fotografia sala porta-jazz
cartaz 10º Festival Porta-Jazz
fotografia discos carimbo

Depois de “Isto é Jazz” (2005), “Xacobe Martínez Antelo Trío” (2008) e “Jazz from Galiza” (2010) Xacobe Martínez Antelo, através do seu renovado trio, lança o seu quarto trabalho discográfico como líder. Em “CAPTURAS” (2019), o Trio composto por Xosé Miguélez, Max Gómez e o próprio Xacobe, apresenta um trabalho profundo, maduro, absolutamente ancorado no presente, e que transborda música pelos quarto lados. Oito composições originais inspiradas em feitos quotidianos e realidades que nos atacam, que nos acompanham ou que fazem parte do nosso contexto vital.

Xosé Miguélez Sax Tenor

XMA Contrabaixo

Max Gómez Bateria


Sala Porta-Jazz

R. João das Regras 305, 4000-293 Porto

foto Txacobe Martinez Angelo Trio

QUÁTRIO, o átrio dos quatro, um imaginário que, tal como na longínqua tradição romana, representa um espaço central onde convergem acessos a diferentes locais. Neste átrio coabitam quatro amigos que vêm no diálogo um meio para alcançar determinado fim. Esse fim é o desconhecido e o caminho a percorrer uma desafiante travessia sobre um rio carregado de emoções e de sensações.

Sem pretensiosismos, QUÁTRIO convida-vos assim a entrar nesta viagem, assumindo o mesmo ponto de partida - átrio, e desejando que se alcancem diferentes pontos de chegada, diferentes desconhecidos.

Tiago Baptista Vibrafone

João Mortágua Saxofone Alto

Demian Cabaud Contrabaixo

Diogo Alexandre Bateria


Sala Porta-Jazz

R. João das Regras 305, 4000-293 Porto

foto QUÁTRIO

A tarde inicia-se às 14:00 com 2 masterclass com músicos de importância internacional:

O baterista/vibrafonista Jim Hart e o saxofonista Seamus Blake

Inscrições para assistir a masterclass: producao.portajazz@gmail.com


Às 18:00, haverá a apresentação de combos que envolverá dezenas de alunos de Jazz de algumas escolas do centro e Norte do País (Conservatório do Porto, Conservatorio de música de Coimbra, Conservatorio de música da Jobra; Academia Valentim de Carvalho, Jahas).


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Jim Hart (UK) is one of the most in-demand musicians on the European jazz and alternative music scene, as a soloist and sideman on drums and vibraphone. His background in both jazz and classical music – combined with his interest in the traditional music of Latin America and West Africa and its part in contemporary improvised music – has helped to define his creative personality, melding a distinctive and strong sense of harmony, melody and rhythm.

Now living in Alsace, France, Jim Hart has performed and recorded with many of the world’s most respected jazz musicians including Kenny Wheeler, John Taylor, Wynton Marsalis, Stan Sulzmann, Ralph Alessi, Dave Holland, Marius Neset, Lionel Loueke, Daniel Erdmann, Theo Caccaldi, Vincent Courtois, Julien Lourau, John Dankworth, Cleo Laine, Joel Frahm, Jaleel Shaw, Terrel Stafford and Logan Richardson. He has toured extensively throughout Europe, Scandinavia, the USA and Canada, and continues to appear at major jazz festivals worldwide, including North Sea, Molde, Pori, Trondheim, Frankfurt, Hamburg, Rochester NY, Vancouver, Victoria, Twin Cities, Manchester and London.


Seamus Blake (CA) - New York based saxophonist/composer SEAMUS BLAKE is recognized as one of the finest exponents of contemporary jazz. His music is known for its sophistication, bold improvisations and “sheer swagger". John Scofield, who hired Seamus for his “Quiet Band,” called him “extraordinary, a total saxophonist.” Throughout his 24 year career, Seamus has garnered critical praise for his masterful playing, his fine compositional skills and for his facility as a leader.

As a leader/co-leader , Seamus has released 16 albums. He is featured as a sideman on over 70 CDs.

