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cartaz 7º Festival de Jazz de Viseu
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Clubedo


North Camels Large Ensemble comprime num só espaço os sinais de nove estudantes e ex-estudantes da Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto, posicionando-os numa expressão mais tradicional do jazz.

Com uma secção de sopros volumosa, desenrolada em volta de guitarra, piano, contrabaixo, e bateria, o noneto debruça-se sobre os fundamentos do jazz por via de peças originais e arranjos, todos assinados pelos seus nove elementos. Os seus concertos canalizam várias dinâmicas fruto das composições contrastantes que apresentam, transportando uma energia diretamente proporcional ao número de membros em palco.

São, também, rostos familiares da Associação, tendo já atuado na Sala Porta-Jazz.

Pedro Jerónimo Trompete

Hugo Caldeira Trombone

João Paulo Silva Sax Alto

Pedro Simões Matos Sax Tenor

Rafael Gomes Sax Barítono

Joaquim Festas Guitarra

Ricardo Moreira Piano

Joni Axel Contrabaixo/Baixo

José Stark Bateria


Hot Five Downtown

Largo Actor Dias Nº51, 4000-192 Porto


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Entrada Livre para membros Porta-Jazz


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foto North Camels

Foto e edição: Hugo Caldeira

Clubedo


WIZ é um nome que não surge por acaso, mas que remete para um possível, e até fenomenal, acontecimento mágico que é a relação entre os três nomes que o compõem — Wilfred Wilde, guitarrista, Iago Fernandez, baterista, e José Pedro Coelho, saxofonista, que são, respectivamente, W, I e Z.

Colaboradores de longa data, os WIZ são um combo cuja existência parece uma constante entre os seus três elementos, que desfilam uma lista de colaborações comuns, frequentes e em vários outros contextos, quer nas incursões a solo do galego Iago Fernandez, que contam com a guitarra de Wilde, quer no quinteto deste último, em que Iago assegura a secção rítmica.

Além dos WIZ, José Pedro Coelho é um dos fundadores da Associação Porta-Jazz e um dos artistas com registos selados com o Carimbo Porta-Jazz, tendo lançado “Clepsydra” (2012) e “Passarola Voadora” (2018).

José Pedro Coelho Saxofones

Wilfred Wilde Guitarra

Iago Fernandez Bateria


Embaixada do Porto

Praça de Carlos Alberto 121, 4050-190 Porto


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Entrada Livre para membros Porta-Jazz


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foto North Wiz

Edição: Adriana Melo

Clubedo


Lançamento de novo disco editado com Carimbo Porta-Jazz


O trio que toca “Tao”, liderado pelo contrabaixista Filipe Teixeira, toma proverbialmente a estrada do Clubedo, assumindo como parte do seu caminho um momento que pede uma solenidade devida: o lançamento do novo longa-duração, homónimo, a ser editado com o Carimbo Porta-Jazz.

O trio existe num equilíbrio entre o saxofone alto de João Mortágua, a bateria de Acácio Salero e as cordas de Filipe Teixeira, também compositor, numa relação simbiótica justamente epitetada pelos próprios como Yin, Yang e o S que define a sua relação e a sua sonoridade. Que, acrescentamos, não os separa, mas os distingue e os movimentou na direção deste ciclo.

Filipe Teixeira editou com o Carimbo Porta-Jazz em 2015 o seu disco em nome próprio “Páginas”. Colabora com Acácio Salero nos projectos Luís Lapa & Pé de Cabra e AP Quarteto, e com João Mortágua no Rui Freitas Sexto.

João Mortágua Saxofone Alto

Acácio Salero Bateria

Filipe Teixeira Contrabaixo


Café Concerto da ESMAE

Rua da Alegria 503, 4000-045 Porto


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foto Tao

Foto: Dinis Sottomayor

Clubedo


Uma estreia no novo Ferro Bar, mas longe de ser uma novidade, o grupo de Mário Santos retorna aos palcos por via do Clubedo, desta feita metmorfoseando-se de Quarteto para Sexteto. Nascido com quatro pares de braços e já com 10 anos no conta quilómetros, o Quarteto Mário Santos: bloco A4 juntava a guitarra de Miguel Moreira, o contrabaixo de António Augusto Aguiar e a bateria de Marcos Cavaleiro sob a batuta e saxofone do seu nome charneira, formação que editou “Nuvem” em 2013.

