palácio de Cristal

R. de Dom Manuel II 282, 4050-378 Porto

Fotografia Luis Lapa

Foto: Milene Vale


Houve certamente entre os Homens a ideia de que tivéssemos nós sido feitos para voar, nasceriamos com asas. A Passarola Voadora simboliza a ideia tornada realidade. Alude à capacidade em decifrar e utilizar a Natureza na criação de instrumentos que nos ajudam a contornar os nossos limites naturais, transformando a consciência de nós próprios. Ainda não nascemos com asas, e no entanto voamos.

José Pedro Coelho Saxofones

Xan Campos Piano

Demian Cabaud Contrabaixo

Marcos Cavaleiro Bateria


Jardins do Palácio de Cristal

R. de Dom Manuel II 282, 4050-378 Porto

Fotografia José Pedro Coelho

Este projecto é o sexto e mais recente álbum do Cabaud, “Astah”. É uma experiência intensa e fresca, já que as duas baterias trazem uma grande quantidade de possibilidades tanto em dinâmicas quanto em direções musicais, liderados pela experiência de uma verdadeira lenda do jazz, Jeff Williams. As composições tem sempre aquele fator de abertura que caracteriza a música do Cabaud, deixando espaço para que cada elemento expresse o seu ponto de vista e deixe impressa a sua própria personalidade. O resultado é sempre fresco e nunca se repete.

A essência da música está enraizada no jazz tradicional, com muitos momentos livres / improvisados e um “cheirinho” de música tradicional da Argentina .

João Pedro Brandão Sax e Flauta

João Grilo Piano

Demian Cabaud Contrabaixo

Marcos Cavaleiro Bateria

João Sousa Bateria

Inês Pereira Voz


Jardins do Palácio de Cristal

R. de Dom Manuel II 282, 4050-378 Porto

Fotografia Demian Cabaud

O novo disco de Paulo Gomes estende firmemente as suas asas numa arcada de estéticas opostas. De um lado surge meio corpo de uma picassiana pomba da paz, com traços essenciais e limpos. Acariciam momentos cristalinos onde o quarteto usa o espaço com amplitude serena. A delicadeza chega a ser um quinto membro da banda, para a interação. Do outro lado temos meio avião de combate, pronto a um ataque devastador. Este caos programado, ruidoso e violento em geral, deixa por vezes tensos silêncios; os silêncios com a memória da destruição. Guerra e Paz consegue fazer voar até às alturas emocionais mais elevadas um sugestivo híbrido de polos contrários.

Abe Rábade, fevereiro 2017

O concerto dos MAP no dia 11 Agosto, conta a participação especial de Eduardo Cardinho.

Paulo Gomes Piano

Eduardo Cardinho Vibrafone

João Paulo Rosado Contrabaixo

Acácio Salero Bateria


Jardins do Palácio de Cristal

R. de Dom Manuel II 282, 4050-378 Porto

Fotografia MAP

Pele de Papel, o segundo disco dos pLoo pretende uma convivência multicultural dentro do mesmo espaço, um local onde o jazz, a música do mundo, a música improvisada livremente e a música contemporânea possam coabitar.

Daniel Dias Trombone

José Soares Sax

Eurico Costa Guitarra

Diogo Dinis Contrabaixo

Paulo Costa Bateria


Jardins do Palácio de Cristal

R. de Dom Manuel II 282, 4050-378 Porto

Fotografia pLoo

A música, sobretudo a improvisada, reflecte a essência dos próprios músicos que a interpretam. Para isso contribuem fatores por vezes tão subtis como aqueles que originam os próprios sonhos, que apesar de tantas vezes distantes da razão, são sempre o perfeito reflexo dum estado d’alma.

A música deste grupo pretende despertar em todos os intervenientes um conjunto de sensações que estão para além da razão e da consciência transformando-se assim numa experiência única para cada ouvinte..

Rui Teixeira Saxofones

Vasco Agostinho Guitarra

José Carlos Barbosa Contrabaixo

Marcos Cavaleiro Bateria


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

Fotografia Quarteto Vasco Agostinho

Na música, como na vida, a impermanência das coisas é a única verdade que alimenta o desenvolvimento e a criatividade da nossa existência. Da existência de tudo afinal. Quando nos apercebemos daquilo que uma coisa é, esta já não o é da mesma forma. Ou somos nós que olhamos para ela de outra maneira. Esta é então a razão pela qual esta música se recria e se transforma a cada momento e nunca se repete.

