8º Festival Porta-Jazz programação detalhada

2 dez, 18h00, Sala Porta-Jazz (Av. Aliados 168, 4º andar)
Gysler-Perez-Nick (CH) – AMR*
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1Perez-Gysler-Nick
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Cédric Gysler, doublebass
Raphael Nick, drums
Evaristo Perez, piano
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Na linhagem dos grandes trios de jazz, este grupo toca despreocupadamente sons tons e jazz contemporâneo. De forma livre e descontraída, as suas improvisações são inspiradas pela musica-lidade de EST, Brad Mehldau e Enrico Pieranunzi.
Estes três músicos suíços tocam regularmente no circuito europeu, juntos e em diferentes formações. Gostam de partilhar com alegria as suas ideias musicais e contrapontos rítmicos.
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*A AMR (Associação para a Promoção da Música Improvisada), foi fundada em 1973 por músicos apaixonados pelo jazz e pela improvisação, com o intuito de promover a criação e desenvolvimento de uma cena musical em Genebra, através da organização regular de concertos e oficinas. Oito anos após a sua criação, obteve um reconhecimento das autoridades que colocaram à sua disposição o edifício localizado no 10 rue des Alpes, apelidado de “Alpes do Sul”. Desde então, a AMR e seu centro de música se tornaram um dos pólos mais importantes da vida cultural de Genebra.
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2 dez, 19h00, Sala porta-Jazz (Av. Aliados 168, 4º andar)
The Nada (PT)
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The Nada
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João Guimarães, sax/ teclado
Eurico Costa, guitarra
Filipe Louro, baixo
José Marrucho, bateria
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O quarteto The Nada nasceu da ânsia de procurar novos cenários, de influências diversas, de onde a improvisação pudesse emanar naturalmente, sem abdicar de algumas das premissas fundamentais do jazz. O resultado, de forte carácter “jazz-fusão-sem-pudor”, algures entre o rock das franjas, o pop da Enya e o free-jazz, é o que se pode ouvir no disco homónimo, editado pelo Carimbo Porta-Jazz em 2016.
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2 dez, 22h00, Sala Porta-Jazz (Av. Aliados 168, 4º andar)
Controvento (CH) – AMR*
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Luca Pagano, electric guitar
Reto Suhner, alto flute/ alto saxophone
Paolo Orlandi, drums
Brooks Giger, doublebass
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Sem líder de banda, este grupo aceita e encoraja a sensibilidade e o gosto de cada membro. O trabalho centra-se na comunicação entre os músicos, promovendo uma linguagem musical comum, enquanto se respeita a criatividade e as diferentes influências individuais.
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3 dez, 21h30, Casa da Música
Coreto, lançamento de “Analog” (PT)
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Coreto Porta-Jazz II
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João Pedro Brandão, saxofone alto/ flauta
José Pedro Coelho, saxofone tenor
Hugo Ciríaco, saxofone tenor
Rui Teixeira, saxofone barítono
Ricardo Formoso, trompete
Susana Santos Silva, trompete
Andreia Santos, trombone
Daniel Dias, trombone
AP, Guitarra
Hugo Raro, piano
José Carlos Barbosa, contrabaixo
José Marrucho, bateria
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Em “Analog” a musica é inteiramente composta por João Pedro Brandão que, desta vez, se dedica à exploração de um imaginário sugerido pelo mundo analógico, transpondo os seus “ruídos” para a instrumentação deste Ensemble de 12 músicos – Ecos, ressonâncias, um curto circuito, as interferências ou o atraso numa comunicação telefónica por fio, uma mensagem em código morse, a procura de uma estação de rádio, são o mote para a composição escrita que abre espaço para momentos solísticos, improvisados e de composição colectiva.
O Coreto é formado por 12 elementos da nova geração de músicos ligados à cidade do Porto, cujas actividades individuais são reconhecidas na cena jazzística nacional e internacional.
O grupo surge no coração da Associação Porta-Jazz com o objectivo de criar um “espaço” para a exploração e concretização de um repertório original e experimental, proveniente das mais variadas fontes criativas que emergem no Jazz em Portugal.
Os seus três álbums, lançados pelo Carimbo Porta-Jazz, foram reconhecidos pela crítica nacional. “Aljamia” (2012) e “Mergulho” (2014) foram considerados os melhores do ano, e “Sem Chão” (2015) valeu à banda o prémio de Grupo do Ano na comemoração dos 50 anos do programa “5 minutos de Jazz” de José Duarte.