Seamus has played on six of of the Grammy nominated Mingus bands’ albums He continues to play and record with Bill Stewart, Kevin Hays, David Kikoski and Alex Sipiagin. Seamus is frequently featured as a guest artist. In 2010 he was guest of honor at the International Saxophone Symposium in Washington hosted by the US Navy Band. Seamus was a member of John Scofield’s Quiet Band and toured and recorded with Dave Douglas. Some of the many other artists he has worked with include Eric Reed, Ethan Iverson, Chris Cheek, and Matt Penman.


Pequeno Auditório Rivoli

R. do Bonjardim 143, 4000-440 Porto


Bilhetes

Os bilhetes para a 10.ª edição do Festival Porta-Jazz estão à venda na bilheteira do Rivoli e online. Cada bloco de concertos (tarde ou noite) custa 7€.

Os membros da Associação Porta-Jazz têm preços especiais com desconto.

As actividades no Café e no Foyer são de entrada livre

Foto Jim Hart & Seamus Blake

A relação entre a música e as outras formas de arte tem sido aprofundada no projecto Porta-Jazz / Guimarães Jazz, desenvolvido através de uma residência artística com criadores de várias áreas. Já houve encontros da música com o teatro e a dança, por exemplo, cabendo agora ao vídeo entrar em cena. Nesta edição do Festival Porta-Jazz, pode-se assistir à combinação do compositor e pianista João Grilo e do artista visual Miguel C. Tavares, a quem se juntam dois músicos noruegueses de prestígio internacional: o baterista Simon Olderskog Albertsen e o contrabaixista Christian Meaas Svendsen. É, por isso, uma conversa entre a música e as imagens, sem definição de protagonistas ou actores secundários, num balanço constante entre o urbano e o natural, o movimento e a quietude, o abstracto e o real. O fio desta navalha tem tanto de narrativo como de arbitrário, criando um espectáculo envolvente que baralha as pistas para revelar algo de novo.


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João Grilo Composição e Piano

Simon Olderskog Albertsen Bateria

Christian Meaas Svendsen Contrabaixo

José Soares Saxofone

Miguel C. Tavares Video


Grande Auditório Rivoli

R. do Bonjardim 143, 4000-440 Porto


Bilhetes

Os bilhetes para a 10.ª edição do Festival Porta-Jazz estão à venda na bilheteira do Rivoli e online. Cada bloco de concertos (tarde ou noite) custa 7€.

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As actividades no Café e no Foyer são de entrada livre

foto HVIT

Foto: Miguel Estima

Um dos mais importantes grupos de jazz em Portugal dá pelo nome de Coreto Porta-Jazz. Foi criado em 2010 por João Pedro Brandão e teve em 2012 o seu primeiro registo, “Aljamia”, sucedido por “Mergulho”, “Sem Chão” e “Analog”. Pode dizer-se que é um laboratório de composição, tanto de João Pedro Brandão como de uma série de outros músicos do Porto, dentro do ensemble (AP, Susana Santos Silva, José Pedro Coelho, Rui Teixeira) e fora dele (Nuno Trocado, João Guimarães, Filipe Lopes, Tomás Marques, Paulo Perfeito). Mas também houve lugar para colaborações internacionais, podendo-se referir os nomes de Torbjorn Zetterberg e Ohad Talmor, tanto enquanto intérpretes como compositores. Sendo esta a décima edição do Festival Porta-Jazz e o décimo aniversário do Coreto, esta actuação será também a celebração de uma década de serviços musicais, revisitando algumas das mais fortes composições escritas para este grupo, com 12 músicos em palco. É uma excelente forma de festejar a cumplicidade entre estas duas entidades, uma vez que o Coreto é o ensemble residente da Associação Porta-Jazz e presença assídua no festival.


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João Pedro Brandão Saxofone Alto, Flauta

José Pedro Coelho Saxofone Tenor

Hugo Ciríaco Saxofone Tenor

Rui Teixeira Saxofone Barítono

Susana Santos Silva Trompete

Ricardo Formoso Trompete

Daniel Dias Trombone

Andreia Santos Trombone

AP Guitarra

Hugo Raro Piano

José Carlos Barbosa Contrabaixo

José Marrucho Bateria


Grande Auditório Rivoli

R. do Bonjardim 143, 4000-440 Porto


Bilhetes

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foto Coreto 10FPJ

Foto: Adriana Melo (Mínima)