Com raízes na tradição jazzística e fortemente ligada à improvisação livre e experimental, os sons que daí resultam fazem parte de uma história musical impermanente e em constante evolução. A trompetista, improvisadora e compositora Susana Santos Silva, já um nome de referência do jazz contemporâneo e música improvisada dentro e fora de Portugal, reúne neste projecto João Pedro Brandão, Hugo Raro e Marcos Cavaleiro (músicos do Porto e seus colaboradores de longa data, todos parte da Associação Porta-Jazz) Torbjörn Zetterberg, contrabaixista sueco com quem tem trabalhado assiduamente nos últimos quatro anos, particularmente no seu projecto em duo e Ana Carvalho, artista multimédia, que irá realizar video em tempo real.

Susana Santos Silva Composições / Trompete

João Pedro Brandão Saxofone alto / Flauta

Hugo Raro Piano

Filipe Louro Contrabaixo

José Marrucho Bateria


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

Fotografia Susana Santos Silva

Natural de Lisboa, Sara Serpa é uma cantora, compositor e improvisadora que através da sua práctica e performance explora uma abordagem única instrumental no seu estilo vocal. Reconhecida internacionalmente pelo seu canto sem palavras, desde que se estabeleceu em Nova York, em 2008, Serpa tem desenvolvido e apresentado o seu trabalho nos campos do jazz, música improvisada e experimental.

Descrita pela revista JazzTimes como “uma virtuosa nas paisagens vocais sem palavras” e pelo New York Times como “uma cantora de pose elegante e visão cosmopolita” Serpa começou a sua carreira gravando e actuando com expoentes da cena jazzística como o pianista nomeado para Grammy’s Awards Danilo Perez e o recipiente dos prémios Guggenheim e MacArthur Fellow Ran Blake.

A sua música requintada inspira-se em variadas formas de literatura, cinema, artes visuais, natureza, e história. Como líder, Sara Serpa produziu e editou oito álbums, o último sendo Close Up (2018), destacado pelo Público como “testemunho maior da sua afirmação na cena jazzística de hoje” . Serpa tem colaborado com um número extenso de músicos, entre eles André Matos, John Zorn, Mycale Vocal 4tet, Guillermo Klein, Andreia Pinto-Correia, Derek Bermel, Kris Davis, Aya Nishina, Nicole Mitchell.

Para além deste trio, Serpa lidera um trio com Mark Turner e Zeena Parkins, numa performance interdisciplinar que combina imagem e música ao vivo intitulada Recognition,e o City Fragments Ensemble (3 vozes + 3 instrumentos) com Sofia Rei, Aubrey Johnson, André Matos, Erik Friedlander e Tyshawn Sorey.

17H00 - Masterclass

21H30 - Concerto

Inscrição para a masterclass através do email producao.portajazz@gmail.com


Sara Serpa Voz/Composição

Ingrid Laubrock Caxofones

Demian Cabaud Contrabaixo


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

Fotografia Sara Serpa

Este projecto é o sexto e mais recente álbum do Cabaud, “Astah”.

É uma experiência intensa e fresca, já que as duas baterias trazem uma grande quantidade de possibilidades, tanto em dinâmicas quanto em direções musicais.

As composições têm sempre aquele fator de abertura que caracteriza a música do Cabaud, deixando espaço para que cada elemento expresse o seu ponto de vista e deixe impressa a sua própria personalidade. O resultado é sempre fresco e nunca se repete.

A essência da música está enraizada no jazz tradicional , com muitos momentos livres / improvisados e um “cheirinho” de música tradicional da Argentina.

João Pedro Brandão Sax e Flauta

Xan Campos Piano

Demian Cabaud Contrabaixo

Iago Fernandez Bateria

Marcos Cavaleiro Bateria


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

Fotografia Demian Cabaud

Este projecto tem a sua génese na assunção de claras empatias musicais entre os seus membros, tendo sido a vinda de Simon Jermyn a Portugal um factor decisivo para a sua consolidação.

