The Nada

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João Guimarães
 – saxofone
Eurico Costa – guitarra
Simon Jermyn – baixo
José Marrucho – bateria

The Nada surge com o intuito de constituir uma plataforma para o experimentalismo sonoro, para a improvisação livre, para a exploração de formas e estéticas menos convencionais.

O quarteto será, assim, o propulsor do que se espera uma experiência singular.
Este projecto tem a sua génese na assunção de claras empatias musicais entre os seus membros, tendo sido a vinda de Simon Jermyn a Portugal um factor decisivo para a sua consolidação. A procura de novas formas de expressão subsidiárias do jazz, de novos cenários de onde a improvisação também pudesse emanar, levaram a que estes quatro músicos se congregassem no ímpeto de partilhar essas experiências.

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“Obrigado, the nada

Não sou um conhecedor de jazz nem de coisa alguma. Prefiro achar que a música e eu nos descobrimos mutuamente, pois na verdade é isso que sinto que acontece. As linguagens são apenas referências, precedentes que se abrem a partir dos quais se desenrola a viagem. São a nossa mala de roupa, o nosso mapa, a nossa escova de dentes. Mas existe sempre o imprevisto. Podemos levar só umas cuecas e 20€ e conhecer alguém que nos oferece estadia, ou levar um malão abarrotado e este ser extraviado no aeroporto. Este disco parece-me ter um bom equilíbrio entre a composição e a vontade de namorar esse imprevisto, no engenho criativo dos motes, no caris obsessivo das melodias em jeito de instigação estética, na procura de um som que se aproveita das ditas referências para as pôr em causa. E na ponderação com que não coloca essa vontade de ruptura à frente da intenção de um discurso. Isto sou eu a pensar sobre o que senti. De uma forma mais simples poderia dizer que quando dei por ela estava dentro do avião a curtir a paisagem, sem mochila.

Aos viajantes que passaram a pilotos, obrigado e parabéns”

Manel Cruz

“Composição luxuosa operada por extra-terráqueos, que fazem todos os meus glóbulos gravitarem na mais alegre consistência, ao mais alto nível. Soberbo e luminoso.

The Nada = Todas as Cores”

Marco Franco

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