Agora com os companheiros João Guimarães, nos saxofones e flauta, e Ricardo Formoso, no trompete e fliscorne, o Sexteto assume-se como bloco A6, mantendo a orientação de folha pautada, em que as linhas das suas peças não delimitam a expressão dos seus membros. As suas camadas de sonoridades formam, contudo, uma harmoniosa expressão coerente.

A actual formação do bloco A6 encontra-se, de igual forma, a trabalhar um novo registo de longa-duração, com temas a desfilar neste concerto.

Mário Santos Saxofones

João Guimarães Saxofones e Flauta

Ricardo Formoso Trompete e Fliscorne

Miguel Moreira Guitarra

António A. Aguiar Contrabaixo

Marcos Cavaleiro Bateria


Ferro Bar

R. da Madeira 84, 4000-427 Porto


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foto Sexteto Mário Santos

Foto: Amaral Moreira

Clubedo


Depois de um desafio lançado ao vibrafonista Eduardo Cardinho, a propósito da 8ª edição do Festival Porta-Jazz, o quinteto Galip prepara um regresso ao circuito da Associação, desta vez como uma das principais peças do circuito Clubedo.

Galip surgiu de um convite a Cardinho para formar um combo com alguns dos músicos que mais admirasse, uma receita que daria vida a mais um registo com Carimbo Porta-Jazz, de seu nome “Cale” que foi também disco que sucedeu a sua estreia com o selo, “Black Hole” (2016).

Esta formação, com os portugueses José Pedro Coelho no saxofone tenor, André Rosinha no contrabaixo e Mário Costa na bateria (que substitui o holandês Jamie Peet, membro original da formação), e o catalão Xavi Torres no piano, apresenta-se uma vez mais num evento da associação portuense, num concerto que serve para confirmar o que nunca foi dúbio: uma química notável entre os cinco elemento de Galip.

Eduardo Cardinho Vibrafone

José Pedro Coelho Saxofone Tenor

Xavi Torres Piano

André Rosinha Contrabaixo

Mário Costa (convidado) Bateria


Hot Five Uptown

R. de Guerra Junqueiro 495, 4150-098 Porto


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foto Galip

Foto: Adriana Melo (Mínima)

Clubedo


Curadoria do Katowice JazzArt Festival


Parte da missão da Associação Porta-Jazz de divulgar um pouco por todas as casas as sonoridades jazz mais livres e menos estandardizadas é, também, a de mostrar as figuras que mantêm esta expressão num estado orgânico e vivo.

Parte deste exercício é, também, a necessidade de cruzar linguagens e abordagens através de programas de intercâmbio com outras entidades, e outros eventos, que permitam acrescentar perspectiva a ambas as partes. Um dos parceiros da Porta-Jazz a trabalhar nesse sentido é o Katowice Festival JazzArt, responsável pela programação deste concerto no cinema Passos Manuel.

O nome selecionado para tomar o palco é o do quarteto Aladdin Killers, combo de fusão jazz com inspirações variadas e que acrescenta a um trio de bateria-contrabaixo-teclas a ciência da expressão DJing por excelência, o turntablism.

Adam Stodolski Baixo e Contrabaixo

Mateusz Pawluś Teclados e Electrónica

Wojciech Długosz Scratch e Electrónica

Przemek Borowiecki Bateria e Electrónica


Passos Manuel

R. de Passos Manuel 137, 4000-382 Porto


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foto Alladin Killers

Clubedo


Paula Sousa é uma pianista e teclista com um dos trabalhos mais particulares da cultura musical portuguesa, com um role de colaborações que vai desde os Repórter Estrábico, aos Três Tristes Tigres e aos Ban, e que cedo se estendeu a sonoridades mais jazz, por via dos seus estudos no Hot Clube de Portugal e na Berklee College of Music.