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3 dez, 22h30, Casa da Música
Sylvain Darrifourcq IN LOVE WITH (FR)
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Sylvain Darrifourcq, drums/ percussions/ composition
Théo Ceccaldi, violin
Valentin Ceccaldi, cello
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IN LOVE WITH são os desejos e formas de alguma maneira presos numa estreita e implacável geometria. É epiléptico, fugaz, agitado, duro mas possivelmente também quieto ou apático.
É a violência de uma linha recta.
O inventivo e virtuoso baterista francês Sylvain Darrifourcq lidera este “minimalista-brutal-jazz” trio através de composições abstractas, de derreter o cérebro, chegando como uma mistura de Ligeti, Satie, Mr. Bungle e texturas belas de música de câmara.
Sylvain reúne neste projecto, 3 grandes músicos do influente colectivo francês “Tricollectif”
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5 de Dez, 21h30, Passos Manuel
Mirrors (Guimarães Jazz / Porta-Jazz #3) (PT, ES)
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Mirrors
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João Mortágua, saxofones e composição
Ricardo Formoso, trompete e fliscorne
Virxilio da Silva, guitarra
José Carlos Barbosa, baixo elétrico
Iago Fernandez, bateria
Hernâni Reis Batista, instalação e projeção
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Mirrors propõe-se explorar as simetrias enquanto portais para um espaço inter dimensional, em que do seu eixo surgem novas sensações e até novos paradigmas.
Num clima de constante descoberta, o mundo que conhecemos metamorfoseia-se a partir de espelhos musicais que emanam de si uma outra arte: a que é feita de nós mesmos, enquanto ser coletivo.
A criação artística deste projeto parte assim do sentir terreno e da respetiva reação a essa viagem sónica, através do portal-espelho e evolução inerente.
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5 dez, 22h30, ESMAE
ESMAE Jam session
A mais antiga Jam da cidade acontece todas as terças-feiras, na Rua da Alegria, no Café-Concerto da ESMAE
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6 dez, 21h30, FEUP
Ariel Bringuez Quartet “Jazzing the Classics”
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Ariel 24
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Ariel Bringuez – Saxofone
Ivan “Melon” I – Piano
Demian Cabaud – Contrabaixo
Andrés Litwin – Bateria
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Ariel Bringuez e o seu quarteto trazem-nos o projecto “Jazzing de Classics“ onde oferecem uma releitura a fragmentos musicais de total transcendência das obras de grandes compositores europeus como Mozart, Beethoven, Dvořák, Shostakovich, entre outros…
Uma apropriação das obras de estes grandes musicos, diferenciada pelas nuances do legado musical afro-cubano que os arranjos de Bringuez conferem, ao carácter universal que as caracteriza.
Uma viagem com o Jazz como veículo e a imaginação como destino…
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7 dez, 21h30, Rivoli
Ricardo Toscano Quarteto (PT)
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Ricardo Toscano (foto Marcia Lessa)
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Ricardo Toscano, saxofone
João Pedro Coelho, piano
Romeu Tristão, contrabaixo
João Pereira, bateria
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Ricardo Toscano dispensa apresentações, seja por ter arrebatado a atenção de tantos espectadores na soma de grandes concertos que liderou nos últimos anos, ou mesmo pelos prémios que recebeu como Saxofonista Revelação (Festa do Jazz do São Luiz, 2010) e o Prémio Jovens Músicos (25ª edição, Antena2).
Nas palavras de António Curvelo: “Ricardo Toscano não é uma esperança do jazz que se faz em Portugal. Ricardo Toscano é a certeza de que o jazz que se faz em Portugal é muito mais do que uma esperança.”
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7 dez, 22h30, Rivoli
Eduardo Cardinho Group (PT, NL,SP)
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Eduardo Cardinho-3179
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Eduardo Cardinho, Vibrafone
José Pedro Coelho, Saxofone Tenor
Xavi Torres, Piano
André Rosinha, Contrabaixo
Jamie Peet, Bateria
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Este grupo liderado pelo Vibrafonista Eduardo Cardinho, é um projecto fruto da sua estadia em Amsterdão, onde junta diferentes músicos do panorama jazzístico europeu como Holanda, Portugal e Espanha.