É possível fazer um álbum memorável em dois dias? Jim Hart e Alfred Vogel acharam que sim e puseram-se a desafiar a meteorologia que os rodeava com boa música. Aliás, as referências meteorológicas são mais do que muitas, desde o título do álbum, “Come Rain Come Shine”, aos nomes dos próprios temas. Fica então esclarecido que fazer música sobre o tempo é tão fértil como fazer conversa sobre o tempo, principalmente se estivermos em Abril. Porém, é preciso ter em conta que se está perante dois músicos talentosos, com provas mais do que dadas em todo o mundo. Jim Hart é um reconhecido vibrafonista e Alfred Vogel tem-se notabilizado na bateria, estando este último também no Festival Porta-Jazz com os Blechbaragge. Espere-se, então, por um cheirinho de Abril em Fevereiro e pela revelação de que um britânico e um austríaco podem entender-se musicalmente, desde que o aquecedor esteja ligado e haja bebidas quentes por perto.


O concerto será seguido de Jam Session


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Jim Hart Vibrafone

Alfred Vogel Bateria


Café Rivoli

R. do Bonjardim 143, 4000-440 Porto


Bilhetes

Os bilhetes para a 10.ª edição do Festival Porta-Jazz estão à venda na bilheteira do Rivoli e online. Cada bloco de concertos (tarde ou noite) custa 7€.

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foto Jim Hart & Alfred Vogel

Foto: Grzegorz Gołębiowski

Para que o jazz deixe de ser um mistério, há um concerto comentado conduzido pelo pianista e compositor João Grilo. Vai esclarecer dúvidas, espantar fantasmas e explicar como se faz esta música única, mostrando o papel da improvisação, da composição, da interacção e da intuição na sua feitura. Pelo caminho, fica-se a perceber melhor as diferenças em relação a outros géneros musicais, mas também os muitos pontos em comum, ajudando a aproximar o público deste tão falado, antigo e sempre em renovação jazz.


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Café Rivoli

R. do Bonjardim 143, 4000-440 Porto


Bilhetes

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foto João Grilo

Foto: Johan Bichel Lindegaard

PULSE! surge como uma resposta criativa ao convite com carta branca dirigido a Ricardo Coelho pela Associação Porta Jazz no âmbito do seu 10º Festival.

 

Trata-se de um quinteto formado por este vibrafonista portuense, o prestigiado baixista brasileiro Frederico Heliodoro e os inconfundíveis Mané Fernandes (guitarra/eletrónica), José Diogo Martins (piano/teclados) e Diogo Alexandre (bateria).

Um elenco admirável que irá revelar novas composições de Ricardo Coelho e mostrar mais uma faceta de um dos músicos mais versáteis da sua geração. Falamos de alguém cujo currículo enumera colaborações com nomes tão díspares como MINA, Capicua, Jafumega, EduMundo ou The Mantra of the pHat Lotus, sem esquecer o seu próprio trio e o grupo THE FOUNDATION. Resumindo, jazz, música improvisada, hip hop e world music na mesma linha e na mesma pessoa. Não seria de esperar outra coisa de um criador que começou a tocar piano aos quatro anos, passou pela bateria e afirmou-se, por fim, no vibrafone. Por este andar, o mais provável é esta história não ficar por aqui!


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Ricardo Coelho Vibrafone e Composição

José Diogo Martins Piano/Teclados

Mané Fernandes Guitarra/Electrónica

Frederico Heliodoro Contrabaixo

Diogo Alexandre Bateria


Palco GA Rivoli

R. do Bonjardim 143, 4000-440 Porto


Bilhetes

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foto Ricardo Coelho

Os elementos deste trio dizem que fazem música pela música e com metade do cérebro desligado. Deixam, por isso, um hemisfério a voar em liberdade e o outro a pairar sobre a racionalidade, que é uma forma de dizer que há tanto de escrito como de improvisado nos temas deste grupo. É um colectivo formado pelo guitarrista António Pedro Saramago (AP), o contrabaixista Diogo Dinis e o baterista Miguel Sampaio. Um portuense, um ovarense e um minhoto às voltas com essa coisa da cumplicidade, sentimento tão digno numa mesa de café como numa sala de ensaios. Decidiram pôr tudo em jogo, atirar-se a sessões de deriva com bússolas afinadas, para dali sair com um conjunto de temas improváveis. Valeu de tudo como ponto de partida, desde ideias rítmicas à exploração de cores, sem esquecer alguns indícios de groove ou melodias por resgatar. Mas sempre numa perspectiva heraclitiana, isto é, sem alguma vez tocar os temas duas vezes da mesma forma, pelo que será de contar com o inesperado na forma como vão abordar as suas composições no festival Porta-Jazz. Um trio sem certezas, com certeza.