Sendo o jazz o universo comum entre os seus membros, a premissa de “the Nada” é, desde o início, a da procura de novos cenários e influências de onde a improvisação também possa brotar, bem como da aplicação de conceitos composicionais provenientes de outras correntes musicais. A exploração sonora com recurso a efeitos electrónicos e a sua coexistência com sons acústicos alavanca, muitas vezes, o potencial pictórico e amplia a diversidade paisagística deste grupo.

Assim, sente-se a presença de elementos característicos da música electrónica, da música tradicional, do rock, da música improvisada e da composição erudita contemporânea, bem como do jazz.

Em suma, o projecto pretende-se uma plataforma onde possam co-existir um “beat” de influência electrónica com uma melodia de índole tradicional, ou onde de uma explosão “rockeira” desponte um solo subsidiário do “freejazz”. A improvisação e a expressão artística de carácter vincado são elementos agregadores fortes.

João Guimarães Sax e Teclado

Eurico Costa Guitarra eléctrica

Filipe Louro Baixo eléctrico

José Marrucho Bateria


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

Fotografia The Nada

Num círculo de tambores não há “cabeça nem cauda”, apenas um pulso como motor da exploração dos sons!

Este núcleo de amigos propõe-se a arrastar consigo todos aqueles que se deixarem apanhar pelo ideia de unidade…

Ricardo Coelho Tambor#1

Mané Fernandes Tambor#2

Filipe Louro Tambor#3


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

Fotografia Ricardo Coelho Circle

O trompetista norte-americano reside há alguns anos em Paris onde é um músico activo. Vem apresentar o seu disco a Portugal, Bleu, que conta com excelentes músicos e cada vez mais atenção por parte da crítica.

Hermon Mehari Trompete

João Guimarães Saxofone

Peter Schlamb Vibrafone/Piano

Demian Cabaud Contrabaixo

Ryan Lee Bateria


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

fotografia hermon mehari

Depois do lançamento, em Maio de 2015, do seu disco de estreia “Páginas” com Carimbo da Porta-Jazz ter sido calorosamente acolhido pela crítica e pelo público, o trio, por vezes em formação mais alargada, teve oportunidade de se apresentar em várias salas e festivais do pais como por exemplo: Casa da Música, Palácio de Cristal, RampaJazz e Festival de Jazz de Viseu, entre outros.

Depois de viradas as “Páginas”, o trio procura agora desenvolver novos temas e refrescar o seu repertório, sempre movido pelo intuito inicial de explorar as suas possibilidades sonoras, sem instrumento harmónico.

João Mortágua Sax Alto

Filipe Teixeira Contrabaixo

Acácio “Salero” Cardoso Bateria


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

fotografia filipe teixeira trio

“Passada uma década, regresso com um novo disco, em trio e com dois grandes músicos e amigos. Gosto de escrever música que tire todo o potencial dos seus intérpretes. Máximo de liberdade para um máximo de musicalidade”.

Com Luís Lapa na guitarra e composição, Filipe Teixeira no contrabaixo e Acácio Salero na bateria, o nome do trio “Pé de Cabra” não é mais do que uma “alusão àquilo que o grupo pretende: abrir portas e fronteiras entre variadíssimos géneros musicais, que é afinal a minha melhor definição”.

Luis Lapa Guitarra, Composição

Filipe Teixeira Contrabaixo

Acácio Salero Bateria


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

fotografia álbum luís lapa & pé de cabra

Hernán Merlo é um conceituado e célebre contrabaixista/compositor de jazz argentino, que estará de passagem por Portugal para dois concertos únicos. Aluno em tempos, de Charlie Haden e Mark Helias, acompanhou grande nomes do jazz, entre eles: Dave Kikoski, Joe Pass, Barry Altschul, Chris Cheek, Conrad Herwig, Ingrid Jensen, entre outros

Para interpretar os seus temas, fará acompanhar-se de três músicos portugueses, que em conjunto irão propor uma música livre, intimista e de total procura.