7 dez, 23h30, Rivoli
Gomes/Rosado/Monterio + Jam session
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Paulo Gomes – Piano
João Paulo Rosado – Contrabaixo
Filipe Monteiro – Bateria
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Três nomes conhecidos do jazz da cidade, intimamente ligados à Porta-Jazz, serão os anfitriões da Jam session. Farão um set de abertura imprevisível. “A procura de novos horizonte e novas sonoridades, mesclando conceitos que vão desde a musica contemporânea ao folclore Húngaro, faz deste trio algo único e inesquecível…”
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8 dez, 18h00, Rivoli
AP Quarteto (PT)
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AP2
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AP,guitarra
Carlos Azevedo, piano
Filipe Teixeira, contrabaixo
Acácio Salero, bateria
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“Lento” é o resultado de uma procura em que a composição e a improvisação se juntam para darem voz às canções.
As melodias, simples e espaçadas, contrastam com grooves fortes, que por vezes criam uma espécie de “ilusão” rítmica. Em alguns temas os improvisos são uma continuação das partes escritas diferenciando-se de outros onde a improvisação dita o sentido da música que tenta sempre ser fresca e imprevisível.
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8 dez, 19h00, Rivoli
LAMA (PT, CA)
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Copyright 2011

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Susana Santos Silva, trompete
Gonçalo Almeida, contrabaixo
Greg Smith, bateria
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Com quatro discos lançados na prestigiada editora Cleanfeed – “Oneiros” (2011); “Lamaçal” (2013) com a colaboração do saxofonista Chris Speed; “The Elephant’s Journey” (2015); e “Metamorphosis” (2017)  com o clarinestista Belga, Joachim Badenhorst – Lama está na fronteira entre o mainstream e a vanguarda do jazz. Reproduz os conceitos harmónicos convencionais do género, mas incorpora igualmente a liberdade da improvisação, o gosto pelas texturas abstractas e as cores extensivas proporcionadas pelo uso da electrónica.
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8 dez, 21h30, Rivoli
Porto-Barcelona Connection feat. Marco Mezquida
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Porto Barcelona Connection
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Marco Mezquida, piano
Marcel Pascual, vibrafone
Nuno Campos, contrabaixo
Marcos Cavaleiro, bateria
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Porto e Barcelona como vértebras urbanas do jazz ibérico estão conectadas neste novo projeto. Depois de viver sete anos no Porto, o vibrafonista de Barcelona Marcel Pascual, junto com os portugueses Nuno Campos e Marcos Cavaleiro, habituais da cena jazzística portuense e com anos de formação em Barcelona, convidam o pianista menorquino Marco Mezquida, com quem Marcel Pascual e Nuno Campos já colaboraram noutros projectos. Afincado na capital catalã e um dos nomes mais importantes do jazz espanhol actual, Marco Mezquida é possuidor de uma voz única e dinâmica que já tem chegado a auditórios e salas de toda Europa, América e Japão. A música deste quarteto reflecte a sinergia de ideias, momentos e sensações a partir de composições originais dos membros do grupo para esta ocasião e uma liberdade criativa na improvisação que permite a partilha honesta das quatro personalidades no palco.
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8 dez, 22h30, Rivoli
AXES (PT)
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Jo∆o Mort†gua Axes
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João Mortágua, sax alto e soprano
José Soares, sax alto
Hugo Ciríaco, sax tenor
Rui Teixeira, sax barítono
Pedro Vasconcelos, bateria e percussões
Alex Lázaro, bateria e percussões
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Fundindo elementos do jazz, rock e folk, e assente na tradição da música de câmara para quarteto de saxofones, AXES interpreta uma valiosa parte das mais recentes composições do saxofonista João Mortágua. Reunindo um núcleo de nomes consagrados da cena nortenha, estamos perante um grupo de sonoridade peculiar e desafiante, que esbate barreiras e propõe a criação de sinergias entre ritmos, timbres e diferentes estéticas.
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8 dez, 23h30, Rivoli
Esmae Jazz Ensemble + Jam session
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João Paulo Silva – Saxofone
André Ramalhais – Trombone
Tiago Baptista – Vibrafone
Gorka Oya – Guitarra
Miguel Meirinhos – Piano
Yudit Almeida – Contrabaixo
Antón Iglésias – Bateria
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Esmae Jazz Ensemble é o reflexo do trabalho que vamos desenvolvendo na escola. Composto por alguns dos nossos melhores alunos, o grupo interpreta temas de Jazz Contemporâneo e originais dos alunos.
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9 dez, 19h00, Sala Porta-Jazz (Av. Aliados 168, 4º andar)
Bode Wilson, lançamento de “Lascas” (PT; AR)
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Bode Wilson Foto Lascas
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João Pedro Brandão, saxofone alto/ flauta
Demian Cabaud, contrabaixo
Marcos Cavaleiro, bateria
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O Bode regressa à aldeia que o viu nascer depois de um período à venda no OlX mas sem sucesso.
Com o nome espiritual Capra Aegagrus Hircus, veio para mais estragos, convívio, conversas curtas e Tantra Lácteo.
Na sua rotina diária, pratica de forma disciplinada para um dia também ele fazer parte das vozes Búlgaras.
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9 dez, 22h00, Sala Porta-Jazz (Av. Aliados 168, 4º andar)
Ricardo Formoso, lançamento de “Origens” (PT; ES)
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Ricardo Formoso
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Ricardo Formoso, trompete
Carlos Azevedo, piano
André Fernandes, guitarra
José Carlos Barbosa, contrabaixo
Marcos Cavaleiro, bateria

O trompetista Ricardo Formoso começou a estudar trompete aos nove anos no Conservatório de Música de A Corunha e finalizou a licenciatura em Jazz na ESMAE. Desde a sua chegada a Portugal teve oportunidade de colaborar com diversas formações, das quais se destaca a Orquestra Jazz de Matosinhos e o Coreto Porta-Jazz. ”Origens” constitui o primeiro projecto como líder e contém um repertório original que descreve, não só a cronologia do trompetista em Portugal, mas também as suas influências musicais.
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3 dez, Conservatório de Música do Porto

Encontro de Escolas
11h00 – oficinas – José Pedro Coelho e Eduardo Cardinho
14h00 – Concertos Escolas
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5 dez, 14h00, ESMAE

oficina com Virxilio da Silva
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