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AP Guitarra e Composição

Diogo Dinis Contrabaixo

Miguel Sampaio Bateria


Sub Palco Rivoli

R. do Bonjardim 143, 4000-440 Porto


Bilhetes

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foto A incerteza do trio certo

Foto: Miguel Sampaio

A inspiração para o novo álbum do Pedro Neves Trio veio do movimento dos pássaros em bando. A forma como estes mudam de direcção, a elegância das manchas que criam na paisagem e a imprevisibilidade do seu voo foram boas referências para um grupo que procura sempre inovar e deixar em aberto cada novo segundo dos seus temas. O trio liderado pelo pianista Pedro Neves vai já no seu terceiro registo, sempre com o Carimbo Porta-Jazz, e em todos eles tem recebido elogios de vários quadrantes, assim como convites para actuações nacionais e internacionais. Além do seu mentor, o grupo é formado por Miguel Ângelo (contrabaixo) e Leandro Leonet (bateria), exibindo com orgulho o facto de serem uma formação imutável ao longo desta sua década de existência. Pedro Neves gravou também com Mariana Vergueiro e Bruno Macedo, integrando ainda o quarteto de Lucia Martinez. Além disso, colabora com a cantora Sónia Pinto, com quem recentemente lançou um álbum, editado pela alemã Mons Records.


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Pedro Neves Piano

Miguel Ângelo Contrabaixo

Leandro Leonet Bateria


Sub Palco Rivoli

R. do Bonjardim 143, 4000-440 Porto


Bilhetes

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foto Pedro Neves

Foto: Paulo Pinto

Sendo a mutação um elemento constante da vida, a notícia de um segundo álbum do colectivo Impermanence só podia ser recebida com naturalidade e júbilo em doses iguais. Naturalidade, porque algo tão bem-sucedido como a junção destes talentos só podia ter como consequência a sua continuidade, da mesma forma que o dia sucede à noite; Júbilo, porque até o que se toma como garantido na vida deve ser devidamente celebrado. E como o assunto é a impermanência, seria errado esperar uma repetição do álbum anterior. Este é, afinal de contas, um grupo que enaltece a mudança, liderado por Susana Santos Silva, uma trompetista que tudo tem feito para não cair em formalismos. Daí ter juntado uma constelação de mentes semelhantes, que são Hugo Raro (piano e sintetizador), João Pedro Brandão (saxofone alto e flauta), Torbjörn Zetterberg (baixo eléctrico) e Marcos Cavaleiro (bateria). Vêm ao Festival Porta-Jazz estrear este novo álbum, revelando sete novas composições e a vontade de criar um momento irrepetível. Coisas da inquietude, portanto.


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Susana Santos Silva Trompete, Composições

João Pedro Brandão Saxofone alto, Flauta

Hugo Raro Piano, Sintetizador

Torbjörn Zetterberg Baixo

Marcos Cavaleiro Bateria


Pequeno Auditório Rivoli

R. do Bonjardim 143, 4000-440 Porto


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foto Susana Santos Silva

Foto: Joana Linda

Ao título do novo álbum de João Mortágua, “Dentro da Janela”, associamos um ambiente sereno, feito de tardes refasteladas a apreciar a chuva lá fora. É de um conforto perante a criação musical que se está a falar aqui, vindo do lado certo da janela, a olhar para um exterior eventualmente menos confortável mas sempre inspirador. Esta paz com o mundo, e com a música, só poderia ser conseguida na companhia certa, aquela proporcionada por um grupo de amigos. A saber, José Pedro Coelho (saxofone tenor), Miguel Moreira (guitarra), José Carlos Barbosa (baixo) e José Marrucho (bateria). Curiosamente, quando se procura o novo álbum de João Mortágua no Bandcamp, surge também no ecrã um tema chamado “Toda Uma Vida Dentro de Um Quarto com a Janela Fechada”, do brasileiro Luden. Ora, considerações musicais à parte, esta coincidência acaba por chamar a atenção pelo seu contraste, porque a ideia sugerida por Mortágua é realmente outra, bem menos claustrofóbica. Não poderia, por isso, haver melhor ajuda do que esta para definir os novos temas do saxofonista portuense, um dos mais talentosos músicos (inter)nacionais.