O seu percurso singular, com um impacto indiscutível nas gerações de músicos formados nos últimos 20 anos, deu forma a uma obra bela, em que cruza elegantemente as linguagens jazz e de tradição clássica ocidental em especial no universo pianístico. De resto, é esta a principal motivação para este momento especial da programação do Clubedo: trazer a música de Paula Sousa ao Porto.

Este concerto surge de uma iniciativa do saxofonista João Guimarães, membro da Associação Porta-Jazz, que estendeu o convite à compositora e intérprete para trazer de volta aos palcos algumas das suas peças.

Paula Sousa Piano e Composições

João Guimarães Saxofone

Eurico Costa Guitarra

António Quintino Contrabaixo

João Pereira Bateria


Sala Porta-Jazz

R. João das Regras 305, 4000-293 Porto


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foto Paula Sousa

Foto: Joaquim Mendes

Clubedo


Ohad Talmor é um dos nomes essenciais do jazz moderno, em torno do qual circulam músicos como Jason Moran, Carla Bley, Chris Potter, e Kurt Rosenwinkel, para mencionar apenas alguns, e é também um dos compositores e maestros mais reconhecidos na contemporânea.

Entre as suas muitas colaborações, destacam-se uma que nos é muito próxima, com a Orquestra Jazz de Matosinhos em colaboração com o saxofonista Lee Konitz, da qual resultaram mais de uma dezena de concertos.

Para o Clubedo, Talmor vem com uma versão “redux” do seu sexteto, aqui desdobrado para um colossal trio que compõe com os seus colaboradores de longa-data: o guitarrista Miles Okazaki, membro de combos liderados por John Zorn, Steve Coleman e Jesse Malin, e Dan Weiss, baterista e percussionista inventivo, meritoriamente reconhecido no circuito jazz e da música experimental e com um role invejável (e quase incontável) de colaborações. Uma fatia significativa do repertório do trio é inspirado pela música Hindustani, com alguns dos arranjos de Ohad a serem feitos sobre composições tradicionais para tablas.

Ohad Tolmar Trio tem um novo disco para lançar em inícios de 2020, com selo da Intakt Records, e que servirá de base para o concerto no Porto.

Ohad Talmor Saxofone Tenor

Miles Okazaki Guitarra

Dan Weiss Bateria


Sala Porta-Jazz

R. João das Regras 305, 4000-293 Porto


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Entrada Livre para membros Porta-Jazz


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foto Ohad Talmor

Foto: Ohad Talmor

Clubedo

Complementar ao programa


Encontro de Escolas: Oficina + Concerto com a participação de alunos de várias escolas de música do norte e centro do país, precedido da oficina, com a orientação de Talmor, Okazaki e Weiss.

Não há melhor maneira de dizer um até já do que focando atenções no futuro. É já com o coração focado na 10ª edição do Festival Porta-Jazz, que os sentidos serão re-orientados para o que serão as formas do organismo jazz nos próximos tempos, por via do Concerto de Escolas.

Este momento será entregue a alunos de várias escolas do Norte e Centro do país, que irão participar numa oficina conduzida por Ohar Talmor, Mike Okazaki e Dan Weiss.

Sala Porta-Jazz

R. João das Regras 305, 4000-293 Porto


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foto Ohad Talmor oficina

Foto: Adriana Melo (Mínima)

KINTSUGI é música feita a partir de estilhaços.

Explora as potencialidades do erro e da imprevisibilidade.

Tem por objectivo único criar um produto sonoro mais significativo do que a soma dos fragmentos que o compõem.

João Mortágua Saxofones, electrónica e outros instrumentos

Luís Figueiredo Teclados, electrónica e outros instrumentos


Sala Porta-Jazz

R. João das Regras 305, 4000-293 Porto

foto Kintzugi

Foto: Catarina Cunha | Artwork: Luis Figueiredo