Hernán Merlo Contrabaixo e composição

José Pedro Coelho Saxofone Tenor

Eurico Costa Guitarra

Marcos Cavaleiro Bateria


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

fotografia hernán merlo

Concerto de Lançamento

pLoo “Pele de Papel”


Paulo Costa Bateria

Diogo Dinis Contrabaixo, Baixo

Eurico Costa Guitarra

Daniel Dias Trombone

João Mortágua Sax Alto


FEUP

s/n, R. Dr. Roberto Frias, 4200-465 Porto

cartaz lançamento pLoo Pele de Papel

“O novo disco de Paulo Gomes estende firmemente as suas asas numa arcada de estéticas opostas. De um lado surge meio corpo de uma picassiana pomba da paz, com traços essenciais e limpos. Acariciam momentos cristalinos onde o quarteto usa o espaço com amplitude serena. A delicadeza chega a ser um quinto membro da banda, para a interação.

Do outro lado temos meio avião de combate, pronto a um ataque devastador. Este caos programado, ruidoso e violento em geral, deixa por vezes tensos silêncios; os silêncios com a memória da destruição.

Guerra e Paz consegue fazer voar até às alturas emocionais mais elevadas um sugestivo híbrido de polos contrários.”

Abe Rábade, fevereiro 2017

Paulo Gomes Piano

Miguel Moreira Guitarra

Miguel Ângelo Contrabaixo

Acácio Salero Bateria


Sala Porta-Jazz

Rua de João das Regras 305

Junto à Praça da República

Fotografia MAP

Este projecto é o sexto e mais recente álbum do Cabaud, “Astah”.

É uma experiência intensa e fresca, já que as duas baterias trazem uma grande quantidade de possibilidades tanto em dinâmicas quanto em direções musicais, liderados pela experiência de uma verdadeira lenda do jazz, Jeff Williams.

As composições tem sempre aquel fator de abertura que caracteriza a música do Cabaud, deixando espaço para que cada elemento expresse o seu ponto de vista e deixe impressa a sua própria personalidade, o resultado é sempre fresco e nunca se repete.

A essência da música está enraizada no jazz tradicional, com muitos momentos livres/improvisados e um “cheirinho” de música tradicional da Argentina.

Concerto de Lançamento

Demian Cabaud “Astah”


Gonçalo Marques Trompete

João Pedro Brandão Saxofone e Flauta

Xan Campos Piano

Demian Cabaud Contrabaixo

Jeff Williams Bateria

Iago Fernandez Bateria


FEUP

s/n, R. Dr. Roberto Frias, 4200-465 Porto

poster Astah FEUP

Pele de Papel, o segundo disco dos pLoo pretende uma convivência multicultural dentro do mesmo espaço, um local onde o jazz, a música do mundo, a música improvisada livremente e a música contemporânea possam coabitar.

João Guimarães Saxofone

Joaquim Rodrigues Piano

Miguel Ângelo Contrabaixo

Marcos Cavaleiro Bateria


Auditório CILV

Luis Lapa Guitarra

Filipe Teixeira Contrabaixo

Acácio Salero Bateria


Quinta do Caminho

Caminho de Santiago, Nº 2417, Pedreira, 4930-107 Cerdal

Este quarteto dá vida às mais recentes composições de José Pedro Coelho, que se apresenta uma vez mais enquanto líder.

Através de um repertório fortemente orientado para a improvisação, ‘Passarola Voadora’ convida a uma narrativa musical densa e forte, mas ao mesmo tempo leve e romântica.

Concerto de Lançamento

José Pedro Coelho "Passarola Voadora"


José Pedro Coelho Saxofones

Xan Campos Piano

Demian Cabaud Contrabaixo

Marcos Cavaleiro Bateria


FEUP

s/n, R. Dr. Roberto Frias, 4200-465 Porto

poster lançamento passarola voadora - josé pedro coelho

Paulo Gomes Piano

Miguel Moreira Guitarra

Miguel Ângelo Contrabaixo

Acácio Salero Bateria


Quinta do Caminho

Caminho de Santiago, Nº 2417, Pedreira, 4930-107 Cerdal

Renato Dias Guitarra

Filipe Teixeira Contrabaixo

Filipe Monteiro Bateria


Quinta do Caminho

Caminho de Santiago, Nº 2417, Pedreira, 4930-107 Cerdal

Mariana Vergueiro Voz

Pedro Neves Piano

Nuno Campos Contrabaixo

Nuno Oliveira Bateria


Auditório CILV

João Mortágua Saxofone

Gonçalo Moreira Piano

João Cação – Contrabaixo

Alexande Coelho – Bateria


Quinta do Caminho

Caminho de Santiago, Nº 2417, Pedreira, 4930-107 Cerdal