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João Mortágua Saxofone Alto e Soprano, Composição

José Pedro Coelho Saxofone Tenor

Miguel Moreira Guitarra

José Carlos Barbosa Baixo

José Marrucho Bateria


Grande Auditório Rivoli

R. do Bonjardim 143, 4000-440 Porto


Bilhetes

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foto João Mortágua Dentro da Janela

Foto: Jorge Carmona (RTP, Antena 2)

Até se podia chamar-lhe destino, mas a verdade é que Peter Evans e a Orquestra Jazz de Matosinhos voltam a encontrar-se. O Festival Porta-Jazz é testemunha deste reatar de conversa, tendo como fio condutor uma mão cheia de composições do trompetista norte-americano e portador de um som único. Figura maior do jazz mundial, volta a estar rodeado de uma big band de renome, com 22 anos de carreira e colaborações com grandes nomes, desde Chris Cheek a Carla Bley, que marca presença no festival onde já esteve nas primeiras edições, apoiando assim o movimento da Porta-Jazz porque faz parte dele. Esta actuação tem como título “Perception Beyond Knowing”, nome de um tema do mais recente disco de Peter Evans, e dela constam novos arranjos para alguns dos seus registos, criados em várias épocas, a que se soma “I Want to Talk To You”, um standard de Billy Eckstein assombrado pela magnífica versão de John Coltrane. Uma ponte entre o jazz clássico e o contemporâneo, sem esquecer a música erudita.


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Pedro Guedes Direcção Musical

Peter Evans Composição, Trompete (convidado)

João Guimarães, João Pedro Brandão, Mário Santos, José Pedro Coelho, Rui Teixeira Madeiras

Luís Macedo, Ricardo Formoso, Rogério Ribeiro, Javier Pereiro Trompetes

Daniel Dias, Álvaro Pinto, Paulo Perfeito, Gonçalo Dias Trombones

Hugo Raro (piano), Demian Cabaud (contrabaixo), Marcos Cavaleiro (bateria) Secção Rítmica


Grande Auditório Rivoli

R. do Bonjardim 143, 4000-440 Porto


Bilhetes

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foto Peter Evans e OJM

Embora tenha nascido em 72, só a partir de meados dos anos 80 é que comecei a comprar música. Até aí vivi um bocado inibido pela minha irmã mais velha, que achava azeiteiro praticamente tudo de que eu gostava. E em muitas coisas tinha razão. Foi, porém, com a chegada dos anos 90 que abri o baú da música negra. Um pouco à boleia do acid jazz senti vontade de mergulhar mais a fundo tanto no jazz como na soul, o que depois me levou ao disco, ao hip hop, ao techno, ao house, até ao drum’n’bass, mas sobretudo ao funk, que foi a minha área de especialização durante quase todo o tempo que passei discos, cerca de 12 anos. Entretanto, nasceu a minha filha e há mais de uma década que não me vejo nos discos, a não ser os do fogão. O convite da Porta-Jazz para pôr música no Jazz ao Relento, em Agosto do ano passado, foi, por isso, especial. E agora é com o mesmo entusiasmo que regresso, trazendo na manga um set de jazz-funk. Espero que seja bom para todos.


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Café Rivoli

R. do Bonjardim 143, 4000-440 Porto


Bilhetes

Os bilhetes para a 10.ª edição do Festival Porta-Jazz estão à venda na bilheteira do Rivoli e online. Cada bloco de concertos (tarde ou noite) custa 7€.

