Paulo Costa – Bateria, Percussão

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www.ploo.pt
www.drumming.pt
www.glaucoband.com

Paulo Costa nasceu no Porto em 1974 e iniciou-se na Bateria como autodidata em 1995. Em 1998 passou pela Escola de Jazz do Porto onde estudou Bateria e em 1999 iniciou os estudos em Percussão no Conservatório de Música da Maia. Em 2000 decidiu abandonar os estudos superiores de Engenharia e dedicar-se integralmente à música. Concluiu o curso livre de Percussão em 2003 na Academia de Música de Espinho e em 2007 licenciou-se em Percussão na Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo do Instituto Politécnico do Porto (ESMAE-IPP), sob orientação de Miquel Bernat e Manuel Campos. No mesmo ano lectivo frequentou o Curso Livre de Vibrafone Jazz da ESMAE, com o professor Jeffery Davis. Entre 2003 e 2006 manteve aulas particulares de Percussão Latina e Africana com Nico Arnicho. Participou e assistiu a vários seminários com os professores Georges-Elie Octors, Miquel Bernat, José Salgueiro, Angel-Omar Frette, Bart Quartier, Alexandre Frazão, Steven Schick, Peter Erskine, Emmanuel Séjourné, Rogério Boccato, Vinícius Barros, Nico Arnicho, Mickey Hart, Jean François-Léze, Duo Speak Percussion (Eugene Ughetti e Peter Neville), Joel Grare, Carlos Bica, John Riley, Jeffery Davis, James Carter, Gerard Gibbs, Leonard King Jr., Matchume Zango, Glen Velez, David Friedman e Peter Vulperhorst. É percussionista do Drumming – Grupo de Percussão e integra, desde a sua formação, o projecto Steel Drumming… Still Drumming, Grupo de Steel Drums do mesmo grupo. Líder e Compositor do grupo “pLoo”, membro fundador do grupo “Glauco” e do grupo “Triedro”. Tem vindo a participar em vários projectos de diferentes áreas musicais tais como Jazz, Músicas do Mundo, Música Contemporânea e Improvisação. Desde 2010 tem exercido actividade como compositor e musico acompanhador de dança contemporânea. Paulo Costa lecciona percussão no Conservatório de Música do Porto.

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Born in Oporto in 1974 and started his musical studies in 1998 at Oporto Jazz School were he studied drums. He studied percussion at Maia Music Conservatory and at Espinho Music Academy. In 2007, he graduated in Percussion at Escola Superior de Musica do Porto (ESMAE). In that year, he attended the Vibraphone Jazz Course at ESMAE with Jeffrey Davis. He participated in several workshops with Georges-Elie Octors, Miquel Bernat, José Salgueiro, Angel-Omar Frette, Bart Quartier, Alexandre Frazão, Steven Schick, Peter Erskine, Emmanuel Séjourné, Rogério Boccato, Vinícius Barros, Nico Arnicho, Mickey Hart, Jean François-Léze, Duo Speak Percussion (Eugene Ughetti e Peter Neville), Joel Grare, Carlos Bica, John Riley, Jeffery Davis, James Carter, Gerard Gibbs, Leonard King Jr., Matchume Zango, Glen Velez, David Friedman e Peter Vulperhorst. Betwen 2003 and 2006 he studied Latin and African Percussion with Nico Arnicho. He plays with Drumming (Percussion Group) and integrates the Steel Drumming… Still Drumming project, since the beginning – a Steel Drum Orchestra from the same group. Composer and leader of the group “pLoo”, founder member of “Glauco” and “Triedro”. As been working in several musical projects such as Jazz, World Music, Contemporary Music and Improvisation. Since 2010 he has been working with contemporary dance as a composer and musician. Paulo Costa teaches percussion at Conservatório de Música do Porto.

Listen

https://ploo.bandcamp.com/releases
https://triedro.bandcamp.com/album/triedro

Video





Discografia

Triedro – “Triedro” – RPM 2016
pLoo – “ESTEREOGRAMA” – Carimbo Porta-Jazz 2015
Lilian Raquel & Claudio César Ribeiro – “Com Todas as Cores” – Numérica 2013
Glauco – “Azul Estranho” – Edição de Autor 2011
Bilan – “Bilan” – Edição de Autor 2008

CRÍTICAS

http://jazz.pt/artigos/2015/12/26/melhores-de-2015/

pLoo ESTEREOGRAMA (Carimbo Porta-Jazz 2015) entre os melhores discos de 2015 na escolha da Jazz.pt.

http://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/porto-novo-1716230

Estreando-se com este Estereograma, o grupo pLoo reúne Paulo Costa (bateria), António Augusto Aguiar (baixo eléctrico), Eurico Costa (guitarra eléctrica) e Daniel Dias (trombone), para além de João Mortágua (saxofone). O quinteto trabalha composições originais do baterista Paulo Costa, orientados para um jazz eléctrico de fusão. O trabalho de percussão é inventivo, o baixo preciso, a guitarra muito presente. O trabalho do trombone de Daniel Dias é complementado com o saxofone de Mortágua, num diálogo interessante de sopros. A música do grupo não se fixa num único registo, atravessa diversos ambientes, revelando a sua diversidade e amplitude estética. Como sugestão de entrada fica o quarto tema, Oba, com os seus uníssonos a abrirem espaço para as intervenções da guitarra, primeiro, e depois do saxofone, fechando com todos os instrumentos em perfeita união.
NUNO CATARINO

http://acertezadamusica.blogspot.pt/2016/01/ploo-estereograma.html

Paulo Costa lançou em 2015 o álbum pLoo. Um disco de Jazz com uma sonoridade transversal que toca na universalidade da World Music, contando com uma boa dose de improvisação jazzistica. Teve ao seu lado António Augusto Aguiar no Baixo, Eurico Costa na Guitarra, Daniel Dias no Trombone e João Mortágua no Saxofone. Este quinteto procurou diferentes maneiras de transportar a sua música, num universo coeso, mais livre, desprendendo-se de um rótulo “fixo”. Com diferentes caminhos exploratórios desde harmonia ao ritmo. Dando diferentes texturas aos nove temas que fazem parte do Estereograma.

Os pLoo são um excelente convite para uma abordagem despretensiosa ao jazz, livre e espontânea. Mais uma recomendação, de um belo disco de jazz para ouvir. De preferência junto de uma praia, num solarengo dia de inverno. Onde as quatro estações se misturam! Que no final nos deixam com um apetite de regressar a essa praia e reviver esse dia. Os pLoo exploram essas simbioses, entres os diferentes estados climáticos. Um disco para juntar a uma bela coleção de discos de jazz editados no ano de 2015.
Texto: Miguel Estima

TIME OUT PORTO
O quinteto pLoo estreia-se com Estereograma, onde todas as composições são do baterista Paulo Costa. O melhor está em “Mar”, bluesy e com uma indolência vagamente mingusiana, em “Clapp’ning”, com balanço funk rock, e em “Salitre”, com uma malha minimal de guitarra que se torna enfeitiçante. Os entorpecentes “Estereograma” (I e II) e “Staccando” são demasiado breves para perturbar a fruição.

José Carlos Fernandes