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As actividades no Café e no Foyer são de entrada livre

foto Marcos Cruz

Se a cidade do Porto tem seis pontes (e uma nova a caminho, ao que se diz), nada mais natural do que uma associação desta cidade estabelecer ligações sólidas com congéneres de outros países. É o que a Associação Porta-Jazz tem feito com a reconhecida AMR, uma associação de músicos criada na década de 70 em Genebra. A equipa nacional é composta por João Guimarães (saxofone) e Acácio Salero (bateria), ficando o lado suíço a cargo de Benoît Gautier (contrabaixo) e Thomas Florin (piano). Estiveram juntos numa residência artística e cada músico será responsável por liderar 1/4 da proposta a apresentar neste Festival Porta-Jazz, num concerto seguramente inesquecível. Esta é a quarta edição de uma parceria entre as duas associações, que começou com um intercâmbio de bandas e este ano ganha uma dimensão bem mais ambiciosa. A não perder!


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Thomas Florin Piano

João Guimarães Saxofone

Benoît Gautier Contrabaixo

Acácio Salero Bateria


Palco GA Rivoli

R. do Bonjardim 143, 4000-440 Porto


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As actividades no Café e no Foyer são de entrada livre

foto AMR Porta-Jazz

Montagem: Maria Mónica

Não há dúvida de que alguns projectos musicais deixam-nos com um sorriso nos lábios. Os Blechbaragge estão, definitivamente, nesse grupo. Têm um tom mordaz que nos eleva os níveis de dopamina, mesmo quando querem ser mauzinhos e entrar em sentido contrário na estrada da cacofonia. As explicações podem ser muitas, mas não há dúvida de que a conjugação de uma tuba, uma bateria e um saxofone (ou clarinete) dá, à partida, a garantia de se estar perante algo diferente. No entanto, o sentido de humor de Joe Bärr, Alfred Vogel e Andreas Broger é um trunfo imprescindível, notório tanto em estúdio como em palco. Só não convém acreditar em tudo o que dizem. Por exemplo, o facto de terem dado o título “We Play the March For You” ao seu primeiro álbum não é, de todo, sinónimo de que nos vão tocar uma marcha. Um pequeno cuidado a ter para que tudo corra bem nesta sua vinda ao Festival Porta-Jazz, resultante da parceria com o Bezeau Beatz Festival.


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Joe Bär Tuba

Andreas Broger Saxofone e Clarinete

Alfred Vogel Bateria


Sub Palco Rivoli

R. do Bonjardim 143, 4000-440 Porto


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foto Blechbaragge

Foto: Lukas Haemmerle

A palavra Utopia é central no trio MAU. A começar pelo nome, que por extenso dá Miguel Ângelo Utopia. Depois, pelo seu álbum de estreia, que se chama, precisamente, “Utopia”. Ora, esta é uma palavra com história e que a partir de Thomas More se tornou sinónima de fantasia, embora também possa ser encarada no sentido de realização futura, tendo em conta a sua origem grega. Pois bem, o Festival Porta-Jazz irá mostrar o somatório do contrabaixo de Miguel Ângelo, as guitarras de Miguel Moreira e a bateria de Pedro Melo Alves (gravada por Mário Costa no álbum), uma utopia em busca do tema perfeito, com tanto de improvisado como de escrito, guiada por regras meramente circunstanciais. Se filosoficamente tinha tudo para correr bem, na prática materializou-se ainda melhor, formando um arquipélago musical para onde se vai com os sentidos envoltos nos mistérios do caminho. Nota: o Festival Porta-Jazz só se responsabiliza pela viagem sonora de ida, os planos de regresso ficarão ao critério de cada espectador.


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Miguel Ângelo Contrabaixo

Miguel Moreira Guitarra

Pedro Melo Alves Bateria


Pequeno Auditório Rivoli

R. do Bonjardim 143, 4000-440 Porto


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foto MAU

Foto: Miguel Bento

Traduzir a literatura de Hermann Hesse e Ernest Hemingway para a música? Pode parecer improvável, mas foi isso que o Jeffery Davis Quinteto fez. Funciona como uma espécie de transcrição em associação livre, com as notas musicais a fazer as vezes das letras e atribuindo o resto do serviço à imaginação. Mas essa foi apenas uma das missões deste agrupamento. Na verdade, foi criado por este músico para demonstrar que o vibrafone pode ser usado de forma inovadora num contexto de ensemble e de composição, enchendo o depósito com o necessário combustível harmónico e melódico.

Foi, aliás, esse desígnio que o levou à escolha da formação, tendo seleccionado um conjunto de músicos com as características certas para obter o som que pretendia. Foi assim que, de entre as muitas figuras a quem podia telefonar, escolheu Óscar Marcelino da Graça (piano), José Soares (saxofone alto e soprano), Nelson Cascais (contrabaixo) e Marcos Cavaleiro (bateria). Uma formação com várias origens geográficas, desde Basel a Lisboa, Figueira de Foz e Aveiro, sem esquecer o Canadá (com muitos anos de estadia em Portugal) do músico anfitrião.


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Jeffery Davis Vibrafone

Óscar Marcelino da Graça Piano

José Soares Saxofone Alto e Soprano

Nelson Cascais Contrabaixo

Marcos Cavaleiro Bateria


Pequeno Auditório Rivoli

R. do Bonjardim 143, 4000-440 Porto


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foto Jeffery Davis

Foto: Filipa Carvalho

Ao ascetismo está associada a ideia de despojamento. Foi aí que Hugo Carvalhais encontrou uma fonte de inspiração para a sua sonoridade translúcida, feita de clareza e silêncio para uma audição sem tempo. É o epílogo perfeito para a viagem que o músico tem empreendido ao longo dos últimos tempos, materializada nos álbuns “Nebulosa”, “Partícula” e “Grand Valis”. São registos com um fundo espacial, e até com algumas referências à ficção científica, dando o mote certo para as suas rotas sonoras. Agora, nesta etapa contemplativa, o contrabaixista reuniu um sexteto para o qual convidou um amigo de longa data: o saxofonista lituano Liudas Mockunas, nome imprescindível na nova música improvisada europeia. Uma excelente altura para a estreia de Hugo Carvalhais no Festival Porta-Jazz.


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Hugo Carvalhais Contrabaixo

Liudas Mockunas Sax Soprano, Sax Tenor, Clarinete

Fábio Almeida Sax Tenor

Gabriel Neves Sax Tenor

Ricardo Moreira Órgão Hammond

João Martins Bateria


Grande Auditório Rivoli

R. do Bonjardim 143, 4000-440 Porto


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As actividades no Café e no Foyer são de entrada livre

foto CarvalhaisLiudas

Foto: Festival Imaxinasons

O compositor e trompetista espanhol Ricardo Formoso vem ao Festival Porta-Jazz apresentar o seu segundo projecto de originais. O título é “Implosão” e sucede o muito bem recebido “Origens”, editado com o Carimbo Porta-Jazz, trazendo para o palco um verdadeiro mosaico de talentos e geografias. Está-se a falar de um quinteto formado pelo próprio Ricardo Formoso (trompete e fliscorne), pelo canadiano Seamus Blake (saxofone tenor), pelo catalão Albert Bover (piano), pelo argentino Demian Cabaud (contrabaixo) e pelo português Marcos Cavaleiro (bateria). Uns escolheram Portugal para viver, outros estarão só de passagem, mas a verdade é que, entre si, formam uma bela amostra da história recente do jazz, com carreiras ligadas a figuras notáveis do meio, de várias gerações. Será um privilégio vê-los reunidos em palco para dar vida aos temas de Ricardo Formoso, autor que já ultrapassou a fase das promessas para se tornar uma certeza no panorama mundial.


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Ricardo Formoso Trompete, Fliscorne e Composição

Seamus Blake Saxofone Tenor

Albert Bover Piano

Demian Cabaud Contrabaixo

Marcos Cavaleiro Bateria


Grande Auditório Rivoli

R. do Bonjardim 143, 4000-440 Porto


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As actividades no Café e no Foyer são de entrada livre

foto RicardoFormoso_SeamusBlake_AlbertBover

Montagem: Maria Mónica

Old Mountain é um projeto pensado e criado pelos músicos Pedro Branco (guitarra) e João Sousa (bateria) que resulta de uma partilha de experiências e de uma visão artística convergente no sentido de criar um produto atual e expressivo da realidade dos músicos envolvidos.

Os dois músicos mantêm já uma longa relação profissional e de amizade, desde a sua formação inicial até aos dias de hoje em que atuam juntos nos mais diversos contextos. Este projeto é então o culminar de uma longa troca de ideias e vontade em apresentar um registo representativo daquilo que é a realidade individual de cada um bem como a sua interação enquanto artistas e criadores. A proposta apresentada resulta de uma longa espera, sendo ao mesmo tempo uma consequência inevitável da parceria entre os dois. Neste projeto em particular Branco e Sousa convidam diferentes músicos com diferentes backgrounds e ideias de improvisação. Os músicos convidados são parte central e essencial no processo criativo do grupo, tentando transcender pressupostos que limitem a sua liberdade ou criatividade. Old Mountain apresenta-se assim como um grupo em constante mutação onde os conceitos se difundem e transformam como consequência da união e colaboração com músicos com uma visão artística forte e ponderada.

Na lista de convidados constam nomes como o Gonçalo Marques, Demian Cabaud, Carlos Barretto, Nelson Cascais, André Rosinha, Felician Erlenburg, Alessandro Fongaro, Nicolò Ricci, Mauro Cottone, George Dumitriu, entre outros.

No final de 2017 gravaram o seu primeiro disco juntamente com o trompetista Gonçalo Marques intitulado “Parallels”. Gravado em Amesterdão, o disco contém composições de todos os membros do projeto bem como improvisações livres criadas no estúdio. O seu objetivo como banda é criar um som próprio e atingir uma liberdade de processos dentro de formas pré-concebidas.

Em Dezembro de 2018 novamente em Amesterdão gravam o seu segundo disco, desta vez em quinteto com os italianos Nicolò Ricci (sax. tenor) e Mauro Cottone (contrabaixo) e convidado especial George Dumitriu (viola de arco). A apresentação deste disco está agendada para uma série de concertos que se realizarão nos primeiros dois trimestres de 2019 para o qual convidam o contrabaixista Demian Cabaud e o violetista George Dumitriu.

A procura de novas paisagens sonoras e dinâmicas de grupo não convencionais são prioridades e os objectivos primordiais na execução do projeto. O resultado final demonstra várias influências, mas o som conseguido é único, criando novas imagens sonoras ao ouvinte, bem como novas soluções dentro da linguagem avant-garde e da música improvisada.

George Dumitriu Viola de Arco

Pedro Branco Guitarra

João Sousa Bateria

Demian Cabaud Contrabaixo


Sala Porta-Jazz

R. João das Regras 305, 4000-293 Porto

foto Old Mountain

Born in Oslo at the Norwegian academy of Music (NMH), Silent Fires reunites four bandleaders from the european improvised music scene: singer Karoline Wallace, trumpeter Hilde Marie Holsen (Hubro Records), violinist Håkon Aase (ECM) and pianist-composer Alessandro Sgobbio. Their cross-genre intermixture of lyrics and acoustic-electronic fragments – merged into written and improvised soundscapes – investigates the theme of spirituality in its multiple meanings. Silent Fires performs and improvises on stage with contemporary dancer Synne Garvik, offering a multi-art experience of improvised music and realtime choreography. The band is presenting their new album “Forests” (AMP Music & Records) with release shows in France, Germany, Italy, Norway and Portugal.

A very exciting musical excursion with very talented people. A wonderful collective.

Tor Hammerø / Nettavisen (Norway)

This is music with a great sense of musicality and sophistication.

Percorsi Musicali (Italy)

Outstandingly beautiful recording. Silent Fires deserve acclaim for it.

Gapplegate Music Review (USA)

A profound and unique album. Silent Fires is a band like no other.

Juan Hitters (Argentina)

A timeless surprise that shall be referenced as a golden, treasured classic in the future.

Nite Stylez (Germany)

An album full of suppleness, inventiveness, emotion, abstraction and sensuality. Captivating.

Silence And Sound (France)

More infos/press: www.silentfires.com

Official Videoclip: https://youtu.be/OWVasdV8yUU

Karoline Wallace Vocals

Hilde Marie Holsen Trumpet, effects

Synne Garvik Dance

Håkon Aase Violin

Alessandro Sgobbio Piano


Sala Porta-Jazz

R. João das Regras 305, 4000-293 Porto

foto Silent Fires

Foto: Jeff Sales